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Marca Bahia Notícias

Notícia

EUA e Israel bombardeiam duas importantes usinas siderúrgicas do Irã

Por Folhapress

EUA e Israel bombardeiam duas importantes usinas siderúrgicas do Irã
Foto: Reprodução

Ataques realizados por Estados Unidos e Israel atingiram, na manhã de hoje, duas importantes usinas siderúrgicas do Irã. As informações foram divulgadas pela imprensa iraniana.
 

Bombardeios atingiram usinas em diferentes regiões do Irã. Um dos ataques teve como alvo a siderúrgica de Khuzestan, na região sudoeste do país. O outro ataque foi direcionado contra a siderúrgica de Mobarakeh, em Isfahan, região central, informou a agência de notícias Fars.
 

Forças aéreas de Israel atingiram "duas grandes fábricas de aço" no Irã, reportou a imprensa israelense. As instalações estariam ligadas à produção industrial iraniana e que, supostamente, tinham finalidade civil e militar para Teerã, de acordo com o jornal "The Times of Israel".
 

Até o momento, não há registros de feridos. O aço é um material estrategicamente importante, essencial para a produção industrial e militar, incluindo a fabricação de mísseis, drones e navios.
 

Israel continua a bombardear o Irã hoje, às vésperas de a guerra completar um mês. O ministro da Defesa israelense, Israel Katz, afirmou que os ataques continuarão e deverão se expandir enquanto Teerã continuar a revidar e disparar mísseis em território israelense.
 

Em menos de um mês, a guerra já deixou pelo menos 1.900 pessoas mortas no Irã. Outras 20 mil ficaram feridas desde o início dos ataques dos EUA e de Israel, informou Maria Martinez, da Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.
 

Paralelamente aos ataques no Irã, o Exército israelense mantém os bombardeios no Líbano. Hoje, a capital libanesa foi alvo de ofensivas e explosões foram ouvidas no sul de Beirute, área considerada por Israel um reduto do grupo extremista Hezbollah, que saiu em defesa de Teerã no atual conflito.
 

Os efeitos da guerra têm sido catastróficos para o Líbano. Mais de 370 mil crianças foram forçadas a deixar suas casas, pelo menos 121 morreram e outras 399 ficaram feridas pelos ataques israelenses, segundo o Unicef.
 

A tática do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu de promover ataques simultâneos tem gerado críticas internas. O chefe da oposição israelense, Yair Lapid, afirmou que os combates no Irã e no Líbano ocorrem "sem estratégia, sem os meios necessários e com soldados em número insuficiente".
 

O porta-voz do Exército israelense, Effie Defrin, reconheceu que precisa de reforços para os combates. O país passou a atacar o Líbano sob o pretexto de destruir o Hezbollah.
 

A Guarda Revolucionária iraniana afirmou ter atingido hoje, com mísseis e drones, alvos militares e energéticos em Israel. Também foram alvos países do Golfo que abrigam bases norte-americanas.
 

O principal porto do Kuwait foi alvo de um ataque de drones que provocou danos materiais. A ofensiva ao porto de Shuwaikh, porém, não deixou vítimas, informaram as autoridades. Ainda, o porto de Mubarak al-Kabeer, no norte do país, foi atingido por drones e mísseis que também provocaram danos materiais.
 

Os países do Golfo Pérsico vêm sendo alvo de uma campanha de represálias iranianas desde o início da guerra. Os disparos, em sua maioria interceptados, são quase diários e os danos são principalmente financeiros aos países.