“Fui vítima de armação”, diz rival da Mulher-Ketchup
A dona de casa Maria Nilza Simões, de 51 anos, negou ter encomendado a morte de sua rival, Erenildes Araújo, mais conhecida como Mulher-Ketchup. A versão da suposta mandante do “crime do ketchup” é a de que Carlos Roberto de Jesus, o pistoleiro que teria sido contratado para matar Erenildes, a abordou no meio da rua com a famosa foto na mão e exigiu R$ 1 mil para não matá-la. “Fizeram essa foto em troca de dinheiro. Eu fui ameaçada: ou eu dava o dinheiro ou morria. Eu vou provar minha inocência. Foi uma armação muito bem planejada”, defendeu-se, em entrevista ao jornal Correio. O delegado de Pindobaçu, Marconi Almino, no entanto, aponta contradições no depoimento de Maria Nilza. “Primeiro, disse que o rapaz a assaltou. Depois, afirmou ter se surpreendido ao ver Lupita viva. Nilza entra em contradição o tempo todo. O depoimento dela prova isso”, afirmou. Apesar das contradições apontadas em sua versão dos fatos, a suposta mandante afirma inocência e não nega apenas uma parte da história – a rivalidade com a Mulher-Ketchup, que teria inventado mentiras a seu respeito em 2009.