Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias Municípios
Você está em:
/
/
Interior

Notícia

DPT confirma que restos mortais encontrados na Ilha de Itaparica são de jovem mineiro desaparecido

Por Redação

DPT confirma que restos mortais encontrados na Ilha de Itaparica são de jovem mineiro desaparecido
Foto: Reprodução / Redes Sociais

Os restos mortais encontrados no dia 16 de janeiro deste ano em uma área de mata na Ilha de Itaparica, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), foram identificados como sendo de Daniel Araújo Gondim, de 25 anos. A confirmação foi divulgada nesta sexta-feira (30) pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT).

 

Daniel estava desaparecido desde o dia 8 de outubro do ano passado. Na ocasião, ele entrou em contato com familiares, pedindo transferências bancárias, sob a alegação de que se tratava de uma situação “de vida ou morte”, segundo relato da família.

 

Conforme a Polícia Civil, no mesmo período, uma fotografia da vítima com uma arma apontada para a cabeça foi enviada aos familiares. Além disso, mensagens com referências a uma facção criminosa foram publicadas nas redes sociais de Daniel. A família informou que realizou duas transferências, que somaram R$ 3 mil. Após esses contatos, Daniel não voltou a dar notícias.

 

Ele havia saído da residência onde morava na Bahia dirigindo o próprio veículo, que também não foi localizado naquele momento. As investigações apontam o envolvimento de pelo menos cinco pessoas no caso, entre mandante, beneficiários e executores.

 

Quatro suspeitos foram presos, enquanto um permanece foragido. Em dezembro, durante a prisão de três investigados, o celular de Daniel foi encontrado. Natural de Itapecerica, no Centro-Oeste de Minas Gerais, Daniel Araújo Gondim costumava viajar com frequência para Salvador.

 

Segundo familiares, ele passava cerca de 20 dias por mês na capital baiana, onde trabalhava com a venda de panelas, perfumaria e roupas de porta em porta.