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Conselho de Transporte propõe reajuste na tarifa de ônibus com valor estimado para R$ 5,40 em Feira de Santana

Por Redação

Conselho de Transporte propõe reajuste na tarifa de ônibus com valor estimado para R$ 5,40 em Feira de Santana
Foto: Reprodução / ACM

O Conselho Municipal de Transportes aprovou, em reunião realizada na manhã desta terça-feira (13), uma proposta de reajuste de 4,85% para a tarifa do transporte coletivo urbano em Feira de Santana, no interior baiano. Se sancionado pela prefeitura, o valor pago pelos usuários do cartão Via Feira subirá de R$ 5,15 para R$ 5,40.

 

A proposta estabelece diferentes valores dependendo da modalidade de pagamento e da localidade:

  • Tarifa Social (Cartão Via Feira): R$ 5,40.

  • Pagamento em Espécie (Dinheiro): R$ 5,90.

  • Meia-passagem (Estudantes): Sobe de R$ 2,50 para R$ 2,70.

  • Linhas Distritais (Bonfim de Feira, Jaguara e Tiquaruçu): R$ 6,60.

  • Outros Distritos: R$ 5,40.

 

O secretário interino de Mobilidade Urbana, Rodolfo Suzart, esclareceu que o custo real da operação, a chamada "tarifa técnica", é de R$ 11,46. "A população pagará R$ 5,40 e a diferença será coberta pelo município através de subsídios para manter o sistema em funcionamento", explica em entrevista ao portal Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias.

 

A proposta não foi consensual. Representantes da Casa do Estudante e do Diretório Central dos Estudantes (DCE/Uefs) manifestaram-se contrários ao aumento. Felipe Brandão, da Casa do Estudante, criticou a precariedade do sistema, citando problemas na manutenção do ar-condicionado e a redução de horários durante o período de férias universitárias. "O sistema está precário e regredindo", afirmou.

 

Para o cálculo do reajuste, o Conselho levou em conta três variáveis principais:

  1. Variação do último reajuste salarial dos rodoviários;

  2. Oscilação no preço do óleo diesel;

  3. Inflação acumulada (INPC).

 

No setor das vans (transporte alternativo), o representante Raimundo Ferreira destacou um avanço tecnológico: a autorização para o uso de máquinas de cartão de crédito e débito nos veículos. Como o setor não recebe subsídios da prefeitura, a medida é vista como uma forma de facilitar o pagamento e tentar equilibrar as contas da categoria.

 

A proposta agora segue para as mãos do prefeito José Ronaldo de Carvalho. Ele consegue sancionar o novo valor, vetá-lo ou apresentar uma contraproposta. O reajuste só entrará em vigor após a publicação de um decreto no Diário Oficial do Município, que também definirá a data de início da nova cobrança.