Liminar exige que professores de Lauro de Freitas terminem greve
A Prefeitura de Lauro de Freitas, na região metropolitana de Salvador, declarou que a greve dos professores, decidida pelo Asprolf, sindicato dos trabalhadores de Educação de Lauro de Freitas, é ilegal. A gestão levou a situação para a Justiça, que considerou a deflagração da greve um abuso. Ainda de acordo com a prefeitura, a greve foi começada de maneira inexplicável, já que a gestão e a categoria já haviam decidido um acordo. A Justiça concedeu por medida liminar que os professores de Lauro de Freitas retornem às salas de aulas no prazo de 24 horas, a partir da sexta-feira (28), sob pena do pagamento de multa diária de R$ 10 mil.