Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias Municípios
Você está em:
/
/
Interior

Notícia

Operação prende foragido e desmantela laboratório clandestino de 'rebites' em Feira de Santana

Por Redação

Operação prende foragido e desmantela laboratório clandestino de 'rebites' em Feira de Santana
Foto: Divulgação / MP-BA

Um homem apontado como liderança de uma organização criminosa com atuação em Feira de Santana foi preso nesta quarta-feira (7). A ação ocorreu durante a Operação Três Caras, deflagrada pelos Ministérios Públicos da Bahia (MP-BA) e de Goiás (MP-GO) e pela Polícia Militar (PM-BA). A organização criminosa estaria envolvida na produção e no tráfico interestadual de anfetaminas.

 

Foto: Divulgação / MP-BA

 

Durante as ações, os agentes localizaram um laboratório clandestino que funcionava em uma chácara na zona rural de Feira de Santana.

 

Também foram apreendidas cerca de mil unidades de anfetamina, duas armas de fogo [uma pistola 9 mm e uma carabina calibre .22] uma espingarda de pressão, três carregadores e 130 munições.

 

Além disso, foram recolhidos celulares, uma caminhonete Toyota Hilux, equipamentos e insumos usados na produção de drogas, além de substâncias identificadas inicialmente como microcelulose e ecstasy.

 

FORAGIDO

O preso foi identificado como Anderson Alves da Silva, que estava foragido desde dezembro de 2024. Contra ele havia um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça de Goiás.

 

Segundo o MP-GO, Anderson é apontado como integrante da liderança de uma organização criminosa especializada na produção e distribuição de comprimidos conhecidos como “rebites”. Ele também teria utilizado diferentes identidades falsas para dificultar sua localização.

 

Ainda conforme as investigações, o homem foi condenado a 18 anos, 11 meses e 21 dias de prisão por organização criminosa armada, tráfico interestadual de drogas e posse de equipamentos destinados à produção de entorpecentes.

 

A investigação também apura a suspeita de que ele tenha participado de fraudes no Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões (BNMP) para promover a baixa indevida de mandados de prisão.

 

Além do cumprimento da ordem judicial, Anderson foi preso em flagrante pelos materiais ilícitos encontrados durante a operação.