Turismólogo fala sobre turismo de comunidade na Bahia, prática que cresce 20% ao ano
Por Bruna Castelo Branco
Foto: Luana Ribeiro / Bahia Notícias
“Quando começamos esse trabalho, há 10 anos, uma ONG de turismo era vista como pirataria”, conta o professor Alberto Viana, turismólogo e pesquisador em turismo comunitário e solidário em comunidades urbanas e rurais. Membro da Associação Nacional e Pesquisa e Pós-Graduação em Turismo (ANPTUR), Alberto Viana fala sobre a situação do turismo alternativo aos destinos comerciais na Bahia e no Brasil, e explica a diferença entre turismo ‘na’ comunidade e turismo ‘da’ comunidade. Para o pesquisador, há uma tendência que o poder público passe a auxiliar de forma mais efetiva o turismo de base comunitária, já que, segundo dados da Organização Mundial de Turismo, a prática cresce 20% ao ano. "O Brasil já assinou até pactos internacionais – embora não tenha cumprido – reconhecendo essa importância e se comprometendo a dar apoio", explica. Entre as comunidades mais visitadas no estado, estão localidades na Chapada Diamantina e no Recôncavo Baiano. Leia a entrevista completa na coluna Municípios.
