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Esporte: Interino baiano também é envolvido em denúncias

O secretário-executivo do Ministério do Esporte, Waldemar Souza, que assumiu a titularidade da pasta de forma interina após a queda de Orlando Silva, nesta quarta-feira (26), estampa os jornais desta quinta como um dos suspeitos de irregularidades. Apesar de baiano, Souza é filiado ao PCdoB do Rio de Janeiro. Foi ele quem firmou o contrato de R$ 6,2 milhões com um sindicato de cartolas do futebol para um projeto de cadastramento de torcedores para a Copa do Mundo de 2014 – medida que nunca saiu do papel. Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, Waldemar assinou ainda a prorrogação de um convênio do Programa Segundo Tempo no valor de R$ 911 mil com o Instituto de Desenvolvimento da Criança e do Adolescente (Idec), da cidade de Novo Gama (GO). A entidade seria de fachada e, apesar de ter firmado o contrato em 2009, jamais executou o projeto. Após o jornal revelar o caso, o ministério anunciou que decidiu cancelar o acordo. No dia 25 de janeiro de 2011, Waldemar Souza assinou ainda um convênio de R$ 1,2 milhão com o Instituto Pró-Ação, outra entidade sob suspeita.