O turismo receptivo e a escalada dos grandes eventos rumo a 2016
O Brasil, definitivamente, vive a escalada dos grandes eventos esportivos internacionais. Até 2016, com a realização de megaeventos, como Copa FIFA 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, que mobilizarão multidões e grandes volumes de recursos. Com a aproximação dessas realizações, o setor de turismo precisa aprofundar o debate sobre os impactos e oportunidades que têm surgido, como esses eventos podem impactar na imagem do país e das cidades e como eles podem contribuir para mudar a indústria de viagens, especialmente do turismo receptivo.
Hoje, o foco das discussões versa basicamente sobre os nossos maiores gargalos, como infra-estrutura e qualificação, questões sobre as quais o Governo tem trabalhado juntamente com o empresariado e toda a sociedade em busca de soluções. O brasileiro tem se focado nos problemas estruturais e esquecem das qualidades e capacidade do país para receber grandes eventos. Não obstante os desafios que temos a enfrentar é preciso vislumbrar as grandes oportunidades estratégicas de uma política descentralizada de promoção nacional, com o objetivo de divulgação e diversificação da nossa oferta em produtos e novos destinos pouco conhecidos no exterior.
Hoje, o foco das discussões versa basicamente sobre os nossos maiores gargalos, como infra-estrutura e qualificação, questões sobre as quais o Governo tem trabalhado juntamente com o empresariado e toda a sociedade em busca de soluções. O brasileiro tem se focado nos problemas estruturais e esquecem das qualidades e capacidade do país para receber grandes eventos. Não obstante os desafios que temos a enfrentar é preciso vislumbrar as grandes oportunidades estratégicas de uma política descentralizada de promoção nacional, com o objetivo de divulgação e diversificação da nossa oferta em produtos e novos destinos pouco conhecidos no exterior.
Eventos como a Copa do Mundo FIFA e os Jogos Olímpicos são oportunidades ímpares de promoção do país como destino turístico, que muitos anos de campanhas publicitárias em todo o mundo não seriam capazes de oferecer. É o momento de mostrar o país com inigualáveis belezas naturais, rica cultura, belas cidades e um povo alegre e receptivo. É a hora de explorar todo o potencial desses eventos, cujo benefício será, sem dúvida, o impacto de promoção e de mídia sobre o Brasil, e as cidades-sede, como o Rio de Janeiro (cidade sede dos jogos olímpicos e ícone do imaginário do turista estrangeiro e importante portão de entrada do país) e Salvador, de modo a alavancar o turismo e a economia. Isso tudo visando alcançar as metas traçadas pelo Governo: a expectativa é aumentar em 192% a entrada de divisas geradas por turistas estrangeiros no Brasil até 2020.
*Marco Antônio de Britto Lomanto, é diretor de Produtos e Destinos da Embratur.
