Por uma OAB de verdade
Foto: Angelino de Jesus/ OAB-BA
É, no mínimo, surpreendente a tentativa do nobre colega Gamil Föppel de ironizar o espírito republicano e democrático do atual presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Bahia, Luiz Viana Queiroz, em artigo no Bahia Notícias. Até porque, depois da eleição de Luiz Viana à presidência, a OAB-BA deixou de ser uma entidade encastelada e distante dos advogados baianos.
O exercício da democracia e do republicanismo pela atual presidência é testemunhado diariamente por toda a classe. Desde a sua posse, Luiz Viana abriu a entidade à participação de todos os advogados com o objetivo de construir uma OAB de verdade, rigorosa na defesa das prerrogativas da classe, combativa no enfrentamento da crise do Judiciário e vigilante na proteção do estado democrático de direito.
Talvez pelo fato de o signatário do indigitado artigo não ter atendido ao chamado do presidente à participação de todos e permanecer distante da entidade, como admite (“Não tive oportunidade de conviver com o atual presidente da OAB”), falte-lhe a certeza da indiscutível conduta democrática e republicana da entidade sob a liderança de Luiz Viana.
Curiosamente, o Dr. Gamil Föppel, que tanto poderia ter contribuído para os avanços da Ordem nestes últimos dois anos e oito meses, decide tecer recomendações, que se revestem de infundadas acusações, apenas agora, em período pré-eleitoral. Querer imputar a Luiz Viana atos de terceiros no pleno exercício individual do direito de opinião é, no mínimo, uma tentativa de antecipação do embate eleitoral, que tem data marcada para começar: 11 de outubro de 2015.
Por sinal, a pré-candidatura de Luiz Viana não partiu dele, mas do clamor de uma parcela significativa dos advogados baianos que percebem nele o líder democrata e republicano que, numa gestão transparente e competente, provou na prática o merecimento e a capacidade de permanecer na condução da OAB-BA por mais um mandato.
O exercício da democracia e do republicanismo pela atual presidência é testemunhado diariamente por toda a classe. Desde a sua posse, Luiz Viana abriu a entidade à participação de todos os advogados com o objetivo de construir uma OAB de verdade, rigorosa na defesa das prerrogativas da classe, combativa no enfrentamento da crise do Judiciário e vigilante na proteção do estado democrático de direito.
Talvez pelo fato de o signatário do indigitado artigo não ter atendido ao chamado do presidente à participação de todos e permanecer distante da entidade, como admite (“Não tive oportunidade de conviver com o atual presidente da OAB”), falte-lhe a certeza da indiscutível conduta democrática e republicana da entidade sob a liderança de Luiz Viana.
Curiosamente, o Dr. Gamil Föppel, que tanto poderia ter contribuído para os avanços da Ordem nestes últimos dois anos e oito meses, decide tecer recomendações, que se revestem de infundadas acusações, apenas agora, em período pré-eleitoral. Querer imputar a Luiz Viana atos de terceiros no pleno exercício individual do direito de opinião é, no mínimo, uma tentativa de antecipação do embate eleitoral, que tem data marcada para começar: 11 de outubro de 2015.
Por sinal, a pré-candidatura de Luiz Viana não partiu dele, mas do clamor de uma parcela significativa dos advogados baianos que percebem nele o líder democrata e republicano que, numa gestão transparente e competente, provou na prática o merecimento e a capacidade de permanecer na condução da OAB-BA por mais um mandato.
Em eventos informais com os colegas, Luiz já defendeu que a campanha, quando começar, seja pautada por questões de interesse da classe, que sejam discutidos temas importantes à democracia e relevantes para a OAB-BA. A expectativa é que não se repitam comportamentos espúrios, a exemplo da disputa anterior, quando houve ataques pessoais a Luiz Viana, que, no seu exemplar estilo democrata, preferiu elegantemente esquivar-se da baixaria a revidá-la.
Neste momento, em que o nosso país atravessa uma complicada crise política, é mais do que oportuno para a Ordem, durante o seu processo eleitoral, dar exemplo de lisura, transparência e respeito aos princípios democráticos. Não devemos sob nenhuma hipótese ceder às tentações do vencer a qualquer custo.
Que fique claro: Luiz Viana Queiroz continua sendo o presidente da OAB-BA, cumprindo incansavelmente todas as suas obrigações com a entidade e a classe que representa. Exemplo disso foi a iniciativa de fazer uma representação ao Conselho Nacional de Justiça para que fosse garantido o funcionamento dos serviços essenciais do Judiciário durante a greve dos servidores.
Da mesma forma, tem sido incansável sua luta no enfrentamento da crise do Judiciário baiano, um problema muito sério para o qual a atual gestão da OAB-BA já propôs um plano de reestruturação, com a participação dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.
É um postulado de Luiz Viana que todas as conquistas sejam sempre em prol da OAB, dos advogados e da sociedade. É bom atentar para o fato de que todas as realizações de sua gestão não são emplacadas com nomes de nenhum dos dirigentes. Luiz Viana Queiroz é um homem público, sem vaidades, forjado na missão de construir uma OAB de verdade, que cumpra seu papel institucional de ser guardiã da democracia brasileira.
* Fabrício Oliveira é vice-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Bahia
* Os artigos reproduzidos neste espaço não representam, necessariamente, a opinião do Bahia Notícias
