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Ministério pagou R$ 62,8 mi a empresas sujas

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) ignorou o Cadastro Nacional de Empresas Inidôneas e Suspensas (Ceis), elaborado pela Controladoria-Geral da União (CGU), e repassou, nos últimos dois anos, R$ 62,8 milhões do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) a sete empreendimentos considerados “sujos”. A lista relaciona as empresas que já sofreram algum tipo de punição por parte de órgãos públicos federais, principalmente por fraudes na execução de contratos. Conforme noticia o jornal Correio Brasiliense, o objetivo é evitar que esses empreendimentos sejam contratados novamente pelo poder público. Uma das empresas, de nome não revelado, tem sede em Lauro de Freitas (BA) e foi contratada para atuar nas superintendências de Rio de Janeiro, Minas Gerais, Alagoas e Rio Grande do Norte. Candidatos do PDT, partido presidido pelo ministro do Trabalho, Carlos Lupi, estão entre os principais beneficiários das doações feitas por empresas que recebem recursos do FAT.