Menino que teve braço atacado por tigre receberá braço artificial a cada 18 meses
Foto: Reprodução/TV Globo
Vrajamany Fernandes Rocha, o menino de 11 anos que perdeu o braço após ser atacado por um tigre no zoológico do Paraná, vai ter de trocar a prótese a cada 18 meses. O motivo seria a necessidade de acompanhar o crescimento do garoto até os 18 anos. Um empresário de Sorocaba, o protético Nelson Nolé, se comprometeu a doar as próteses que Vrajamany terá que usar. Nolé é dono de uma fábrica especializada em Sorocaba, no interior de São Paulo. A prótese indicada para Vrajamany será feita de fibra de carbono com luvas de silicone. O cotovelo, mecânico, será movido apenas como pêndulo, sem influência nos movimentos do menino. “Esta prótese é necessária para fazer o balanceamento do corpo, que ficou assimétrico após a amputação do braço. Ela tem como objetivo evitar problemas de coluna, não deixar que o ombro dele fique mais alto pela falta do braço e, por fim, ajudar no equilíbrio do corpo”, afirma o protético. A mãe do garoto, Mônica Fernandes Santos, de 37 anos, diz que Vrajamany sofre com a chamada "dor fantasma", espécie de efeito colateral psicológico decorrente da amputação do braço direito. "As dores aumentaram tanto que se tornaram insuportáveis. Então, eu decidi agarrá-lo por trás e pedi que ele massageasse o meu braço nos pontos onde ele estava sentindo estas 'dores'. Isso ajudou a aliviar", disse. Informações do G1.
