Dilma contesta The Economist sobre corrupção
Foto: Roberto Stuckert Filho / Presidência
Dilma esteve com o governador Geraldo Alckmin (SP) na entrega de residências do programa Minha Casa, Minha Vida
A presidente Dilma Rousseff mais uma vez voltou a falar sobre a queda de funcionários de alto escalão de seu governo por suspeitas de corrupção em diversos ministérios. Após dizer nesta quinta-feira (18) que a verdadeira “faxina” seria contra a miséria (em alusão ao termo usado pela imprensa para descrever as demissões), nesta sexta (19) ela voltou a tratar do tema ao criticar uma reportagem da revista britânica The Economist. A publicação afirmou que a chefe de Estado brasileiro poderia ter problemas com sua base por conta de seu comportamento “linha-dura” frente a suspeitas de irregularidades. "As revistas estrangeiras não entendem de costume político no Brasil. A revista não percebe que minha base de sustentação não concorda com isso", afirmou Dilma. A declaração foi feita em entrevista a uma rádio do interior de São Paulo, onde a presidente esteve presente para uma cerimônia de entrega de 1.993 residências do programa Minha Casa, Minha Vida. "Onde houver problemas, somos obrigados a tomar decisão. [...] Meu governo vai continuar combatendo todos os malfeitos", completou.