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Marca Bahia Notícias

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Ministro da Cultura diz que pasta vai buscar fontes de verba para escolas de samba do RJ

Por Estadão Conteúdo

Ministro da Cultura diz que pasta vai buscar fontes de verba para escolas de samba do RJ
Foto: Divulgação

No dia seguinte a sua posse, o ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, disse que será formado um grupo de trabalho para ajudar o Rio de Janeiro, reforçou que o presidente Michel Temer solicitou que a demanda das escolas de samba - que pedem R$ 13 milhões para o carnaval do ano que vem - seja atendida e avisou que fará um chamamento à iniciativa privada. "O valor (colocado pelas escolas) foi esse e agora vamos ver de que forma conseguiremos compor esses recursos", disse, após sair de reunião no Palácio do Planalto com o ministro da Secretaria-geral da Presidência, Moreira Franco. Sá Leitão confirmou que o presidente fez promessa aos representantes das escolas durante o encontro de ontem e disse que eles poderiam anunciar o carnaval de 2018. "O governo fará, sim, essa é a visão do presidente Temer. O presidente Michel Temer disse de fato isso a eles (os sambistas): que o governo federal fará todos os esforços para reunir os recursos necessários para que o carnaval do Rio aconteça em todo seu esplendor", afirmou Sá Leitão. Segundo ele, a verba poderá ser composta por recursos incentivados do município e do Estado, da iniciativa privada, e eventualmente de recursos orçamentários que poderão vir de várias áreas.  O ministro disse ainda que o governo vai tentar atrair empresas interessadas em investir no carnaval. "Isso vai ser absolutamente fundamental, quero aproveitar essa oportunidade para fazer esse apelo. A participação da iniciativa privada é importantíssima não só no carnaval, mas em todo o programa que estamos desenvolvendo. Precisaremos do apoio incondicional da iniciativa privada", afirmou, ressaltando que vai convocar as grandes empresas de tecnologia para investirem. Mesmo com a situação de calamidade financeira do Estado, Sá Leitão disse ainda que é fundamental que haja integração entre poder municipal, estadual, federal para garantir as ações que serão propostas. "Não vai ser um esforço único do governo federal", enfatizou.