Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Curtas do poder

Curtas do Poder

Curtas do Poder - Zeca de Aphonso - 18/02/2014

Por Zeca de Aphonso

Curtas do Poder - Zeca de Aphonso - 18/02/2014
* O único grande empresário com muitos imóveis em Salvador que pagou o IPTU feliz da vida, e à vista, foi o praieiro João Gualberto.
 
* Outro que não tem se queixado é Victor Ventin, presidente do Fórum Empresarial. Segundo comenta-se, Ventin vive de aluguel e não possui empresas.

* Outro que ficou caladinho, no cantinho, foi Nilton Sarti, presidente da Ademi. Vai saber por que...

* E o Ministério Público da Bahia, guardião da Constituição? Também ficou no cantinho, caladinho! Aliás, dona Rita Tourinho ensaiou enquadrar a prefeitura, mas pelo visto, foi enquadrada.
 
* Aliás, há muito alertamos aqui ao soberano que o Romano (Mauro Ricardo) coletor de impostos não tem compromisso político com a cidade. Seu único objetivo é arrecadar.
 
* Bem que Neto poderia aproveitar a sua reforma no secretariado após o Carnaval, embalá-lo e devolver para o PSDB de São Paulo, de onde nunca deveria ter saído. 
 
* Por falar em reforma, todo mundo está de olho na pasta de Aleluia. Principalmente seus colegas secretários. Mas, não sei se é verdade, o cargo já foi preenchido por Mário Gordilho. 
 
* O silêncio dos inocentes: este com certeza é o livro de cabeceira – do momento – de Geddel Vieira Lima.
 
* Aliás, enquanto isso o língua plesa (Rui Costa), Lídice e Paulo Souto já estão na estrada.
 
* Na minha visão política, que é bem aguçada, a união das oposições está dividida em: o povo do PSDB e Souto contra o povo de Neto e Geddel.
 
* Algum tempo atrás o PP, que não é chegado a chantagem, esteve reunido com Eduardo Campos (PSB) e fez questão de divulgar para meia Bahia. Nesta terça-feira (18), pela manhã, João Leão, que também não é chegado a chantagens, postou a seguinte foto em seu Face (clique aqui e veja).
 
* Fede a concessão do lixo em Feira de Santana. Comenta-se que Zé Ronaldo tem preferência por um de seus apoiadores. Só que já está comprando briga feia com a Revita, empresa que se acha dona dos resíduos sólidos e não sólidos de todas as grandes cidades brasileiras. 
 
* Por falar em Revita, não andam boas as relações da empresa com o nosso alcaide. Comenta-se que Neto não vê a hora de mudar, pois o costume do cachimbo deixou a boca torta.


* Vai começar uma guerra para o cargo de Juiz do TRE-BA. Eu, aqui na minha ignorância, não consigo entender como um advogado que ganha mais de R$ 50 mil em sua banca entra numa briga para um cargo temporário, de dois anos, salário abaixo de R$ 10 mil e com chefe. Ou é muita vontade de servir ao próximo ou realmente eu não entendo.
 
* Durante julgamento da modulação da Louos / PDDU, a vice-presidente do TJ-BA, desembargadora Vera Lúcia Freire de Carvalho, largou a seguinte pérola sobre o colega Clésio Rosa, que votou integralmente na proposta que permitia a modulação alegando a distância de certos estabelecimentos comerciais, a exemplo de pizzarias: “Ele alega que precisa andar muito para comer uma pizza. Agora, imagina, como se ele fosse muito magrinho...".
 
 
O CABEÇA E EU
 
 
A MORTE DE LUIS EDUARDO
 
 
ACM tinha uma paixão imensa pelo deputado Luis Eduardo Magalhães, o que não o impedia de reclamar com ele, às vezes na presença de amigos de Dudu, que tinha então o apelido de Dudu Brilhantina, por estar sempre bem vestido e com o cabelo reluzindo. Eram discussões que logo acabavam e o amor emergia também à vista de todos. Fato normal na personalidade do Cabeça Branca, que preparou Luis Eduardo para chegar à Presidência da República. A morte do deputado, vítima de um infarto fulminante, gerou uma consternação nacional, por não ter inimigos na política e ser cordato, de trato refinado. Antes, em um desastre automobilístico, havia perdido seu grande amigo, o deputado Luis Cabral, o que muito o abalou. Com a morte do brilhante parlamentar, excelente articulador, seu corpo foi levado para ser velado no Congresso. ACM, chorando muito, se postou na cabeceira do esquife e ali permaneceu enquanto havia a visitação ao corpo. De preto, sempre chorando com um lenço nos olhos cobertos com óculos escuros, ACM recebia os visitantes. Como eu gostava muito de Luiz Eduardo, acompanhei a solenidade fúnebre pela televisão. Só deixava o vídeo quando os últimos visitantes se retiravam e, com eles, ACM, que no amanhecer do dia seguinte estava no mesmo lugar, recebendo as condolências e chorando. Assim foi. O Cabeça reparava em todos os que visitavam o corpo do filho, que foi trazido para ser sepultado em Salvador. Pouco a pouco, ACM foi se recuperando e mais ou menos um mês depois ele me chamou: “Zeca de Aphonso, quero falar com você”. Era para desabafar. Chorava, contava histórias do filho, o futuro que o esperava e, vez por outra, desviava para conversas mais amenas. Foi aí que me segredou: “Ele viveu bem. Diante do seu caixão mortuário, percebi o quanto era querido. Ele viveu bem, Zeca. Soube aproveitar o pouco tempo que teve de vida. Isso me acalenta”.
 
 
* Se você tem alguma sugestão, pode mandar para [email protected] ou, se preferir, vá ao Facebook de Zeca de Aphonso e conte.

Compartilhar