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Marca Bahia Notícias

Notícia

Em nota, ex-baixista da Retrofoguetes explica que não era proponente de CD não-lançado

Por Virgínia Andrade

Em nota, ex-baixista da Retrofoguetes explica que não era proponente de CD não-lançado
CH (centro) e os ex-companheiros de banda Rex e Morotó Foto: Sora Maia
Após veiculação de matéria sobre o retorno da banda Retrofoguetes, publicada no último sábado (8), a assessoria do baixista CH Straatmann entrou em contato com o Bahia Notícias para dar a sua versão à declaração do baterista Rex sobre o cancelamento do edital aprovado pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Secult/BA) para a gravação do terceiro disco do grupo, “Dramascope Vol 1”. Em nota, o músico explica que, diferente do que foi afirmado, não era ele o proponente do projeto, mas a produtora da banda, Clara Marques, que ao ser aprovada em concurso público para Reda da Secult, inviabilizou o andamento do projeto. Em consulta ao site da Fundação Cultural do Estado e à lista de aprovados no Reda em 2012, o BN confirmou que a proponência do projeto no nome de Clara Marques e a homologação da produtora como Reda da Secult.
 
Leia a íntegra da nota enviada por CH Straatmann:
 
“Eu nunca cheguei a ser proponente desse projeto. O proponente era a produtora Clara Marques, que desclassificou o projeto quando assumiu um cargo de REDA na Secult no mesmo ano. Houve uma tentativa de transferência para o meu nome, porém as relações internas da banda estavam muito ruins. Em Janeiro de 2013 tivemos uma reunião em estúdio sobre o assunto e deixei claro que não queria mais que meu nome fosse colocado para aquela finalidade e, de qualquer forma, proponência de projeto já inscrito não se altera. Semanas depois decidi deixar o grupo, que, naquele momento, também já não contava mais com seu guitarrista original. Saí muito decepcionado desse projeto, depois de 11 anos de um trabalho onde me dediquei como compositor, instrumentista, atuando também nas áreas de planejamento, produção e comunicação. Esse tipo de ataque pessoal a minha pessoa, só comprova que minha decisão foi acertada”.
 
Em conversa com o BN, Clara confirmou que era a proponente do projeto original e ao assumir o cargo de funcionária da Secult não poderia continuar na função. Como ainda não tinha assinado o termo de acordo e compromisso, solicitou junto ao então secretário de Cultura, Albino Rubim, a mudança de proponente do projeto para CH, que teria assinado os documentos necessários para a alteração. Segundo a produtora, após alguns meses em tramitação do processo, a mudança foi autorizada e faltava apenas a assinatura do termo de acordo e compromisso para ser publicado no Diário Oficial e, justamente nesse momento, CH anunciou sua saída da banda. “Eu era proponente do projeto original, que foi aprovado, e antes até de eu assinar o termo de compromisso e começar a tramitar, fui aprovada no concurso. Como funcionaria eu não poderia estar envolvida com um projeto, muito menos sendo proponente. Então, fiz uma solicitação para alteração do proponente, que seria CH. Ele assinou um termo aceitando isso, nós mandamos para o secretário e foi aprovado. Estava tudo certo, era só uma formalidade ser publicado no nome dele, mas já tinha sido autorizado. Uma coisa que até então não tinha acontecido. Uma segunda alteração de proponente seria muito improvável. A partir do momento em que ele se retirou do projeto desta forma, eu voltaria a ser a proponente, só que como funcionária não poderia, automaticamente inviabilizando a execução do projeto.”, finaliza Clara.