Após restauro, Castelo Garcia D’ávila reabre em Mata de São João
Após ficar fechado para reforma e restauração desde, o parque histórico do Castelo Garcia D’ávila, localizado em Mata de São João, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), foi reaberto ao público nesta quinta-feira (11). Junto à reabertura do parque, foi inaugurado um museu com tecnologias interativas sobre a história de personalidades ligadas ao Castelo.
O parque histórico do Castelo Garcia D’Ávila poderá ser visitado das 10 às 16h, de quarta a domingo, com ingressos custando R$ 30 inteira e R$ 15 meia, aqueles resolverem conhecer o local poderão conhecer parte da história do castelo datado de 1551.
De acordo com a prefeitura de Mata de São João, as intervenções tiveram investimento de cerca de R$ 3 milhões, e a verba veio do Ministério do Turismo, através do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
Ainda segundo a gestão, o novo museu oferece acessos a vídeos com mapas históricos, desenhos e gravuras que remontam o estilo de vida no Castelo. Outras novidades são os totens com projeção e as parabólicas sonoras, onde são exibidos depoimentos de pesquisadores, arquitetos, artistas, moradores da região e do Conselho Curador e Diretivo da Fundação Garcia D’Ávila.
Após a restauração, o projeto de iluminação, assinado por Irma Vidal, possibilita ao visitante observação mais detalhes, tanto dos pequenos objetos expostos no Museu, quanto das grandes estruturas das ruínas do Castelo Garcia D”Ávila . Uma maquete restaurada do Castelo, projeto do miniaturista Léo Furtado, propõe uma visita fantástica à edificação medieval, no seu apogeu. “O Museu foi transformado em um espaço inovador, com tecnologias de última geração, projetores de alto brilho, computadores automatizados, sonorização ambiente, interatividade e conteúdo multimídia de alta resolução”, explica Rose Lima, a arquiteta e curadora do projeto expográfico, junto com Fritz Zehnle Jr.
A proposta é que ainda neste mês, o público possa assistir, após o pôr do sol, a exibição de vídeo-mappings. São projeções de vídeos de grandes dimensões, nas paredes da frente (parte da Capela) e detrás do Castelo, com narrativos da história montadas pelos VJs Gabiru e Spetto.
