Ao lançar 1º música, Denny Denan avisa: ‘Não esperem de mim uma extensão da Timbalada’
A última visita de Denny à redação do Bahia Notícias foi para falar da chegada de Millane Hora na Timbalada, em outubro de 2016. Mas, neste mês, ele retornou como Denny Denan, em carreira solo, e visivelmente mais entusiasmado, apesar do cansaço das gravações noturnas do novo repertório. O cantor acaba de lançar a canção “Dançadeira”, uma mistura de reaggaton, música eletrônica e percussiva. Com shows já agendados para agosto, o artista quer imprimir sua identidade nesse início de projeto e, embora cante músicas da antiga banda, adianta: “Não esperem de mim uma segunda Timbalada”. Ele ainda ressaltou que deixar o grupo idealizado por Carlinhos Brown não foi um desejo que surgiu de um dia para o outro, mas que amadureceu ao longo de, pelo menos, três anos. Confiante, ele garantiu que o momento de alçar novos voos chegou. E, para seus shows, ele tem preparado uma apresentação com diversos momentos, do clássico ao funk. Saiba mais!

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Quinta, 08 de Junho de 2017 - 11:00

Para Adelmário Coelho, descaracterização do São João é 'culpa' do poder público

por Júnior Moreira

Para Adelmário Coelho, descaracterização do São João é 'culpa' do poder público
Após 23 anos de carreira musical, Adelmário Coelho segue sendo uma das maiores referências e marcas do chamado "forró de raiz" ou "forró tradicional" aqui da Bahia. Basta ouvir os primeiros acordes de sucessos como "Seu eu morasse aqui pertinho", "O Neném", "Amor não faz mal a ninguém" e "Não fale mal do meu país" que muita gente já sente o clima junino no ar, em que o ritmo popularizado por Luiz Gonzaga e Dominguinhos é prioridade. Ou deveria ser. Em 2017, um novo fenômeno vem chamando atenção nas redes sociais. Com a predominância de atrações sem ligações diretas com a festa, como o sertanejo, pagode e funk, fãs dos tradicionais ritmos juninos têm se mostrado insatisfeitos e a campanha #DevolvaMeuSãoJoão vem ganhando força. Ao Bahia Notícias, o forrozeiro jogou a responsabilidade de manter as tradições culturais ao poder público. "Uma festa privada vai colocar efetivamente quem está na crista da onda, quem tá lá em cima. Isso é claro. Porém, é privada. É dele. A outra coisa é o gestor público, que tem responsabilidade social e cultural com o Brasil, de repente transfigurar tudo isso. Então, em uma festa junina, você vai lá dançar forró, beber seu licor e comer a espiga, mas tá vendo um gênero musical que não tem relação nenhuma. A responsabilidade é do artista? Não! O gestor é que tem que ser chamado atenção para isso", frisou.

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Quinta, 11 de Maio de 2017 - 11:00

A Vingadora não quer ser 'só mais uma banda', diz Tays Reis

por Bárbara Gomes

A Vingadora não quer ser 'só mais uma banda', diz Tays Reis
Após dois anos da mistura entre o “solinho do violino” e o ranger da “Metralhadora” ter conquistado a playlist dos baianos e atingir repercussão nacional, a vocalista Tays Reis, da banda Vingadora, avaliou a trajetória do grupo e tem apostado no lançamento do novo EP. “É diferenciado. A gente buscou estudar o que tem de atual no mercado, pra não ser só mais uma banda”, explicou a cantora, que esteve na redação do Bahia Notícias para falar do novo repertório e dos planos para a gravação do DVD.

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Quinta, 13 de Abril de 2017 - 11:00

Sucesso em 2016, 'Frases de Mainha' volta com novos personagens e peça para o teatro

por Júnior Moreira

Sucesso em 2016, 'Frases de Mainha' volta com novos personagens e peça para o teatro
Foi em julho de 2016 que uma família bem baiana começou a invadir o Facebook. As esquetes que traziam o cotidiano de uma mãe e filho periféricos fez de "Frases de Mainha" um sucesso de público e agora começam a colher os frutos. Idealizado inicialmente pelos amigos Caio Cezar Oliveira e Erick Paz, o projeto de cards sobre dizeres maternais nordestinos ganhou forma, cor, tom e voz através do atores Sulivã Bispo (Mainha) e Thiago Almasy (Júnior). De lá pra cá, a página saltou de 5 mil curtidas para quase 300 mil em menos de um ano. Com a primeira temporada encerrada e a cobrança dos fãs pela segunda leva de episódios, os artistas estiveram na redação do Bahia Notícias para bater um papo sobre todo esse movimento. "Acho engraçado, pois elas assistem 'Games of Thrones' 'How to Get Away with a Murder' e esperam um ano para voltar. Não podem esperar um ano para 'Frases de Mainha' voltar com uma nova temporada? Ficam na agonia em cima da gente. (risos). Vão ter que esperar, pois agora a ideia é gravar tudo de uma vez e ir soltando semanalmente", brinca Thiago. Além do humor regional, o projeto busca retratar a realidade da mulher negra, pobre, da favela, mas que se vira para criar seu filho com o melhor que pode oferecer. "Estamos representando essas mães e mulheres baianas. Nosso povo é muito engraçado, então precisamos de uma comédia que fale bem da gente; que fale bem da mulher preta, do menino preto, da periferia, dessas camadas que representam a gente", pontua Sulivã. Confira a entrevista completa:

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Ao falar do seu 'melhor momento', Léo Santana recorda que passou por dificuldade na carreira
Ao deixar a banda Parangolé há três anos, Léo Santana não imaginava o que viria pela frente. Em entrevista ao Bahia Notícias, ele admitiu que passou por momentos de dificuldade, mas não deixou de trabalhar suas músicas. Apesar de ter dúvidas quanto ao repertório, seguiu seu estilo, como ele mesmo denomina: "LS". O ano de 2016 foi para ele seu "melhor momento" em carreira solo: emplacou mais de três músicas com o DVD Baile da Santinha e lotou todos os seus ensaios de verão em Salvador. Nesse ritmo, começou 2017 namorando a bailarina baiana, Lorena Improta, e colocou o hit "Santinha" no topo das mais tocadas na folia baiana. No último show do cantor na capital, na "Ressaca da Santinha", o artista contou um pouco sobre seu trabalho, seleção de repertório, conquistas alcançadas e ainda falou do desejo de formar uma família. Saiba mais!

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Pezzoni reflete sobre crise no carnaval de SSA: ‘É triste perder blocos tão tradicionais’
O Carnaval de 2017 será o quarto de Felipe Pezzoni no comando da Banda Eva, uma das mais tradicionais da folia baiana, responsável por fortalecer nomes como Ivete Sangalo e Saulo Fernandes. Além disso, o bloco Eva também foi importante para catapultar as carreiras de Luiz Caldas e Durval Lelys. Para Pezzoni, este é o momento mais importante do ano, pois trata-se do "ápice da nossa estrada e visibilidade", mesmo vivendo período não tão abundante para os representantes do Axé. Além da atual crise financeira, responsabilizada por tirar blocos tradicionais como Nana e Cheiro das ruas este ano, os baianos têm encontrado dificuldades para liderar trios elétricos em outros estados do país. Em São Paulo, por exemplo, o prefeito João Doria (PSDB) estabeleceu uma taxa de R$ 240 mil para atrações de fora. Já no Rio de Janeiro, o Eva virou notícia nacional ao encontrar resistência de blocos tradicionais que fizeram manifestações solicitando a não participação do grupo na festa. Em entrevista ao Bahia Notícias, Pezzoni comentou sobre as polêmicas envolvendo a música baiana, além de dar sua opinião sobre as músicas de Carnaval, dificuldades em substituir Saulo e os próximos passos da banda.

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Quinta, 12 de Janeiro de 2017 - 11:00

'É a música do Carnaval', afirma MC Beijinho sobre seu hit 'Me Libera Nega'

por Bárbara Gomes

'É a música do Carnaval', afirma MC Beijinho sobre seu hit 'Me Libera Nega'
Ítalo Gonçalves chegou à redação do Bahia Notícias acompanhado pela mãe Lindinalva Gonçalves, tímido e falando baixinho. Vez ou outra, o autor do hit “Me Libera Nega” fazia observações para que anotasse as informações importantes. “Escreve isso”, indicava quando achava relevante colocar na entrevista. Criado pela mãe evangélica, pela avó e pelo padrasto, desde criança já sonhava em ser cantor. “Minha vó disse que só ia morrer depois que me visse cantando”, lembrou. Ele viveu parte da sua infância e adolescência, no bairro de Itapuã, em Salvador, cantando nas festas da região e no Colégio Rotary, onde estudou. Aos 19 anos, descoberto ao ser entrevistado dentro de um camburão - por praticar furtos de celulares - Ítalo apresentou à sociedade sua música que guardara há anos, e viralizou na internet. O episódio de envolvimento com a polícia ficou no passado. Hoje, Ítalo é MC Beijinho e se recupera num centro de reabilitação para usuários de drogas, além de investir na sua carreira de cantor com uma equipe comprometida em criar um repertório para lançá-lo no Carnaval da capital baiana.

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Quinta, 15 de Dezembro de 2016 - 11:00

‘A vida é feita de batalha. Estamos na luta’, diz Bambam King sobre carreira solo e novo CD

por Júnior Moreira / Bárbara Gomes

‘A vida é feita de batalha. Estamos na luta’, diz Bambam King sobre carreira solo e novo CD
O cantor e compositor Bambam está investindo em sua carreira solo, após passar por diversas bandas, como Psirico, Swinguetto, Parangolé, Sam Hop e, a mais recente, A Bronkka. Agora, ele assume a sua assinatura Bambam King e aposta no sucesso de suas composições, lançando o CD “A Fera Está Solta”. Em entrevista ao Bahia Notícias, ele afirmou que esse é o momento de ter liberdade para criar. “Me desvinculei e estou bem, pois estou fazendo uma coisa minha. Foi a voz do espírito Santo que chegou em mim e disse ‘Faça você a sua coisa’”. Tendo como escola, o Pelourinho e padrinhos de renomes nas artes plásticas, na literatura e na música, BamBam contou como começou sua carreira, por que saiu do Psirico e como está hoje sua relação com Márcio Victor e Igor Kannário. Confira entrevista completa.

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Quinta, 01 de Dezembro de 2016 - 16:00

'Minha capacidade está sempre em prova', diz Arthur Aguiar sobre críticas dos brasileiros

por Júnior Moreira

'Minha capacidade está sempre em prova', diz Arthur Aguiar sobre críticas dos brasileiros
Ator, cantor, compositor, escritor e até dançarino. Um leque de possibilidades em uma única pessoa. Seria um problema? Para algumas pessoas sim. Pelo menos, este é o relato de Arthur Aguiar, que, ao contrário das vozes das ruas, acredita no artista que escolhe ampliar suas habilidades e possibilidades. “O brasileiro é bem contraditório em várias coisas. Idolatramos o cara lá de fora que faz de tudo, como o Justin Timberlake e Robbie Williams, mas os artistas daqui temos esse pensamento. Parece que aqui você realmente tem que escolher. O que mais ouço é: ‘Ué, mas ele não era ator? Agora tá querendo cantar? Deixa ele só atuando!’. Aqui não é visto como uma coisa legal”, criticou. Em entrevista ao Bahia Notícias, o global conversou sobre a necessidade que muitos têm de rotulá-lo, além de comentar sobre sua amizade com o cantor Tomate, o seu 1º CD em carreira solo, o livro "Muito Amor Por Favor", escrito com mais três autores, como lida com a internet e assédio, relação com os fãs e outros temas. Confira o bate-papo completo:

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Quinta, 17 de Novembro de 2016 - 11:00

'A própria indústria do axé provocou a decadência do ritmo’, avalia Ricardo Chaves

por Bárbara Gomes

'A própria indústria do axé provocou a decadência do ritmo’, avalia Ricardo Chaves
Ricardo Chaves, um dos principais nomes do auge do Axé Music da década de 90, tem uma história musical marcada pela defesa dos carnavais de rua. Ele foi considerado por mais de uma vez, o melhor puxador de trio elétrico, e levou a música da Bahia para o resto do Brasil e para o exterior, ao estourar com o hit “É o bicho”. Hoje, integrante do grupo Alavontê, mostra resistência e relembra os sucessos do passado, sem impor sua opinião. “No final dos anos 90 e início de 2000 o carnaval virou um balcão de negócios de venda de pano [abadás]. Esse processo acabou sufocando as criações que surgiram. Eu me manifestei sempre incomodado como isso, porque passou a determinar os caminhos do carnaval. Mas é como eu disse, a própria indústria do axé fez com que o axé entrasse em decadência”, analisou o artista. Ricardo Chaves concedeu entrevista ao Bahia Notícias, e falou do seu posicionamento quanto à festa carnavalesca na capital baiana, da crise do axé e de sua filosofia no Alavontê.

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