ABI declara solidariedade à corregedora do CNJ
A Associação Baiana de Imprensa (ABI), em reunião ordinária no dia 5 de outubro, aprovou por unanimidade uma moção de solidariedade à corregedora do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministra Eliana Calmon, que criticou a instituição da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) que limitaria os poderes de fiscalização do órgão. Na ocasião, a ministra disse que esse seria o "primeiro caminho para a impunidade da magistratura, que hoje está com gravíssimos problemas de infiltração de bandidos que estão escondidos atrás da toga". A frase ganhou grande repercussão na imprensa e tornou-se motivo de polêmica no Judiciário. “A sociedade brasileira toma cada vez mais consciência de que a impunidade de agentes políticos do Estado esfarela a imagem da autoridade pública do Judiciário brasileiro e contribui para a escassez do respeito da própria autoridade. Vínculos corporativos prevalecendo na apuração de desvios de condutas de magistrados pelo CNJ esmaecem a imagem desta instituição”, diz trecho da carta apresentada pela ABI e assinada pelo novo presidente, Walter Pinheiro. Confira a íntegra do documento aqui.
