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Paulo Gustavo se manifesta após ser acusado de vetar beijo gay em 'Minha Mãe é uma Peça 3'
Foto: Divulgação

Em meio às críticas impulsionadas pela declaração do ator Rodrigo Pandolfo de que Paulo Gustavo teria vetado uma cena de beijo gay no longa-metragem “Minha Mãe é Uma Peça 3”, o humorista decidiu se manifestar. 


"Gente, algumas pessoas estão questionando nas redes sociais o porquê de não haver uma cena de beijo gay no casamento do 'Juliano', filho da 'Dona Hermínia', no Minha mãe é uma peça 3. Vamos lá. Quando comecei a escrever esse filme, eu tinha uma caneta e uma folha em branco e não sabia por onde começar, mas pensei: quero falar sobre casamento gay", escreveu Paulo Gustavo em sua conta no Instagram.


Segundo o artista, o momento do casamento trata de “uma coisa maior”. “O orgulho que essa mãe sente ao ver o filho seguir o caminho do amor e casando com quem ele ama! Sendo quem ele quer ser! Eu quis botar esse trecho do casamento deles dois pra relembrar o que eu vivi e pra com isso tentar inspirar e transformar outras famílias! Coisa que eu tenho feito todos esses anos em vários trabalhos!”, declarou, afirmando a obra fala sobre como Dona Hermínia vai lidar com seus filhos formando novas famílias e que o desenrolar na vida de Juliano é apenas uma parte. “Seu casamento é uma parte do filme! Muito importante, mas que está junto de outras questões que também acontecem na trama. Não é que exista a cena de um casamento, troca de alianças, ‘até que a morte os separe’ e só não há o beijo. Não existe essa cena dentro do filme. Existe um discurso emocionado dos noivos que é interrompido por Dona Hermínia - daquele jeito dela que vocês bem conhecem - para que ela se declare não só para Juliano mas para toda a família. Após esse momento, já estão todos dançando e brindando e celebrando o amor não só dos recém-casados mas da família toda”, descreve Paulo Gustavo.


O humorista destaca ainda a necessidade de “enfrentar e combater essa era raivosa e preconceituosa”, diz entender os questionamentos e considera-los legítimos, mas defende que “estão mirando no alvo errado”. “Não sou ativista, militante, mas sou um ser político! Minha bandeira é minha vida! Sou gay, casado há seis anos com Thales, meu marido, e somos muito felizes! Agora temos dois lindos filhos e sou rodeado de amor! E é esse amor que eu quero espalhar pelo mundo!”, afirmou.  

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