Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Artigo

Artigo

País sem pátria

Por Nilton José Costa Ferreira

País sem pátria
Perdemos ou ganhamos com a vergonhosa derrota do Brasil para Alemanha de 7 a 1? Analisamos aqui não um fato individual, mas o resultado de uma equipe de 203 milhões de brasileiros. Onde falhamos?... Com certeza no conceito de equipe e, quando uma equipe representa um país, faltou o sentimento nativista.

Como perdemos este sentimento?  Com a lei que mais prevalece no Brasil... A LEI GERSON, proclamada por um jogador de futebol. Salvo melhor juízo, o amor ao Brasil cedeu lugar a sentimentos individualista, deturpados e ou decorrentes de alianças totalitárias versando o individualismo. Não nos preocupamos com o que podemos fazer pelo nosso País... Até nos esportes. Salários espetaculares, vantagens milionárias da mídia não livraram o Brasil deste individualismo preconizado pela corrupção e demais benefícios individuais concedidas em detrimento do Estado e seu povo.

É inegável a exteriorização sofrida pelo país nos seus valores pilares dos cidadãos.Se viajarmos pelo mundo, veremos que nos países mais poderosos é comum ter cidadãos manteando bandeira do país... Isto é o sentimento nativista. Este sentimento no Brasil deu lugar ao individualismo proveniente decorrentestotalitárias. O conceito de Estado cedeu lugar a corrente política individualista ou, por assim dizer... totalitária. Valores sociais como educação, saúde, segurança pública e pátria foram arquivados ou destruídos, prevalecendo a Corrupção e o individualismo exacerbado em detrimento da sociedade.

Com os inúmeros exemplos de corrupção e demais atos ilícitos, com o pedido antecipado de aposentadoria do ministro chefe do Supremo Tribunal Federal que perdeu para o crime e com os privilégios concedidos aos poucos condenados, podemos dizer que temos um País, uma Pátria ou um Estado de Direito ou Bem Estar Social?
 
Não perdemos a COPA, uma partida de futebol... Não perdemos para aos alemães assim como no morro ou para o crime. Ganhamos a oportunidade de rever nossos valores morais, da sociedade e nativistas. Brasil ame-o ou deixe-o!
 
Assim como a Copa, existem Petrobrás, BNDE, PREVI, Banco do Brasil, outros e a Nação. Não podemos condenar Felipão ou a equipe da seleção brasileira... Se alguém deve ser condenado, sejamos todos nos pelas nossas escolhas.

*Nilton José Costa Ferreira, pesquisador do CNPQ/OSPBA. Doutorando em Desenvolvimento Regional e Urbano, na Universidade Salvador – UNIFACS