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Porto Seguro: Babá relata briga e mais três tiros quando jornalista já estava no chão

Porto Seguro: Babá relata briga e mais três tiros quando jornalista já estava no chão
Foto: Reprodução / Radar 64

Depoimentos de testemunhas sobre a morte da jornalista Juliana de Freitas Alves estão sendo colhidos pela Polícia Civil de Porto Seguro. A babá e o irmão da vítima foram ouvidos. O crime aconteceu na noite do dia 31 e o marido foi preso após assassinar Juliana a tiros (veja aqui). 

 

De acordo com informações do Radar64, o crime foi presenciado pela filha de Juliana, 10 anos, e por uma babá da família. A moça, de 20 anos, trabalhava há um mês cuidando do filho do casal. Segundo o depoimento, a vítima e o marido Reges estavam tranquilos, preparando a ceia do Ano Novo. À tarde, os dois que estavam consumindo bebida alcoólica, quando começaram a discutir. Reges foi para a suíte, que fica no segundo andar e, por volta das 17h, Juliana também subiu.

 

Momentos mais tarde, o casal voltou ao térreo e iniciaram novamente a discussão. Após a esposa negar continuar conversando, Reges subiu enfurecido para a suíte e desceu com uma arma na mão.

 

Juliana estava na área externa quando o rapaz foi em sua direção e efetuou o primeiro disparo, atingindo o tórax da vítima, a uma distância aproximada de um metro. Após ser baleada, a jornalista caiu e recebeu mais três disparos de Reges. A Polícia Civil aguarda o laudo pericial para confirmar a quantidade de disparos.

 

A babá disse à polícia que na casa moravam o casal, duas crianças, de 10 anos e 11 meses, e uma adolescente de 13 anos, filha de Reges. Ela trabalhava há cerca de um mês cuidando do bebê, que é filho do casal.

 

A babá contou à polícia que subiu as escadas da casa correndo, acompanhada da menina de 10 anos e do bebê, e se trancou no quarto de hóspedes, onde estavam a irmã de Juliana e duas sobrinhas da vítima. 

 

A funcionária contou que, durante o período em que trabalhou na residência, presenciou cerca de quatro discussões entre o casal, mas não soube informar o motivo das brigas.