Ministério da Saúde defende estímulo a crianças com microcefalia
Por Marcos Maia
Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil
Crianças com microcefalia devem receber estímulo precoce e imediato ao seu desenvolvimento do nascimento até os três anos. É o que defende o Protocolo de Atenção à Saúde e respostas à ocorrência de microcefalia relacionada à infecção pelo vírus Zika, divulgado pelo Ministério da Saúde nesta segunda-feira (14). "Esse protocolo tem objetivo de dar uma assistência adequada para as crianças acometidas [pela doença]", disse o Secretário de Atenção à Saúde, Alberto Beltrame. O acompanhamento será feito na rede pública através de centros especializados de reabilitação, núcleos de apoio à saúde da família e ambulatórios de seguimento de recém-nascidos. O ministério também prevê destacar até R$ 6 milhões na compra de testes de gravidez. O documento reúne ainda um conjunto de recomendações sobre o reforço de políticas contraceptivas e orientação a famílias que têm filho com suspeita de microcefalia ou sintomas semelhantes aos do zika vírus. O secretário voltou a recomendar o uso de repelentes e roupas compridas para evitar a picada do mosquito Aedes aegypti, vetor do zika vírus, a mulheres grávidas.
