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Marca Bahia Notícias

Notícia

Justiça manda soltar suspeita de jogar gata do 12º andar de prédio no PR

Por Folhapress

Justiça manda soltar suspeita de jogar gata do 12º andar de prédio no PR
Foto: Divulgação / PC-PR

O Tribunal de Justiça do Paraná concedeu liberdade provisória à mulher presa sob suspeita de arremessar uma gata do 12º de um prédio, na região central de Curitiba, ontem.
 

Justiça concedeu liberdade provisória à mulher durante a audiência de custódia. A informação foi confirmada pela assessoria da Justiça paranaense.
 

Mulher deverá cumprir medidas cautelares até a conclusão das investigações. Ela deverá se apresentar em juízo a cada três meses e, ainda, está proibida de se ausentar da Comarca de Curitiba por período superior a 30 dias ou mesmo de mudar de endereço sem informar à Justiça ou ter autorização judicial.
 

A suspeita responde por maus-tratos a animais, com agravante por causar sofrimento a um animal doméstico. O crime estabelece pena de reclusão de dois a cinco anos, além de multa, quando há lesão ou morte do animal.
 

Como a mulher não teve o nome divulgado, a reportagem não conseguiu localizar a sua defesa. O espaço segue aberto para manifestação.
 

Suspeita foi presa em flagrante após arremessar uma gata do 12º andar de um prédio residencial no centro de Curitiba. A ação foi realizada por equipes da Polícia Civil e da Polícia Militar após denúncias de vizinhos.
 

Segundo o delegado Guilherme Dias, moradores ouviram os gritos do animal e, ao olharem pela janela, flagraram o momento em que a mulher lançava a gata. A suspeita é uma imigrante chinesa, avó de um dos moradores do edifício. De acordo com o neto, ela demonstrava repulsa por gatos e costumava agredir o animal.
 

O animal sobreviveu, mas sofreu traumatismo cranioencefálico, contusão pulmonar e hemorragia severa na região da bexiga. A gata foi socorrida por testemunhas e encaminhada para atendimento veterinário emergencial na ONG Força Animal, onde permanece sob cuidados intensivos.
 

A Polícia Civil segue apurando se há outros episódios de violência contra animais envolvendo a suspeita. O caso também deve ser acompanhado por entidades de proteção animal.