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Marca Bahia Notícias

Notícia

Grupo Stomp mostra seu batuque em turnê pelo Brasil

Por Murilo Bomfim | Estadão Conteúdo

Grupo Stomp mostra seu batuque em turnê pelo Brasil
Foto: Divulgação
Famosa pelos espetáculos de percussão, nos quais os objetos mais inusitados podem virar instrumentos musicais, o Grupo Stomp faz apresentações desta quarta-feira (15), a domingo (19), em São Paulo, em uma turnê que começou em Porto Alegre e segue para o Rio, Fortaleza e Natal. A base das apresentações do Stomp continua a mesma. Uma série de esquetes, geralmente engraçadas, de enredos simples, com situações que ficam a serviço da percussão. A ideia é que todas as cenas executadas pelo elenco de oito integrantes sejam guiadas pela produção de sons com objetos diversos.

Em um dos trechos, por exemplo, um percussionista entra com uma vassoura, limpando o palco. Microfones próximos do piso captam o ruído do atrito entre os pelos da vassoura e o chão. Aos poucos, outros músicos começam a chegar dando força e musicalidade aos ruídos. A cena ganha corpo e mescla técnica: os percussionistas exploram suas vassouras de outras formas, criando sons com suas partes de madeira e trocando as vassouras em uma coreografia enérgica.

Há cinco anos o grupo não se apresenta no País - a última passagem foi em agosto de 2010, quando o coletivo fez curta temporada em São Paulo. Na ocasião, o elenco teve a participação do brasileiro Marivaldo dos Santos, que volta ao Brasil na turnê atual. Soteropolitano, Marivaldo integra o elenco fixo do Stomp em Nova York há cerca de 15 anos. Com uma carreira de sucesso nos EUA - o percussionista já tinha tocado com nomes como Sting, Wyclef Jean e Lauryn Hill -, o músico fez uma audição para o Stomp no fim de 1998 e acabou entrando oara o grupo. Para ele, participar de um show do Stomp é comparável à sensação que se tem quando se está perto de uma bateria no carnaval do Rio. "Só estando lá para realmente sentir e entender o que é aquilo", garante Marivaldo. "Existe a energia de estar no palco, a tensão de números complicados", analisa, citando esquetes precisos que não permitem erros. "Apresentar um espetáculo desses na minha terra, não tem preço."