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Entrevista

Progressistas não vai remoer relação com o PT na Bahia, garante Cajado - 21/03/2022

Por Anderson Ramos / Emily Bomfim

Progressistas não vai remoer relação com o PT na Bahia, garante Cajado - 21/03/2022
Foto: Paulo Victor / Bahia Notícias

Após rompimento de uma parceria de 14 anos, o partido Progressistas não pretende remoer mágoas de ex-aliados petistas. O PP, que agora integra a base do pré-candidato ao governo do estado, ACM Neto, quer olhar para o futuro.

 

“Nós temos nosso comprometimento com o governo no passado. Temos a nossa colaboração. Muito do que foi realizado deve-se ao Progressistas, aos seus quadros, às suas ideias. E obviamente, nós estamos agora partindo para um novo projeto. Deixando o passado no passado e querendo pensar e atuar firmemente com vistas ao futuro”, disse o presidente nacional em exercício do PP, o deputado federal Cláudio Cajado, em entrevista ao Bahia Notícias.

 

O deputado também comentou sobre as divergências de apoio à presidência dentro do partido, como o senador João Leão, que afirmou pretender apoiar o ex-presidente Lula no pleito. “Com relação a João Leão, ele já mudou um pouco o discurso. Que ele poderá apoiar se tiver o apoio e o interesse de outro candidato a presidente”, disse Cajado, que é apoiador do presidente Jair Bolsonaro.

 

Além disso, Cláudio Cajado falou sobre o apelido de “BolsoRui”, as expectativas do PP na chapa de ACM Neto e sobre os objetivos do partido nas eleições de 2022. Leia a entrevista na íntegra:

 

Deputado, eu queria que inicialmente o senhor fizesse uma avaliação do evento de quinta-feira (17), que confirmou a junção, a aliança, entre Leão e ACM Neto e como é que o senhor avalia essa mudança do partido para base de Neto agora?

Primeiro eu achei a coletiva muito boa. Acho que Leão foi extremamente feliz nas colocações, colocando de forma muito clara, muito lúcida que não tem ressentimento de absolutamente nada. Nem das colocações que estão sendo feitas por parte do PT e de membros do PT, alegando diversos fatos que não são verdadeiros. Mas ele mostrou que tudo isso ficou no passado. Agora é pensar no futuro e trabalhar pela construção de uma nova Bahia, onde nós possamos continuar colaborando, como fizemos durante esse tempo todo que mantivemos a aliança com o Partido dos Trabalhadores. Então, nesse sentido não só ficou claro que nós não vamos ficar remoendo e relembrando o passado, como acima de tudo nós vamos pensar como sempre fizemos: em bons projetos, em boas propostas para o futuro da Bahia e dos baianos. E em relação a aliança, é uma aliança de programa, é uma aliança de interesses convergentes, já que a gente sempre coloca tudo que houve de positivo nos governos petistas, não foi construído apenas pelo PT, mas por um marco de partidos que estavam dispostos a colaborar. Em especial o partido Progressistas, que serviu de ponte aos inúmeros benefícios que a Bahia e os baianos obtiveram em relação aos recursos do governo federal, em relação aos projetos do governo federal que nós servimos de intermediário para podermos colocar a Bahia na preferência desses programas e nossa união deve-se a um momento político que nós vivenciamos no passado, e que infelizmente houve esse momento de rompimento. E a partir de agora é pra achar novos projetos, novos programas e principalmente unidos com o União Brasil, com o pré-candidato ao governo ACM Neto que já foi provado, que já foi testado, e que é um político sem dúvida alguma capaz de governar a Bahia, darmos essa mudança para, inclusive, movimentar mais a política baiana, né? O PT está há 16 anos governando o nosso estado. Precisa de um arejo, precisa de ventos novos e essa nossa mudança ao lado de outros políticos e outros partidos que também estão na aliança agora com ACM Neto renova, dá mais gás, dá mais um momento de entusiasmo para a política da Bahia.

 

O senhor se sente mais à vontade na base de Neto, uma vez que o senhor sempre trilhou um caminho mais à direita? Já foi do PFL (antigo DEM), então o senhor considera como uma volta para casa a ida do PP à base de Neto?

Olha, eu passei 30 anos praticamente, né? 29 anos, no PFL/DEM, e sai por uma posição que houve no passado, o próprio pré-candidato a governador ACM Neto, mas eu não saí com portas fechadas, eu não saí brigado com ninguém. Como agora também eu não saio brigado com o Jaques Wagner, brigado com Otto Alencar, brigado com Rui Costa. Simplesmente não houve convergência para os nossos projetos, para o partido Progressistas, diante dos fatos que eu não vou aqui relatar. Então, se não há convergência, você tem que procurar portas que se abrem, já que uma porta se fecha. Então, nós temos absoluta convicção de que a política da Bahia, dos baianos tem que estar acima de quaisquer questões pessoais, o que não é o caso. Eu acho que tratar adversários políticos não significa ter inimigos políticos. Eu volto a conviver e a fazer um trabalho político, um projeto político ao lado de ACM Neto, sem nunca ter deixado de cumprimentá-lo, de trocar ideias e até uma coincidência: o pai dele mora no mesmo prédio que eu. Então, nós sempre nos encontramos ao longo desses anos sem que houvesse nenhum tipo de interferência na relação pessoal.

 

Então a sua saída do DEM ocorreu de forma tranquila, sem trauma nenhum?

Da minha parte, sim. Eu não posso falar por terceiros, mas da minha parte sim e pela forma como eu estou conversando com ACM Neto, que nós temos discutido com ele, com o Bruno (Reis) e com vários outros colegas de partido. O próprio Paulo Azi, Elmar Nascimento… nunca vi nenhum tipo de restrição ou de postura diferente em relação a mim. 

 

Agora, voltando ao assunto que o senhor já até comentou com a imprensa, nós aqui do Bahia Notícias mostramos que o governo tenta manter algumas prefeituras do PP na base. O que o senhor acha disso? O senhor acha que realmente pode haver uma debandada de prefeitos ou uma mudança do apoio de prefeituras, de prefeitos do PP e continuarem no governo?

Eu não acredito. Eu não acredito porque quem está no partido está por opção, não está por interesse, está por uma opção e nós somos uma grande família, família Progressistas da Bahia e do Brasil. E claro que se alguém se sentir incomodado, é natural que possa sair. Mas eu não acredito porque, principalmente os prefeitos ligados ao partido, são muito bem atendidos. Seja com o nosso trabalho dos deputados federais, aqui de Brasília, seja com relação aos deputados estaduais. Obviamente pode existir, e eu não espero que isso de fato aconteça, uma pressão para que eles possam mudar para receber recursos ou ter os seus convênios assinados e efetivamente pagos. Se isso ocorrer, nós vamos estar atentos. Acho que vai ser uma situação muito grave porque seria uma postura antidemocrática e acima de tudo antirrepublicana. Foram feitas inúmeras ordens de serviços. Foram assinados inúmeros convênios. E agora? Você não ter esses convênios sendo efetivados, executados, significa retaliação. Então é isso que nós não vamos aceitar. Além disso, eu não acredito que o governador, que sempre condenou essa postura, sempre condenou a forma antirrepublicana de se tratar o estado, possa dizer uma coisa e fazer outra. Eu prefiro não acreditar, conhecendo como eu conheço o governador Rui Costa, que isso possa acontecer, pressionar os prefeitos para que mude de partido para terem os seus convênios, as suas demandas efetivadas.

 

O senhor acha que mesmo com essa mudança da base, que o PP pode aumentar a bancada? Qual é o objetivo do PP baiano nessa eleição? Além de eleger Leão?

O Progressistas é um partido congressual, ou seja, a nossa prioridade está em eleger as bancadas de deputados federais, senadores e deputados estaduais. Obviamente que nós estamos com o lugar assegurado na chapa, com o atual vice-governador e pré-candidato a senador João Leão. Porque nós vamos trabalhar intensamente para não apenas manter, a minha expectativa é que o Progressistas possa crescer pelo menos mais um deputado federal. Ou seja, hoje nós temos quatro deputados federais eleitos e candidatos à reeleição, a exceção de Ronaldo Carletto que deve ficar na vaga de primeiro suplente. Mas se ele não for, ele indicará o seu sobrinho, Neto Carletto, para ocupar sua vaga como candidato a deputado federal. E nós temos convicção de que vamos trabalhar intensamente para reelegermos e elegermos novos quadros para deputado federal e isso vem ao encontro da postura do Progressistas, que é um partido que quer focar e se fortalecer na Câmara dos Deputados. Nós temos hoje o presidente da Câmara, que é o deputado Arthur Lira. Nós temos o ministro mais importante do governo Bolsonaro, que é o ministro chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira. Nós temos quadros extremamente valorosos, que já demonstraram sua capacidade, sua competência. Eu não tenho dúvida que o partido irá colaborar e muito para o sucesso do governo ACM Neto, seja com as suas ideias, com as suas propostas, mas acima de tudo com quadros, com membros afiliados ao nosso partido, extremamente qualificados e competentes. Eu tenho convicção de que o Progressistas tem muito a oferecer e nós demonstramos isso ao longo de todos esses anos de convivência com o governo do governador Rui Costa.

 

Durante a coletiva de quinta-feira (17), João Leão reafirmou que pretende apoiar o ex-presidente Lula à presidência, e o senhor já falou também reiteradas vezes que irá apoiar Bolsonaro. Como é que vai se dar essa equação dentro do partido? Você acha que vai ter algum tipo de retaliação com seu nome ou dá pra conciliar as duas opções?

O ex-prefeito ACM Neto é o nosso pré-candidato a governador e deixamos claro que o palanque dele para governador é aberto. Ele não vai ter, não terá candidato a presidente da República. Liberando, portanto, todos os partidos que estão ao lado dele para apoiar o candidato a presidente que quiser. E a minha posição não mudou, é sempre clara assim. A nível estadual, nós liberamos a Bahia e outros estados para terem o candidato que melhor condizer com a eleição dos deputados. Então aqui nós não queremos e não iremos fazer com que haja um prejuízo às eleições das bancadas federais e estaduais dos estados federados. Agora a nível nacional, nós estamos definidos com o projeto do presidente Bolsonaro. Não há dúvida contra isso. Então não podemos confundir a situação da Bahia com a situação do Brasil. Na Bahia, já existe uma posição clara, definida inclusive pelo partido, que está liberado e isso não impede que haja uma campanha pró-Bolsonaro. Como também de outros candidatos a presidente da República, diante das alianças que estão sendo construídas e que já estão construídas, com o pré-candidato a governador ACM Neto, e ontem ele deixou isso claro. Com relação a João Leão, ele já mudou um pouco o discurso. Que ele poderá apoiar se tiver o apoio e o interesse de outro candidato a presidente. Isso não foi algo que foi dito aleatoriamente, então ninguém pode apoiar sem que o outro queira ser apoiado para que haja um apoio recíproco. Então eu penso que a gente deve aguardar um pouco para podermos ver o rumo dos acontecimentos.

 

O senhor foi um dos deputados que receberam a alcunha de “BolsoRui” por apoiar Bolsonaro a nível nacional e Rui Costa a nível estadual. Esse apelido te incomoda?

Não, estão me dizendo agora que sou “BolsoNeto” (risos). Eu na verdade quero ajudar aos municípios que honrosamente me elegem. Eu quero ajudar o país, eu quero ajudar o Brasil. E por ser um deputado de centro, eu não me coloco contra aqueles que gostariam, que tem ajudado o nosso país, o nosso estado. Você ser oposição para fazer discurso, para se posicionar contra tudo e contra todos, é muito fácil. Agora você construir soluções, construir projetos e executá-los, é extremamente difícil. E os meus eleitores, aqueles que me colocam nas posições que eu me encontro, tem claramente essa posição, de poder reconhecer o nosso trabalho. E esse trabalho tem dado resultados. Eu acabei de dizer que alguns tem certas posições, certas posturas de se posicionar como muro. Eu prefiro me posicionar como ponte. E prefiro que essas pontes sejam para construir o melhor futuro para a Bahia, para os baianos e para os brasileiros.

 

Muito provavelmente o candidato de Bolsonaro na Bahia será João Roma. O senhor já visualizou esse cenário, dele (Bolsonaro) vindo aqui, e o senhor estar no palanque de Roma e Bolsonaro e também estar no palanque de Neto? Foi imposto algum limite em relação a isso?

Não. Eu estou no palanque do pré-candidato a governador ACM Neto e para presidente apoiando Bolsonaro. Outros palanques que eventualmente venham a ter, eu não me coloco à disposição. Me coloco à disposição de estar ao lado, na condição da chapa de ACM Neto para governador, e para senador João Leão, presidente Bolsonaro.

 

E diante desse cenário de indefinição com a saída do Progressistas da base do governo. João Leão e Nelson Leal já entregaram seus cargos. E a probabilidade é de que todos os cargos ocupados pelo PP sejam retirados do governo. O senhor acha que o PDT e o MDB, por exemplo, que estão tentando retornar à base governista, eles têm capacidade, tem nome suficiente para ocupar esses espaços deixados pelo PP?

Os cargos são de confiança do governador. Cabe a ele decidir e discernir se lotear, com vários outros partidos que possam vir a lhe dar apoio é uma boa decisão, uma boa postura ou não. Eu farei com você e todos os baianos o nosso julgamento, principalmente durante o processo político eleitoral e as eleições, porque no dia do voto nós vamos julgar tudo isso. Eu penso que a gente não pode anular o que a gente diz. Então, eu prefiro aguardar qual seria a decisão do governador e a partir daí me posicionar. 

 

O governador Rui Costa declarou que haveria um julgamento do eleitorado com quem mudou o time. O PP pretende deixar claro para os baianos durante a eleição os motivos dessa mudança? E como é que vai ser trabalhado isso?

Os motivos já foram amplamente expostos. O João Leão foi convidado para assumir o governo e depois, desconvidado através de uma entrevista numa rádio. Isso já ficou claramente dito e qualquer notícia ou fala diferente disto não é verdade. E o tempo mostrará com fatos, com fotos, com falas, o que nós estamos acelerando. Nós nos sentimos extremamente desprestigiados, para utilizar uma palavra mais amena, na postura de fazer um acordo e desfazer por uma rádio. Então isso eu penso que tenha sido a gota d'água. E nós não vamos colocar que tomamos a iniciativa. Nós decidimos pela maioria dos seus membros, unanimidade dos deputados estaduais e federais, na executiva do Progressistas da Bahia, entregar os cargos e deixar o governador à vontade para poder utilizá-los. Se for de uma forma técnica, muito melhor. Se for de uma forma apenas de loteamento líquido para angariar apoio nós vamos estar observando. A nossa posição deveu-se a descumprimentos de acordos feitos. E isso é muito grave, porque não se desfaz uma aliança de 14 anos à toa. Nós temos nosso comprometimento com o governo no passado. Temos a nossa colaboração. Muito do que foi realizado deve-se ao Progressistas, aos seus quadros, às suas ideias. E obviamente, nós estamos agora partindo para um novo projeto. Deixando o passado no passado e querendo pensar e atuar firmemente com vistas ao futuro.

 

Então a estratégia do partido é de fato não agredir, não retrucar, só seguir em frente sem remexer o passado?

Nós não queremos ficar remoendo isso. Para mim, eu falo em nome pessoal. Eu falo por mim. Não vou ficar relembrando o passado. Isso agora fica para a história, não é? E nós vamos pensar no futuro. Agora, obviamente que toda a agressão, tem que haver uma reação. Mas não esperamos que isso ocorra, nós não queremos que isso ocorra, até porque durante todo esses anos o convívio foi muito harmonioso, muito pacífico. E eu não tenho nada de dizer que desabone, a não ser essa questão finalística do rompimento por conta de acordos não cumpridos. Eu penso que essa questão, tanto no conteúdo como na forma foi muito mal encaminhada. E em relação ao governador Rui Costa eu só coloco duas críticas. Primeiro, que poderíamos ter iniciado esse processo de discussão há mais tempo. Não em fevereiro, podia ter se discutido isso em novembro. Mas o processo se iniciou no mês de janeiro, já muito tardiamente na minha opinião. E essa questão de o próprio senador Jaques Wagner ter se colocado como pré-candidato, depois ter recuado. Colocou o senador Otto Alencar como pré-candidato a governador e depois recuou de novo. Isso criou toda essa confusão, todo esse tumulto e ao meu ver, não colaborou para que houvesse um bom desembaraço.

 

E por falar em Otto, o senhor acha que a disputa para o senado vai ser mais concorrida que o próprio governo? Uma vez que Otto vai estar de um lado, Leão do outro. O senhor acha que essa disputa vai ser mais acirrada para o senado?

Eu acho que vai ser uma boa disputa. Eu acho que são bons quadros, pessoas que tem passado, tem história e nós vamos apresentar. Na minha opinião o povo baiano vai sair ganhando, porque vencerá aquele que tiver melhores projetos, melhores propostas e mais convicção de fazer pela Bahia e pelos baianos no futuro. 

 

Cajado, muito se fala do tamanho do PP numa nova base. Você e o PP, já sinalizaram uma vontade de assumir algum cargo na Prefeitura de Salvador? Durante as tratativas, foram negociados cargos em alguma gestão? Seja a Prefeitura de Salvador ou outras que sejam administradas pelo grupo de Neto?

Da minha parte não. A conversa foi em relação ao programa, as propostas que nós poderíamos agregar ao programa de governo de  ACM Neto e o que nós poderíamos colaborar no seu governo no futuro. Em relação a cargos da Prefeitura de Salvador, eu pessoalmente não tratei disso. Agora, se for oferecido para que a gente possa colaborar com a administração do prefeito Bruno Reis, nós vamos analisar. Eu ainda não tive essa conversa, não sei se algum membro do partido teve, não saberia lhe informar. Mas isso não foi posto na mesa como condicionante para estarmos juntos nessa campanha.

 

Mais algum deputado mostrou interesse em se filiar ao PP nesses últimos dias?

Sim. Vamos ter grandes filiações tanto para candidatos a deputados estaduais quanto federal. 

 

Pode adiantar alguma dessas filiações para a gente?

Aí eu prefiro que você esteja na nossa apresentação coletiva.

 

Tem previsão de quando vai ser?

Estamos fazendo as conversas, eu acredito que até a janela.  Depois, quando ficar tudo acertado e os prazos concluídos, nós vamos fazer uma reunião, obviamente, para não apenas apresentar os novos membros e candidatos a deputados estaduais e federais, como também para eles se conhecerem e traçarmos um projeto em conjunto para a Bahia. 

 

Só tem uma vaga restante na majoritária de Neto, que é a vaga de vice-governador. O PP também participa dessa discussão? Ontem, por exemplo, Zé Ronaldo estava lá, foi bastante elogiado. O senhor teria alguma preferência dentro dos nomes que estão sendo postos para vice?

Não, eu não teria preferência. Essa é uma questão mais ligada ao governador, que é o titular do cargo. Mas ACM Neto já disse que vai compartilhar no momento da escolha com os demais partidos o nome que seria efetivado.