Madre de Deus: vereador aciona CNJ e STJ II
De acordo com o entendimento de Dailton Filho (DEM), a magistrada que expediu a determinação de posse do seu adversário, Jeferson Andrade (PR), não poderia julgar o processo, pois havia um pedido de suspeição contra ela. Conforme o vereador democrata, que se diz “injustiçado”, Daisy Lago, em sua decisão, determinou que a polícia o retirasse do prédio da prefeitura de forma ilegal. “Aquilo não é uma sentença. É um despacho com cara de sentença. Ela passou por cima de três decisões de mérito e um mandado de segurança sem uma colocação sequer de qualquer artigo. É uma ordem. Não é porque ela é desembargadora que pode dar uma canetada para destruir a vida dos outros. É um escândalo nacional. Me senti como um feto arrancado a fórceps”, retratou, em visita à redação do Bahia Notícias.