

Sucesso no final dos anos 90, a banda de pagode É o Tchan já foi figurinha carimbada em programas de auditório, vendeu milhões de discos e dezenas de produtos, inclusive brinquedos. No dia do lançamento do DVD especial de 20 anos da banda, na casa de shows Bali Beach, os únicos remanescentes da formação original, Compadre Washington e Beto Jamaica, bateram um papo com o Bahia Notícias e não pouparam o cenário atual de críticas. “Salvador é a terceira capital do Brasil e a gente perde para Aracaju e Recife, que tem maiores casas de shows”, desabafou Compadre Washington, que disse já ter colocado 20 mil pessoas em show nos tempos áureos. Críticos do pagode atual, os vocalistas não se dizem dispostos a compor novas músicas. “A maioria das músicas do Tchan passa por mim, pelo Compadre, pelos parceiros. Mas deu uma ‘preguiçasinha’, e aí tivemos que dar espaço para os meninos que estão chegando agora com muita coisa boa [para compor]”, admitiu Beto Jamaica. Apesar de terem gravado recentemente em programas de TV nacional, É o Tchan não tem o suporte de grande gravadoras como no passado e deve recorrer a métodos de bandas independentes. “Vamos trabalhar com bancas de revistas, no corpo a corpo, vamos levar para o show e vender no show, que funciona muito bem também.” Saiba o que Compadre e Beto fizeram antes da “retomada” da banda, quais são os planos para o ano que vem e como é a relação com os antigos integrantes do grupo na entrevista.
20/05/2013 - 08:40
Silvia
Não é surpresa este comentário desta "celebridade" pois, ela é conhecida como Anta Gimenez
19/05/2013 - 22:40
Ottoney Carvalho Peixoto
“Eu não sabia que ela (Mulher Moranguinho) era tão vagabunda”
Produtora executiva Branka Silva, ex-mulher do cantor Naldo, abrindo o verbo sobre ter sido trocada por Mulher Moranguinho
Terça, 14 de Maio de 2013 - 11:00
por Lucas Franco
Sucesso no final dos anos 90, a banda de pagode É o Tchan já foi figurinha carimbada em programas de auditório, vendeu milhões de discos e dezenas de produtos, inclusive brinquedos. No dia do lançamento do DVD especial de 20 anos da banda, na casa de shows Bali Beach, os únicos remanescentes da formação original, Compadre Washington e Beto Jamaica, bateram um papo com o Bahia Notícias e não pouparam o cenário atual de críticas. “Salvador é a terceira capital do Brasil e a gente perde para Aracaju e Recife, que tem maiores casas de shows”, desabafou Compadre Washington, que disse já ter colocado 20 mil pessoas em show nos tempos áureos. Críticos do pagode atual, os vocalistas não se dizem dispostos a compor novas músicas. “A maioria das músicas do Tchan passa por mim, pelo Compadre, pelos parceiros. Mas deu uma ‘preguiçasinha’, e aí tivemos que dar espaço para os meninos que estão chegando agora com muita coisa boa [para compor]”, admitiu Beto Jamaica. Apesar de terem gravado recentemente em programas de TV nacional, É o Tchan não tem o suporte de grande gravadoras como no passado e deve recorrer a métodos de bandas independentes. “Vamos trabalhar com bancas de revistas, no corpo a corpo, vamos levar para o show e vender no show, que funciona muito bem também.” Saiba o que Compadre e Beto fizeram antes da “retomada” da banda, quais são os planos para o ano que vem e como é a relação com os antigos integrantes do grupo na entrevista.
Terça, 30 de Abril de 2013 - 12:00
por Marcela Gelinski
O sertanejo Danniel Vieira começa a conquistar as casas de evento de Salvador e não tem pressa. Filho de cantora, a música esteve presente em sua vida desde pequeno. Depois de passar por bandas de pagode e axé, afirma que se identificou com o atual ritmo mais forte das rádios brasileiras, mas não descarta outros gêneros no seu repertório. Em entrevista ao Bahia Notícias, o artista comenta sua trajetória, a busca por visibilidade em outros locais e a invasão do sertanejo no Nordeste. "Essa coisa de o arrocha invadir o Brasil é porque o axé perdeu um pouco de força. Mas o ritmo baiano é forte na cabeça de todos", afirmou.
Terça, 16 de Abril de 2013 - 07:27
por Rafael Albuquerque
O cantor Rick Ralley tem a difícil missão de substituir Robyssão na banda Black Style, que comandou o grupo por muitos anos com um nível de popularidade fenomenal. Mas o novo vocalista não se intimida e enfrenta o desafio da mesma forma como driblou as dificuldades no início da carreira, tocando na periferia de Salvador. Nesta entrevista, Rick fala até sobre as a relação do pagode com a violência e com as drogas e, em um momento mais polêmico, sobre o estilo que o grupo vai seguir. Será o da baixaria?
Terça, 02 de Abril de 2013 - 15:30
por Marcela Gelinski
Netinho deixou o Carnaval de Salvador este ano para curtir o do Rio de Janeiro. Aliás, não foi só o Carnaval. Ele se mudou de vez para a cidade maravilhosa. Tão maravilhosa que ele faz questão de exaltar as qualidades da capital fluminense. “Surpreso”, foi o termo que o cantor baiano usou ao relatar uma cena em que viu foliões registrarem o desfile de trio elétrico no Rio com iPhones. Ele fala da popularidade do Carnaval de lá e compara com a festa soteropolitana. “Ninguém vem mais para cá pela música, vem pela pegação”, pontuou, falando ainda sobre a necessidade de renovação do Axé. Netinho ainda conta sobre as mudanças que teve que fazer em seu clipe por excesso de “bumbuns e bebidas” e, no alto de seus 46 anos, faz questão de dizer que não se importa com a idade. “Não me assusta nem um pouco”, contou.
Terça, 19 de Março de 2013 - 14:30
por Marcela Gelinski
Dan Miranda ainda está mancando. Não se recuperou 100% da cirurgia que fez nas proximidades do Carnaval. Mas o problema físico não tira seu deleite com o sucesso da música Ziriguidum. Eleita a música mais cantada da folia, o frontman da Filhos de Jorge só tem a agradecer ao público pelo apoio. Sem deixar a fama tomar conta de sua vida, ele continua morando na Cidade Baixa e não pretende se mudar tão cedo. “Tenho tudo que preciso aqui”, assegurou, em entrevista ao Bahia Notícias. Ele conta com o crescimento de shows da banda que lidera fora da Bahia. Ele diz não ter medo de ser de um grupo "de uma música só". “Fazemos tudo com carinho. Sucesso é consequência”, afirmou. Dan fala ainda da polêmica da possibilidade de Ziriguidum perder o Troféu Castro Alves, que será entregue no dia 2 de abril, por ser considerada uma paródia e não uma versão de uma música de Benin.
Terça, 05 de Março de 2013 - 16:25
por Marcela Gelinski
A defesa do Nordeste é uma das bandeiras levantadas pelo forrozeiro baiano Adelmário Coelho, que procura inserir a cultura regional na maioria de seus projetos. Com opiniões concretas, ele defende que o segundo Carnaval proposto pelo prefeito ACM Neto, como atrativo para a Copa do Mundo, é um equívoco e que o dinheiro deveria ir para investimentos no São João. Fã de Roberto Carlos, o artista acredita que a mistura de ritmos é muito bem-vinda, desde que não perca a essência. Coelho fala ainda da vulgarização dos ritmos através de algumas bandas do chamado “Forró de Plástico”. "Existem algumas dessas bandas, não todas, que você não teria coragem de estar com seu filho do lado assistindo. Você acaba vendo uma cena sexual em cima de um palco quando você foi para lá ouvir alguém cantando, falando de coisas bonitas, alegres e atuais", critica. Segundo ele, o São João é mais lucrativo que o Carnaval. Adelmário também contou um pouco mais de suas influências musicais, expectativas e opiniões. Confira o bate-papo na íntegra!
Terça, 05 de Fevereiro de 2013 - 15:52
por Marcela Gelinski
A cara de novinho não nega. Com apenas 21 anos, Missinho Pratt já se considera um entendido do ramo do pagode. Começou a carreira com apenas cinco anos, fez fama em Cruz das Almas e ficou animado com o convite para liderar A Bronkka - apesar de admitir que não era fã da banda. Substituto do antigo vocalista, Igor Kannário, que lançou carreira solo em meio a uma briga com os empresários do conjunto, Pratt garante que não fará parceria com o antecessor. "Ele faz o dele e eu faço o meu", refutou. Ele também respondeu se as polêmicas de Kannário teriam "sujado" o nome da banda. Confira o bate-papo na íntegra!
Terça, 22 de Janeiro de 2013 - 12:40
por Marcela Gelinski
Com um jeito manso, Ellen Oléria mostra que é uma artista nata. Formada em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília, a música entrou na sua vida desde cedo, por influência do pai e dos irmãos músicos. Desde então, mesmo quando não apostava no som como uma carreira profissional, a música nunca mais a deixou. O sucesso chegou antes do The Voice Brasil, mas foi o programa que deu a projeção que Ellen precisava. Mesmo com a fama repentina, ela mantém os pés no chão. Prefere acreditar que isso é uma oportunidade, mas que terá que batalhar para fazer valer a pena o esforço. Esquecimento? Não, ela não tem medo, pois sempre esteve “na pista para jogo” e trabalha muito. Da equipe do baiano Carlinhos Brown, Oléria conta que Salvador mora no seu coração e que ela já se sente parte do cenário da cidade. Nesta entrevista, a artista contou um pouco mais de sua trajetória, pretensões, desejos, expectativas. Falou também sobre a homossexualidade, o passado e a fama.
Terça, 08 de Janeiro de 2013 - 16:39
por Fernanda Figueiredo | Fotos e vídeo: Tiago Melo
A menina que conquistou o Brasil e encheu a Bahia de orgulho pode até se descrever a transparência em pessoa e é boa para dar entrevista, pois fala e fala tudo. Ou quase tudo. Seus olhinhos verdes escondem muitos mistérios. E nem tentem revelá-los. Ju parece saber guardar um segredo como ninguém – não à toa, surpreendeu a todos ao aparecer durante a chamada do The Voice Brasil, até mesmo sua família e amigos mais próximos. Mas não sabe mentir. Talvez, omitir. Ela fala nas entrelinhas e você que use da sua expertise se quiser chegar perto dos seus segredos. E a Coluna Holofote quase chegou lá. Nesta entrevista, a sambista nata criticou a postura de alguns artistas renomados do samba e ousou dar um puxão de orelha neles: “Eu acho que isso, os sambistas deveriam parar pra pensar. Os grandes sambistas, os grandes nomes... E começarem a reavaliar a visão que, às vezes, eles têm, até preconceituosas, dos novos sambistas que estão vindo aí. Porque, assim: a gente é responsável por uma renovação. E a gente é responsável por fazer essa meninada toda que está vindo aí escutar Novos Baianos, escutar Nelson Rufino, escutar Riachão, escutar Beth Carvalho, escutar Alcione...”, destaca ela, que disse se sentir de outro mundo quando se reúne em um ambiente só de sambistas, por não aderir ao estereotipo comum a eles. E coloca a culpa, também, em sua alergia. Ju Moraes contou todo o processo do The Voice e como escolheu Claudia Leitte: “Quando Claudia virou, que eu mirei nela, eu juro a você, eu senti uma sensação muito forte naquele momento e parecia que ela estava me puxando assim, sabe?”. E para quem quer saber sobre a opção sexual da moça, que gerou um certo burburinho nas redes sociais... Sintam-se à vontade neste bate-papo. Seja homem ou seja mulher, garantimos que será um verdadeiro deleite conhecer um pouco mais dessa beldade!
Quarta, 12 de Dezembro de 2012 - 15:33
por Fernanda Figueiredo
Com quatro anos de estrada, a dupla Munhoz & Mariano conversou com a Coluna Holofote e comentou a fusão do sertanejo com o arrocha. Munhoz e o quê? Verdade. Ficou faltando a apresentação. Munhoz & Mariano, os meninos do “Camaro Amarelo”. Devidamente apresentados, vamos dar continuidade. Pela primeira vez no Nordeste, os meninos do Mato Grosso do Sul fizeram um show na Costa do Sauípe, durante o Sauípe Fest e, após abrir a última noite do evento, bateram um papo com esta coluna e falaram sobre a decadência de Goiás, antes era tido como o celeiro de sertanejos, como difusor do ritmo. “Até então, era o Goiás que costumava exportar música sertaneja, e agora não. A gente teve vários artistas que saíram, consecutivos, do Mato Grosso do Sul e acabou voltando os olhos de todo o Brasil para o nosso estado”, diz a dupla. Além disso, os meninos explicaram porque cantam arrocha, mas se intitulam cantores de sertanejo e comenta fim do sertanejo de raiz. Confira o bate-papo na íntegra!
Terça, 27 de Novembro de 2012 - 13:59
por Fernanda Figueiredo
Há uns três meses, você certamente se questionaria quem era esse entrevistado da Coluna Holofote. Em pouco tempo, após a notícia bombástica da saída do cantor Saulo Fernandes da banda Eva, Felipe Pezzoni se tornou um nome conhecido nos quatro cantos do país. Todo mundo quer saber e conhecer um pouco mais sobre o menino que terá a difícil missão de substituir “o cara do Eva”. Ou melhor: “a cara do Eva”. Por isso mesmo, a Coluna Holofote foi atrás desse bonitão, que se parece demais com Ricky Martin e descobriu que ele tem auto-confiança para dar e vender e nenhum receio das comparações que virão quando ele receber os microfones do Eva das mãos de Saulo. Auto-confiança suficiente para discordar de Saulo quando disse que Ivete é insubstituível. “Não concordo”, disparou Felipe, de imediato. Ele falou da receptividade do público e pediu paciência aos fãs do Eva para poder mostrar o seu trabalho. Ah! Meninas, peguem leve com o rapaz, pois ele é noivo. Viram só? A Coluna Holofote descobriu várias coisas para vocês, inclusive, os projetos do rapaz, já para este verão. Ou vocês acharam que ele ia ficar parado esperando a quarta-feira de cinzas chegar? Confira a entrevista, na íntegra!
Terça, 13 de Novembro de 2012 - 16:31
por Fernanda Figueiredo
Foi como uma bomba que o público recebeu a notícia da saída de Saulo Fernandes da banda Eva. O cantor, que fez parte da família Eva por 11 anos – o que mais demorou de todos os artistas que por lá passaram – conseguiu desvincular a imagem de Ivete do grupo e deu sua cara a uma das maiores bandas da Bahia. O segredo do sucesso de Saulo? Como ele mesmo diz: foi não ter substituído Ivete logo quando ela saiu. Missão ingrata que coube a Emanuelle Araújo. “Se eu entrasse ali naquele momento, antes de Emanuelle, acabou Saulo. Você nem ia ouvir falar de mim hoje. Eu peguei aquela fase da transição de Manu, aquela coisa mais ali, mais estável, entendeu? Não era IveTONA, né cara? Então, foi mais fácil para mim”, explica o cantor, que já contou como se deu o processo de decisão da sua saída do grupo e revelou qual poderá ser o nome da sua próxima banda. Um nome, aliás, curioso e carregado de “espiritualidade”, como gosta de dizer e, ao ler essa entrevista, você irá entender o porquê. E sobre ser substituído por Felipe Pezzoni, Saulo nega que tenha indicado o rapaz e fala das inevitáveis comparações que o novo cantor terá que conviver. Se ele será uma Emanuelle Araújo da vida? Leia esta entrevista para saber o que Saulo pensa! Não está tão suave quanto Saulo costuma ser. Confira!
Terça, 30 de Outubro de 2012 - 12:19
por Fernanda Figueiredo / Marcela Gelinski
Pablo é um fenômeno. Desde que iniciou a carreira, com o grupo Asas Livres, o cantor transformou o arrocha em um movimento musical e desmitificou a ideia de que o ritmo seria “vulgar”. Rotulado como “A Voz Romântica”, o artista encantou públicos de diferentes classes e gostos e se tornou atração principal em eventos. Ele é padrinho da banda de arrocha universitário Kart Love, cujo vocalista já foi chamado por alguns de “Príncipe do Arrocha”. Logo, seria Pablo o “Rei”? Ele acredita que não. E nem que seja o criador. “A mídia gosta de me patentear como o criador. Mas eu costumo dizer que quem criou o estilo foi o povo”, avaliou. Em entrevista ao Bahia Notícias, o cantor falou da saída do Asas Livres, sobre como trabalhou o estilo musical ao longo dos tempos e sobre o polêmico atraso em show na cidade de Una, no sul da Bahia, em que o público queimou o seu carro de som. O arrocheiro aproveitou para falar da gravação de seu primeiro DVD Oficial, que contará com participação de Daniela Mercury, Gaby Amarantos, Claudia Leitte, Alinne Rosa e Tatau. Confira!
Terça, 23 de Outubro de 2012 - 17:19
por Fernanda Figueiredo
De cinco anos para cá, muita coisa mudou na banda Seu Maxixe. Considerada o fenômeno sertanejo da Bahia, o grupo, famoso pela irreverência e brincadeiras em cima do palco, além dos jargões e canções de “cortar os pulsos”, tem um cantor tímido, de fala mansa, mas que fala o que pensa, sem o menor pudor, como se estivesse dizendo a coisa mais normal do mundo. E foi isso que deixou essa entrevista leve, mais um bate-papo, que não precisa ser fã da banda para ler do início até o fim. Em entrevista ao Bahia Notícias, Berguinho falou da estabilidade que o Seu Maxixe vive hoje e faz cara feia quando o grupo é rotulado de sertanejo universitário, título tão em voga ultimamente. Para ele, quem leva a definição com conhecimento de causa é a banda “Falamansa e só”. Mas Estakazero não é forró universitário? Sem titubear, Berguinho questiona: “Eles saíram da universidade? Eu não sei” e diz desconhecer completamente o que vem a ser o sertanejo universitário. Berguinho comentou o consumo de uísque dele e de sua banda no palco e confessou: o "uísque pro povo, garçom”, que eles tanto gritam durante suas apresentações, enchem os bolsos dos donos dos bares, porque “estimula”. E Berguinho falou e falou muito sobre a perda do empresário Nagib Dahia: "Tudo que a gente pedia, ele fazia. Porém, essa inconsequência dele a gente só descobriu depois e aí a gente teve que buscar outros parceiros para a saúde do projeto continuar". E se a derrota de Nagib na corrida por uma vaga na Câmara lhe pegou de surpresa, Berguinho já esperava. “Eu já imaginava. Eu achei ousado da parte dele”, diz ele, que está magérrimo e revelou a fórmula para a Coluna Holofote. Imperdível!
Terça, 02 de Outubro de 2012 - 21:21
por Fernanda Figueiredo / Marcela Gelinski
Se você nunca ouviu falar em Gabriel Gava, tenha certeza de que ainda vai escutar muito sobre o menino de apenas 21 anos que está estourando nos quatro cantos do Brasil, em um fenômeno semelhante ao que aconteceu com o cantor sertanejo Luan Santana. Aliás, as semelhanças entre os dois não param por aí. Gabriel é quase uma réplica de Luan Santana! Ou de Israel Novaes, que estourou com o hit “Dodge Ram”, que se parece com Gusttavo Lima, que, por sua vez, é uma cópia de Luan (ufa!). Pois é, Gabriel é mais um nesse “boom” de menininhos no mercado sertanejo, para a alegria da mulherada. Mas voltemos ao Dodge Ram. Se você curtiu a música, vai adorar a canção de trabalho de Gabriel, “Fiorino”, uma espécie de arrocha universitário com sertanejo. Mas Gava jura que, em seus shows, tem muito mais que uma Land Rover e gatinha no fundo da Fiorino. Para conhecer um pouco mais deste jovem, só indo no show “Circulando de Fiorino” que acontecerá neste domingo (7), no Barra Hall, a partir das 16h, e, claro, lendo esta entrevista exclusiva da Coluna Holofote, que passeou na vida pessoal e profissional do rapaz e traz boas novas para as garotas.
Terça, 18 de Setembro de 2012 - 10:45
por Marília Moreira
Com mais de 50 anos de carreira, Jair Rodrigues, "pai do rap", de Jair Oliveira e de Luciana Mello, esbanjou energia em entrevista ao Bahia Notícias. O cantor veio a Salvador na semana passada fazer duas apresentações: uma foi a participação no show do seresteiro Tony Brandão, no bar B-23, no Itaigara, e outro em comemoração ao aniversário do Mercado do Peixe, no Rio Vermelho. "Ligado no 220", como se costuma dizer, Jair deixou o "deixa isso pra lá" e falou sobre temas controversos como a qualidade musical do que é produzido atualmente, a Lei Antibaixaria e a relação entre pais e filhos da música, comentando, especificamente, sobre o novo trabalho de Maria Rita em homenagem à mãe, Elis Regina, sua saudosa amiga. Confira a entrevista.
Terça, 04 de Setembro de 2012 - 09:00
por Fernanda Figueiredo
Hit no YouTube com o clipe da música “Ui, que Bruxaria é Essa?”, gravado em plano sequência na passarela da Estação Mussurunga, Mr. Bobby quer deixar de ser conhecido apenas pela “música da passarela” e atrair o público com novas produções. Em entrevista ao Bahia Notícias, ele conta como decidiu fazer o vídeo (“a música já é besta, a gente tinha que sofisticar ela com um clipe ousado e de uma forma única, usando câmera de mão”), sobre o uso da internet como plataforma de alavanca para o sucesso e a Lei Antibaixaria.
Quinta, 23 de Agosto de 2012 - 18:41
por Francis Juliano, José Marques e Marília Moreira
Com pouco tempo de estrada, a banda Mametto tenta se consolidar ao lado dos outros membros da "Nova Música Baiana": Jau, Magary Lord e Mariene de Castro. Em entrevista ao Bahia Notícias, a vocalista Ana Mametto e o músico, arranjador e produtor Yacoce Simões contam as últimas conquistas do grupo e as formas de se angariar público em Salvador e fora da Bahia. Segundo eles, o objetivo é conquistar audiência pela internet. "Para falar a verdade, a gente ainda não chegou em um ponto de achar que o foco principal, para a Mametto, vai ser a divulgação através de rádio. A gente tem conseguido muita coisa através da internet. É muito mais importante cativar um público que seja fiel e partir daí para a rádio do que tentar forçar que exista um público através da rádio", afirmou. Ana também comentou sobre sua identificação com Clara Nunes, sobre a polêmica das cordas no Carnaval de Salvador e sobre comparações com Margareth Menezes.
Quinta, 02 de Agosto de 2012 - 11:12
por Fernanda Figueiredo
“Eu avisei. Agora, se Paulo Borges não conversou com Manno e ele ficou sabendo por intermédio da mídia, aí já é outra história”, foi desta forma que o cantor Tuca Fernandes finalizou o assunto sobre sua saída do grupo Jammil e Uma Noites, o qual foi sua casa por longos e, pelo visto, dolorosos 14 anos. Nesta entrevista exclusiva à Coluna Holofote, Tuca revelou que já tinha dois anos à frente da banda sem trocar uma palavra com o baixista Manno Góes e diz que o clima estava insuportável, a ponto de chamar a atenção até mesmo dos contratantes. Feliz por ter dado continuidade à família que se formou no Jammil – do roadie aos músicos, todos o acompanharam - Tuca tem a explicação para esse êxodo: “Todo mundo estava insatisfeito com o clima que estava. E que gerava muitas brigas. Estas geradas por insatisfações de conduta e maneiras de tratar, maneiras de falar”. Você já consegue imaginar de quem? Essa está imperdível! Para ler, reler e crer!
Com pouco mais de cinco anos, a Banda 5% vem conquistando cada vez mais seu espaço no mercado fonográfico e mostrando a cara da nova geração do axé. Shanon, Topera, Bruno, Pedro e Nau estão rodando não só o país, como também, o mundo! Eles, que acabaram de voltar de uma turnê internacional, arrumaram um tempinho na agenda, para bater um papo com a Coluna Holofote. Quem veio representando o grupo foi Topera, o cantor, que respondeu perguntas do tipo: Por que 5% e não 100%? Afinal, quem nunca se questionou acerca deste nome de pouca porcentagem do grupo? Topera também falou da relação que a banda tem com o Chiclete com Banana e comentou a suposta concorrência com os filhos de Bell, da banda Oito7Nove4. Confira!
Você acha que Preta Gil vai se recuperar do fim do casamento?

Gente, fui tomar um Chandon com meu inho e esqueci de publicar as Curtas hoje de manhã. Pra compensar, tripliquei o veneno e destilo todos os podres da nata do metiê baiano. Revelo os nomes do casal de apresentadores da Rede Bahia que desfizeram relacionamento semana passada, mostro os bastidores dos acusados de estupro do New Hit e ainda divulgo a foto do novo cartaz do cada vez mais jovem Tuca Fernandes! Confira as Curtas e Venenosas da semana!
Colunista
12/05/2013 - 23:45
"Se bem que, não vou mentir, ir ao bar 30 Segundos não era a coisa mais interessante que eu queria fazer em um dia de quinta em Salvador"
29/04/2013 - 11:08
"Show quando é bom tem que ser bom para as duas partes. Do que adianta um monte de pedidos para o camarim se o show não vende e o contratante quebra? Que raça de artistagem é essa que só pensa no pirão primeiro? Pediu o cachê, teve o valor pedido pago, estrutura de show atendida, pra que a palhaçada do camarim? Quer dar festa para os amigos? Banque!"