Quinta, 16 de Novembro de 2017 - 11:00

‘Todos os dias enfrento cobras’: Rick fala de preconceito na TV e sonho de sair da Bahia

por Bárbara Gomes / Lucas Arraz

‘Todos os dias enfrento cobras’: Rick fala de preconceito na TV e sonho de sair da Bahia
Repórter, apresentador, ator, performer, digital influencer, youtuber… Ufa! Rick Bandeira, o divertido repórter do programa Universo da TV Aratu, não se divide somente entre seus personagens, como a divertida Ana Célia, como também em diferentes projetos e funções. Se você acha que é muita coisa, para o ator de 30 anos é algo “bastante natural”. Além do Universo, Rick é instagramer e tem um canal no Youtube com a sua mãe. Mas o grande sonho do ator mesmo é sair de Salvador. “Meu grande sonho profissional é viver como ator. É fazer novela, teatro, cinema. Foi para isso que estudei a vida inteira”, diz. Enquanto não realiza o sonho Rick prepara o lançamento de uma peça, enquanto tenta evitar as críticas dentro da televisão. “Todos os dias eu enfrento cobras”, conta. “Eu sofro preconceitos por estar exercendo uma função para a qual eu não estudei”, completa o apresentador. Rick lançou o projeto “Eu lacro Drag”, no último ano, que mostrava drag queens na televisão “na hora da família tradicional baiana”. No final das contas Rick Bandeira faz um pouco de tudo para divertir as pessoas. “Divertir é algo que nos dias de hoje é um desafio grande. E você saber que está atingindo de crianças a idosos é surreal. No fim das contas eu quero fazer a diferença, mesmo que só um pouquinho”, contou ao Bahia Notícias.

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Quinta, 12 de Outubro de 2017 - 11:00

Cantor Reinaldinho enaltece Axé com novos projetos musicais: ‘É uma força tratora’

por Bárbara Gomes / Júnior Moreira

Cantor Reinaldinho enaltece Axé com novos projetos musicais: ‘É uma força tratora’
Com bom humor e mencionando que optou viver da arte, Reinaldinho chegou à redação do Bahia Notícias neste mês para falar de sua carreira e dos novos projetos. O cantor está fazendo o “Boteco do Reinaldinho”, no Caranguejo do Baiano, toda semana. Ele também está envolvido no projeto “Axé 90º”, ao lado de Tatau e Ninha. Diferente de alguns artistas que têm enterrado o Axé, Reinaldinho prefere buscar fortalecer o ritmo, mostrando que ele continua vivo. “Morrer é uma palavra muito forte. Mesmo que todos os artistas do gênero não existissem mais, ele não morreria, pois está na memória musical. Isso é muito particular de cada um. Eu penso assim. Quando vejo uma Ivete Sangalo cantar, por exemplo, não tem como dizer que morreu”, ressaltou o artista. Para ele, as falas que apontam a crise no ritmo baiano, só aumentam a vontade do povo em querer ouvir as músicas do passado. “É uma força tratora. Quanto mais você diz que vai acabar, as pessoas pedem para que volte”. Leia a entrevista completa!

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Quinta, 14 de Setembro de 2017 - 11:00

‘Nascer mulher já nos exige ser feminista’, pontua Valesca sobre situação do Brasil

por Júnior Moreira / Bárbara Gomes

‘Nascer mulher já nos exige ser feminista’, pontua Valesca sobre situação do Brasil
Valesca Reis Santos, Valesca, Valesca Popozuda, Popozuda ou até Val. Ela não se importa. Gosta de ser plural e permite experimentar. Começou a carreira dançando, porém para fugir da “rotina” migrou para o canto. “Sempre gostei de dança e minha intenção era essa para o resto da vida, mas as coisas caem na mesmice, né? Foi aí que recebi o convite para cantar e comecei todo esse processo. Fui aprendendo com as coisas”. O grande público a conheceu pelos 12 anos que permaneceu na “Gaiola das Popuzudas”, contudo foi com o hit “Beijinho no Ombro” que viu sua vida mudar por completo. Atualmente, após uma passagem pelo pop, a artista volta a investir no funk, com o lançamento do single “Tô Solteira de Novo”, e, volta e meia, figura nos tabloides pelos seus posicionamentos políticos ou por negar rixa entre as cantoras do funk, além de supostas reduções do bumbum e pela postura a favor do feminismo. “É preciso criar esse consciente de irmandade entre nós. Já nasci feminista até porque saí de um útero totalmente feminista. Minha mãe deu tudo na vida para me criar sozinha. Nascer mulher nesse país já nos exige ser feminista”, lembrou. Valesca esteve em Salvador para participar da Parada LGBT e visitou o Bahia Notícias para contar as novidades da carreira.

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Quinta, 10 de Agosto de 2017 - 11:00

Com cantora evangélica, trio da Timbalada defende mudança e explica nome 'Séc. XXI'

por Júnior Moreira

Com cantora evangélica, trio da Timbalada defende mudança e explica nome 'Séc. XXI'
“Toda história precisa de um ponto parágrafo pra recomeçar. A Timbalada deu certo, não é à toa que são 25 anos de estrada”. Esta aspa é do cantor e compositor Buja Ferreira, que ao lado dos ex-Mukindalas, Paula Sanffer e Rafa Chagas, terá a missão de conduzir a nova fase da banda criada por Carlinhos Brown após momento delicado vivido durante o comando de Millane Hora e Denny. O trio, que foi anunciado no dia 9 julho, trouxe o lema “Século XXI” para encabeçar essa virada - mesmo após os primeiros 16 anos do período centenário – e estiveram na redação do Bahia Notícias para explicar essa proposta e contar como estão conduzindo os primeiros momentos. Para eles, não é possível dizer que Millane "não deu certo", porque "tudo na vida é mudança". Dentre os destaques, Paula garantiu que o fato de ser evangélica não será o empecilho para ultrapassar as dificuldades do conjunto que tem o Iorubá como uma das suas bases. “Respeito as adorações de todos, entro em qualquer ambiente e fico muito tranquila, representando aquilo que acredito. Tenho toda a benção da minha igreja e minha pastora consegue entender o que vivo. Não me importo mais com os comentários de quem não entende. Deus está comigo, independente de qualquer coisa. Qual o problema de cantar na Timbalada e ser evangélica?”, questionou. Confira a entrevista completa:

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Ao lançar 1º música, Denny Denan avisa: ‘Não esperem de mim uma extensão da Timbalada’
A última visita de Denny à redação do Bahia Notícias foi para falar da chegada de Millane Hora na Timbalada, em outubro de 2016. Mas, neste mês, ele retornou como Denny Denan, em carreira solo, e visivelmente mais entusiasmado, apesar do cansaço das gravações noturnas do novo repertório. O cantor acaba de lançar a canção “Dançadeira”, uma mistura de reaggaton, música eletrônica e percussiva. Com shows já agendados para agosto, o artista quer imprimir sua identidade nesse início de projeto e, embora cante músicas da antiga banda, adianta: “Não esperem de mim uma segunda Timbalada”. Ele ainda ressaltou que deixar o grupo idealizado por Carlinhos Brown não foi um desejo que surgiu de um dia para o outro, mas que amadureceu ao longo de, pelo menos, três anos. Confiante, ele garantiu que o momento de alçar novos voos chegou. E, para seus shows, ele tem preparado uma apresentação com diversos momentos, do clássico ao funk. Saiba mais!

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Quinta, 08 de Junho de 2017 - 11:00

Para Adelmário Coelho, descaracterização do São João é 'culpa' do poder público

por Júnior Moreira

Para Adelmário Coelho, descaracterização do São João é 'culpa' do poder público
Após 23 anos de carreira musical, Adelmário Coelho segue sendo uma das maiores referências e marcas do chamado "forró de raiz" ou "forró tradicional" aqui da Bahia. Basta ouvir os primeiros acordes de sucessos como "Seu eu morasse aqui pertinho", "O Neném", "Amor não faz mal a ninguém" e "Não fale mal do meu país" que muita gente já sente o clima junino no ar, em que o ritmo popularizado por Luiz Gonzaga e Dominguinhos é prioridade. Ou deveria ser. Em 2017, um novo fenômeno vem chamando atenção nas redes sociais. Com a predominância de atrações sem ligações diretas com a festa, como o sertanejo, pagode e funk, fãs dos tradicionais ritmos juninos têm se mostrado insatisfeitos e a campanha #DevolvaMeuSãoJoão vem ganhando força. Ao Bahia Notícias, o forrozeiro jogou a responsabilidade de manter as tradições culturais ao poder público. "Uma festa privada vai colocar efetivamente quem está na crista da onda, quem tá lá em cima. Isso é claro. Porém, é privada. É dele. A outra coisa é o gestor público, que tem responsabilidade social e cultural com o Brasil, de repente transfigurar tudo isso. Então, em uma festa junina, você vai lá dançar forró, beber seu licor e comer a espiga, mas tá vendo um gênero musical que não tem relação nenhuma. A responsabilidade é do artista? Não! O gestor é que tem que ser chamado atenção para isso", frisou.

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Quinta, 11 de Maio de 2017 - 11:00

A Vingadora não quer ser 'só mais uma banda', diz Tays Reis

por Bárbara Gomes

A Vingadora não quer ser 'só mais uma banda', diz Tays Reis
Após dois anos da mistura entre o “solinho do violino” e o ranger da “Metralhadora” ter conquistado a playlist dos baianos e atingir repercussão nacional, a vocalista Tays Reis, da banda Vingadora, avaliou a trajetória do grupo e tem apostado no lançamento do novo EP. “É diferenciado. A gente buscou estudar o que tem de atual no mercado, pra não ser só mais uma banda”, explicou a cantora, que esteve na redação do Bahia Notícias para falar do novo repertório e dos planos para a gravação do DVD.

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Quinta, 13 de Abril de 2017 - 11:00

Sucesso em 2016, 'Frases de Mainha' volta com novos personagens e peça para o teatro

por Júnior Moreira

Sucesso em 2016, 'Frases de Mainha' volta com novos personagens e peça para o teatro
Foi em julho de 2016 que uma família bem baiana começou a invadir o Facebook. As esquetes que traziam o cotidiano de uma mãe e filho periféricos fez de "Frases de Mainha" um sucesso de público e agora começam a colher os frutos. Idealizado inicialmente pelos amigos Caio Cezar Oliveira e Erick Paz, o projeto de cards sobre dizeres maternais nordestinos ganhou forma, cor, tom e voz através do atores Sulivã Bispo (Mainha) e Thiago Almasy (Júnior). De lá pra cá, a página saltou de 5 mil curtidas para quase 300 mil em menos de um ano. Com a primeira temporada encerrada e a cobrança dos fãs pela segunda leva de episódios, os artistas estiveram na redação do Bahia Notícias para bater um papo sobre todo esse movimento. "Acho engraçado, pois elas assistem 'Games of Thrones' 'How to Get Away with a Murder' e esperam um ano para voltar. Não podem esperar um ano para 'Frases de Mainha' voltar com uma nova temporada? Ficam na agonia em cima da gente. (risos). Vão ter que esperar, pois agora a ideia é gravar tudo de uma vez e ir soltando semanalmente", brinca Thiago. Além do humor regional, o projeto busca retratar a realidade da mulher negra, pobre, da favela, mas que se vira para criar seu filho com o melhor que pode oferecer. "Estamos representando essas mães e mulheres baianas. Nosso povo é muito engraçado, então precisamos de uma comédia que fale bem da gente; que fale bem da mulher preta, do menino preto, da periferia, dessas camadas que representam a gente", pontua Sulivã. Confira a entrevista completa:

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Ao falar do seu 'melhor momento', Léo Santana recorda que passou por dificuldade na carreira
Ao deixar a banda Parangolé há três anos, Léo Santana não imaginava o que viria pela frente. Em entrevista ao Bahia Notícias, ele admitiu que passou por momentos de dificuldade, mas não deixou de trabalhar suas músicas. Apesar de ter dúvidas quanto ao repertório, seguiu seu estilo, como ele mesmo denomina: "LS". O ano de 2016 foi para ele seu "melhor momento" em carreira solo: emplacou mais de três músicas com o DVD Baile da Santinha e lotou todos os seus ensaios de verão em Salvador. Nesse ritmo, começou 2017 namorando a bailarina baiana, Lorena Improta, e colocou o hit "Santinha" no topo das mais tocadas na folia baiana. No último show do cantor na capital, na "Ressaca da Santinha", o artista contou um pouco sobre seu trabalho, seleção de repertório, conquistas alcançadas e ainda falou do desejo de formar uma família. Saiba mais!

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Pezzoni reflete sobre crise no carnaval de SSA: ‘É triste perder blocos tão tradicionais’
O Carnaval de 2017 será o quarto de Felipe Pezzoni no comando da Banda Eva, uma das mais tradicionais da folia baiana, responsável por fortalecer nomes como Ivete Sangalo e Saulo Fernandes. Além disso, o bloco Eva também foi importante para catapultar as carreiras de Luiz Caldas e Durval Lelys. Para Pezzoni, este é o momento mais importante do ano, pois trata-se do "ápice da nossa estrada e visibilidade", mesmo vivendo período não tão abundante para os representantes do Axé. Além da atual crise financeira, responsabilizada por tirar blocos tradicionais como Nana e Cheiro das ruas este ano, os baianos têm encontrado dificuldades para liderar trios elétricos em outros estados do país. Em São Paulo, por exemplo, o prefeito João Doria (PSDB) estabeleceu uma taxa de R$ 240 mil para atrações de fora. Já no Rio de Janeiro, o Eva virou notícia nacional ao encontrar resistência de blocos tradicionais que fizeram manifestações solicitando a não participação do grupo na festa. Em entrevista ao Bahia Notícias, Pezzoni comentou sobre as polêmicas envolvendo a música baiana, além de dar sua opinião sobre as músicas de Carnaval, dificuldades em substituir Saulo e os próximos passos da banda.

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