Após cancelamento de peça, Elisa Lucinda escreve comunicado para público baiano
Foto: Divulgação

Após o espetáculo “Parem de Falar Mal da Rotina” ser adiado porque Elisa Lucinda quebrou o punho (veja aqui), a atriz do monólogo escreveu um comunicado para o público baiano falando sobre o ocorrido e explicando sua situação.

 

No inicio do texto a cantora destacou a sua dedicação ao trabalho e como fica triste quando não consegue realiza-lo: “Não suporto faltar ao trabalho, mesmo sendo alguém que curte passear, andar de bicicleta, se divertir, cantar, fazer saraus, namorar, dançar forró, sou uma pessoa que trabalha todos os dias e me faz muito mal faltar ao meu ofício”. 

 

Com relação aos cancelamentos da temporada do espetáculo em Salvador que estavam marcados para este final de semana, a cantora revelou o quão arrasada ficou ao saber que não iria conseguir realizar as apresentações.  “Depois de ficar no começo do mês, internada por conta de uma diverticulite e de ter por isso transferido a temporada de “Parem de Falar Mal da Rotina”, em Salvador, na Caixa Cultural para este fim de semana, fui surpreendida por um acidente doméstico onde fraturei o pulso. [...] Com o pulso fraturado em vários pontos estou afastada das minhas “atividades laborais” durante o verão. Chorei muito. A notícia me arrasou. Na ilusão e na minha pulsão de trabalhar e trabalhar, nem pensei quando entrei no hospital domingo para a cirurgia que, na quinta, eu não pudesse atuar”. 

 

Elisa fez questão de elogiar o público baiano e disse que sempre foi muito bem recebida em Salvador.  “Estava preparada, bronzeada, afiada, bonita e magra para me apresentar ao público baiano na 16ª temporada do ‘Parem de Falar Mal da Rotina’, na cidade que me acolhe e cujo público jamais me faltou. Explico: a primeira vez que me apresentei na Bahia da magia profissionalmente foi num projeto chamado Inverno em Salvador, isso era 1996 e não posso esquecer do lugar lotado me recebendo de braços abertos, como se já fosse uma artista consolidada e famosa. Um caso de amor”.

 

“Meu amado público, não deixe que nenhum governo nos despreze. É o artista que representa o povo. É ele o palhaço, a mocinha e o bandido da história. Não sei porque escrevendo essas linhas comecei a chorar. Acho que vou usar o som dos aplausos que guardo em meu peito, os calorosos aplausos que vieram de suas mãos para o meu coração, respeitável público, e que são remédio invisível que me ajudam nessa hora da cura. Até breve, minha quimera. Sei que a Bahia me espera”, finalizou a atriz. 

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