Homem queima roupas da Zara em protesto
Foto: EBand

Cliente da grife de roupas Zara, acusada de encomendar materiais de oficinas de confecção que exploram trabalho escravo, o fotógrafo Renatto Dsouza, de 55 anos, queimou todas as roupas que adquiriu da marca espanhola. O protesto, solitário, ocorreu neste sábado (27) no vão livre do Masp, na avenida Paulista, em São Paulo. Duas pequenas fábricas de confecção, que forneciam para a Zara, foram flagradas pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de São Paulo (SRTE-SP) a empregar 15 pessoas, a maioria imigrantes, em regime de semiescravidão. Na última sexta, cerca de cem pessoas participaram de outro ato contra a exploração de trabalho escravo em São Paulo. Os manifestantes foram à Rua Oscar Freire, conhecido centro comercial de roupas de luxo, com faixas e cartazes contra a exploração de trabalho escravo.