
A prefeita de Candeias, Maria Maia (PMDB), afirmou nesta terça-feira (20) que a ação penal movida contra ela e mais seis pessoas, pelo Ministério Público Eleitoral (MPE), é um caso “requentado” porque já foi alvo de investigação por parte da Justiça Eleitoral em 1º grau. De acordo com ela, houve conclusão da sua inocência no caso. A peemedebista é acusada de usar uma vendedora ambulante que faleceu quatro anos antes das doações para a sua campanha em 2008. Na ação, a PRE requer que o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA)
condene os citados pelo crime de falsificação de documentos públicos e uso de documentos falsos, cujas penas variam de dois a seis anos de prisão. Segundo a assessoria jurídica, para que a ação penal proposta tenha apuração, é preciso que o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) acate os argumentos do procurador eleitoral, logo após a defesa do acusados. “Como não há ainda parecer sobre o recebimento ou não da denuncia, é prematura a afirmação sobre pedido de prisão. Até porque não cabe neste momento processual, este pedido”, esclareceu o procurador do Município, Manoel Guimarães Nunes, que entrará com recurso contra o pedido do MPE. Ainda segundo ele, o doador dos recursos, Willian Jorge Monteiro, já admitiu várias vezes, em Juízo e nos meios de comunicação, que foi o único responsável pela doação eleitoral que foi alvo de investigação.