Uma nova cidade
Foto: Divulgação
Quando assumiu a Prefeitura de Salvador, em 2012, o prefeito ACM Neto encontrou uma cidade totalmente desfigurada. Financeiramente, urbanisticamente e socialmente. Uma Salvador que estava com a auto-estima baixa e que perdia atratividade dentro e fora do Estado.
Em menos de três anos, contudo, o prefeito ACM Neto mudou a cara da cidade. Equilibrou as finanças e promoveu o resgate urbanístico, financeiro e social, estabelecendo prioridades e redirecionando os investimentos para as áreas mais carentes, independente da região geográfica e econômica, governando a cidade como um todo.
Muitos diziam que seria impossível administrar Salvador sem um alinhamento automático com os governos federal e estadual e que o dieal seria que a capital tivesse um prefeito com esse perfil. Mas ACM Neto mostrou que com seriedade e competência, seria, como demonstra ser, possível caminhar com as próprias pernas.
E os resultados mais concretos dessa forma de administrar são vistos em toda a cidade. Da urbanização, que tanto privilegiou áreas nobres e com, enorme potencial turístico como a Barra e Rio Vermelho, a periféricas, como as praias de São Thomé de Paripe e Tubarão, no Subúrbio Ferroviário. E a mais clara demonstração disso é a construção do primeiro Hospital Municipal, em Cajazeiras, com recursos próprios.
A implantação de uma política habitacional, com a titularização fundiária e imobiliária, beneficiou milhares de famílias, mas avançou quando foi implantado o Programa Morar Melhor, promovendo a requalificação 100 mil moradias nas áreas mais carentes da cidade. E fechando com chave de ouro o programa habitacional do Município com a requalificação da Cidade de Plástico, onde centenas de famílias vivem em condições sub humanas de moradia, próxima à Lagoa da paixão, região da nascente do Rio do Cobre.
Em menos de três anos, contudo, o prefeito ACM Neto mudou a cara da cidade. Equilibrou as finanças e promoveu o resgate urbanístico, financeiro e social, estabelecendo prioridades e redirecionando os investimentos para as áreas mais carentes, independente da região geográfica e econômica, governando a cidade como um todo.
Muitos diziam que seria impossível administrar Salvador sem um alinhamento automático com os governos federal e estadual e que o dieal seria que a capital tivesse um prefeito com esse perfil. Mas ACM Neto mostrou que com seriedade e competência, seria, como demonstra ser, possível caminhar com as próprias pernas.
E os resultados mais concretos dessa forma de administrar são vistos em toda a cidade. Da urbanização, que tanto privilegiou áreas nobres e com, enorme potencial turístico como a Barra e Rio Vermelho, a periféricas, como as praias de São Thomé de Paripe e Tubarão, no Subúrbio Ferroviário. E a mais clara demonstração disso é a construção do primeiro Hospital Municipal, em Cajazeiras, com recursos próprios.
A implantação de uma política habitacional, com a titularização fundiária e imobiliária, beneficiou milhares de famílias, mas avançou quando foi implantado o Programa Morar Melhor, promovendo a requalificação 100 mil moradias nas áreas mais carentes da cidade. E fechando com chave de ouro o programa habitacional do Município com a requalificação da Cidade de Plástico, onde centenas de famílias vivem em condições sub humanas de moradia, próxima à Lagoa da paixão, região da nascente do Rio do Cobre.
Salvador é hoje uma nova cidade. Revitalizada em todos os seus aspectos e pujante nas obras que estão sendo realizadas. Nos bairros periféricos crianças e adultos podem brincar nas novas praças que foram construídas. Postos de saúde estão sendo reformados e escolas recuperadas.
Intervenções no sistema viário permitem novos parâmetros de mobilidade em áreas antes esquecidas, como Cajazeiras, que ganha duas novas avenidas de ligação intra bairros e para a BR-324. Ou pontuais como as que foram realizadas na Região do Iguatemi. Bairros como Itapuã e Ribeira ganham perfis novos, com a revitalização das praias, e ações como o PPI – Programa de Parcelamento Incentivado – permite ao contribuinte ficarem dias com suas obrigações com o Fisco Municipal, mas ao mesmo tempo permite que a Prefeitura equilibre suas finanças pára ter recursos para administrar bem a cidade.
O mais importante é que a cidade hoje é outra. O cidadão soteropolitano percebe que os recursos frutos do imposto que paga contribui para manter equilibrada a máquina administrativa porque está sendo bem aplicado.
Era esse o resgate que a cidade precisava.
* Paulo Magalhães é vereador de Salvador pelo PSC
* Os artigos reproduzidos neste espaço não representam, necessariamente, a opinião do Bahia Notícias
