Com Samuel Celestino

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Pérola do dia

Pastor Sargento Isidório

“Estamos em uma nação que valoriza o orgulho de ser gay, lésbica, por isso não haveria sentido em proibir os psicólogos de atuar ajudando quem não está confortável com sua orientação sexual”.

Deputado estadual, sobre projeto conhecido como "cura gay", proposto pelo pastor Marco Feliciano e aprovado pela Comissão de Direitos Humanos da Câmara nesta terça-feira (18). 

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Entrevistas

Ney Campello

Na semana em que Salvador recebe os primeiros jogos da Copa das Confederações, o secretário estadual da Copa do Mundo de 2014, Ney Campello, admite, em entrevista ao Bahia Notícias, que a cidade não está totalmente pronta para receber o campeonato. “Acho que há uma distância daquilo que nós desejamos, do que nós projetávamos, que se deu, principalmente, em função da dificuldade do acordo institucional entre o governo do Estado e a prefeitura”, avalia. Mesmo assim, ele diz que tem sentimento de “dever cumprido” e elenca a herança dos eventos esportivos para o estado, como as reformas do Porto e do Aeroporto de Salvador e implantação de um sistema de videomonitoramento de segurança, o Centro Integrado de Comando Regional. Com os recentes transtornos no trânsito sentidos pelos soteropolitanos, o titular da pasta acredita que as mudanças pedidas pela Fifa são necessárias para dar suporte à realização dos jogos. “Não há como não ocorrer nenhum transtorno. O que faltou foi uma política de comunicação com a cidade sobre essa interdição”, sugere. Além disso, apesar da restrição de venda de acarajé dentro e no entorno da Arena Fonte Nova, Campello opina que as vendedoras do quitute “têm que comemorar muito o resultado”. Ele defende que a competição viabilizou geração de trabalho e renda para a população baiana, principalmente porque cerca de 600 ambulantes foram cadastrados para vender no raio de 2 km do entorno do estádio.

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Multimidia

Movimento invade Tancredo Neves

Movimento Passe Livre invade Tancredo Neves

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AL-BA: Um mês após Operação Detalhes, Roberto Carlos ainda é corregedor, não há Conselho de Ética e ninguém foi indiciado
Marcelo Nilo mantém Roberto Carlos | Foto: Max Haack/ Ag. Haack/ Bahia Notícias
Exatos 30 dias após a Operação Detalhes, da Polícia Federal, (ver aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui também) quase nada mudou na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). No último dia 3 de abril, agentes da PF invadiram o gabinete do deputado estadual Roberto Carlos (PDT) e o setor de Recursos Humanos da Casa em busca de documentos e máquinas que comprovassem a denúncia feita pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), de que o parlamentar teria feito movimentações financeiras irregulares. Ao todo, 12 mandados de busca e apreensão foram cumpridos no gabinete e nas residências do pedetista, no Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC) de Juazeiro, entre outros locais identificados como sua base eleitoral. O laptop pessoal, computadores e uma resma com nomes e dados foram levados. Conforme a investigação, Roberto Carlos manteria funcionários fantasmas, que receberiam salários de R$ 3 mil a R$ 8 mil e repassariam parte ou todo o valor para ele mesmo ou seus familiares. Na época, de acordo com o superintendente regional da PF em exercício, Daniel Veras, seis dos oito servidores identificados admitiram o desvio. “Todas as pessoas envolvidas sabiam que participavam do esquema”, sacramentou. Embora a própria Polícia Federal tivesse cogitado indiciar todos os envolvidos por formação de quadrilha, peculato, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro, até agora, segundo a assessoria do órgão, ninguém foi punido.

No Legislativo, apesar do temor de novas apurações, à exceção do silêncio dos demais deputados, também nada aconteceu. Ao contrário, Roberto Carlos segue no cargo de corregedor da Casa. De acordo com o presidente da AL-BA e correligionário do acusado, Marcelo Nilo, a exoneração do colega poderia significar culpa presumida. “Eu fiz uma carta à Polícia Federal pedindo informações, mas o que me disseram foi que o processo corre em segredo de justiça. Então, preferi não tomar nenhuma atitude. Não me cabe julgar se ele é ou não é culpado. Estou aguardando os autos”, argumentou o parlamentar, em entrevista ao Bahia Notícias. Conforme Nilo, pelo mesmo motivo, o prometido Conselho de Ética não foi instalado na Casa. Como “alento”, nesta quarta (2), ele salientou que foi aprovado pela Mesa Diretora, à unanimidade, o corte do ponto dos deputados que faltarem sem justificativa às sessões das comissões temáticas da Assembleia. Quanto aos detalhes da operação, segundo a previsão da PF, as minúcias só serão conhecidas depois da finalização do inquérito, que deve durar mais dois meses.

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Qual o legado que a Copa das Confederações deixará em Salvador?

Artigos

Cláudio André de Souza

18/06/2013 16:38

A mobilização das ruas

As últimas semanas marcaram o retorno a cena de jovens voltados a barrar o aumento das passagens na capital paulista. Além da truculência policial como impulsionador de novas mobilizações (o que demonstra apego a valores democráticos), em parte, a multiplicação de protestos buscam articular demandas que de longe se limitam a questões de mobilidade urbana. O repertório político consiste, grosso modo, em duas dimensões: uma geral e outra particular.

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Viagem no tempo

Samuel Celestino, anos atrás

17/06/2013 07:24

Publicado no Jornal A Tarde, em 26 de junho de 1993 - O Reforço da Sociedade

Se o governado Antonio Carlos Magalhães convidar Itamar Franco para a inauguração do Teatro Castro Alves, sem dúvida que fará um bom negócio. Não como presença política, como presidente da república, porque o governador está em linha de oposição, mas sim como tração mesmo, para brilhar entre os artistas convidados para o show de abertura do TCA. Existe entre Itamar e a classe artística (feminina, claro) uma notável empatia.

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