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Marca Bahia Notícias

Notícia

Prefeitura de São Paulo quer batizar centro educacional, ponte e complexo de saúde com nome de Silvio Santos

Por Fábio Haddad e Fracisco Lima Neto | Folhapress

Prefeitura de São Paulo quer batizar centro educacional, ponte e complexo de saúde com nome de Silvio Santos
Foto: João Batista Silva / SBT

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), afirmou nesta segunda-feira (19) que pretende homenagear o apresentador Silvio Santos, morto no último sábado aos 93 anos, dando seu nome a novos equipamentos da cidade.
 

Segundo Nunes, o Complexo Paulistão da Saúde, que está em construção, um CEU (Centro Educacional Unificado) que será inaugurado em dezembro, e a ponte Lapa/Pirituba devem ser batizados com o nome do apresentador.
 

O prefeito afirmou ainda que pretende homenagear o apresentador com um busto, mas que antes precisa conversar com a família.
 

Silvio Santos estava internado na UTI do hospital Albert Einstein, em São Paulo. A causa da morte foi broncopneumonia, uma infecção dos alvéolos pulmonares, responsáveis pela troca de oxigênio.
 

O corpo do apresentador e empresário foi sepultado no domingo no Cemitério Israelita do Butantan, em São Paulo, em cerimônia restrita a familiares e amigos próximos. Ele foi enterrado ao lado de um dos seus cinco irmãos, Leonel Abravanel, morto 1982.
 

A discrição na hora do adeus respeitou uma decisão do próprio apresentador, que não queria velório, segundo seus familiares. "Ele pediu para que, assim que ele partisse, o levássemos direto para o cemitério e fizéssemos uma cerimônia judaica. Ele pediu para que não explorássemos a sua passagem. Ele gostava de ser celebrado em vida e gostaria de ser lembrado com a alegria que viveu", disse a família Abravanel em comunicado publicado nas redes sociais.
 

Silvio era judeu e seu enterro seguiu o rito judaico, isto é, sem ostentação, enfeites ou flores. Segundo a Congregação Israelita Paulista, o objetivo é "frisar a igualdade de todos os seres humanos em sua morada final". Também de acordo com a tradição judaica, não houve exibição do morto em caixão aberto.