Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias

Notícia

Atraso no Orçamento segura despesas e governo tem superávit de R$ 24 bi no ano

Por Fábio Pupo | Folhapress

Atraso no Orçamento segura despesas e governo tem superávit de R$ 24 bi no ano
Foto: Reprodução / G1

O atraso no Orçamento de 2021, sancionado só em 22 de abril, limitou as despesas federais e contribuiu para o governo registrar um superávit de R$ 24,4 bilhões no acumulado do ano (de janeiro a março).
 

O Tesouro Nacional destacou que houve uma redução de R$ 7,1 bilhões em despesas discricionárias no período (na comparação com igual período do ano passado), "influenciada pela não aprovação do Orçamento". Durante esse tempo, a execução teve que obedecer a uma limitação mensal de 1/18 avos do previsto.
 

A redução das despesas ocorre também pela interrupção das medidas voltadas ao enfrentamento na pandemia e seus efeitos. A principal delas, o auxílio emergencial, só voltou a ser pago à população em abril.
 

As despesas totais no trimestre tiveram queda real de 0,4% no acumulado do ano (frente a um ano atrás), para R$ 344 bilhões de janeiro a março de 2021. Já as receitas totais subiram 7,6%, para R$ 453,7 bilhões.
 

O resultado do trimestre representa uma reversão em relação ao déficit de R$ 2,8 bilhões registrados no mesmo período do ano passado.
 

Só no mês de março, houve superávit de R$ 2,1 bilhões. O resultado representa uma reversão frente ao mesmo período de 2020, quando houve déficit de R$ 21,1 bilhões em meio a medidas anticrise já em execução.
 

Em texto sobre os números, o Tesouro defende a continuidade das reformas e afirma que "a manutenção da regra do teto garante que a expansão temporária da despesa neste ano necessária para o combate aos efeitos da Covid-19 não se torne permanente".
 

"Essa é a melhor estratégia para a retomada do processo de consolidação fiscal no país. A sustentabilidade fiscal é uma condição necessária para um cenário futuro promissor para a economia, pois permite a retomada dos investimentos e do emprego e cria os alicerces para o aumento sustentável de bem-estar da população", afirma o Tesouro.