Entrevistas

‘O adolescente está muito exposto aos riscos', diz infectologista baiano sobre hepatite C

Uma hemorragia motivada pela hepatite C matou o ex-lateral esquerdo da seleção brasileira Marinho Chagas no dia 1° de junho. O caso mais conhecido dos efeitos devastadores da doença no futebol é do Sport Club Gaúcho. Na década de 70, oito jogadores do time morreram em conseqüência da hepatite (inflamação do fígado). Transmitidas principalmente por compartilhamento de seringas, a doença também quase levou o cantor baiano Netinho, mas vitimou no dia 12 de junho em Salvador o artista plástico Henrique Maciel, 63 anos, entre tantos brasileiros que são acometidos pela enfermidade. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), um em cada três brasileiros sofre com a hepatite C e apenas 5% deles sabe que sofrem dela. Para esclarecer questões sobre a doença, o Bahia Notícias conversou com o infectologista Jadilson Bastos, que acompanhou o sofrimento de Netinho. Uma das principais preocupações do médico é com quem está no começo da vida e pode desenvolver silenciosamente o vírus. “O adolescente está muito exposto aos riscos de doenças. Às vezes, aquele que é rebelde, não é bem esclarecido” diz.

Veja mais

Diagnóstico do Leitor

Jogador alemão doa prêmio da Copa para cirurgias de 23 crianças brasileiras

Obrigado

19/07/2014 - 10:47

Ohse

Filhos de casais homossexuais são mais saudáveis, diz pesquisa

Só me faltava essa!

08/07/2014 - 14:33

Eliseu

Veja mais

Sexta, 28 de Março de 2014 - 18:40

Mãe luta na Justiça por liberação de remédio de maconha para filha de 5 anos

Mãe luta na Justiça por liberação de remédio de maconha para filha de 5 anos
Foto: Divulgação
A pequena Any, de 5 anos, nasceu com uma síndrome rara que provoca convulsões de duas em duas horas. Por isso, ela não consegue falar e, apesar de ter aprendido a andar, seu progresso regrediu quando as crises pioraram. Há alguns meses, sua mãe Katiele Fischer descobriu que um composto a base de maconha tinha resultados muito positivos. Em janeiro, a menina teria passado três semanas inteiras sem uma única convulsão, quando em outubro chegou a sessenta delas semanalmente. “O canabidiol devolveu a ela suas funções”, diz Katiele, que conheceu o produto em um fórum na internet.
 
O problema é que, por causa de questões burocráticas com a Anvisa e os Correios, suas encomendas foram barradas, já que no Brasil a maconha é ilegal. Quando Any voltou a ter várias convulsões já nos primeiros dias sem o remédio, sua mãe decidiu pedir na Justiça a liberação da substância. Se o pedido for aceito, a criança de Brasília será a primeira paciente a utilizar maconha medicinal no Brasil. Sua história virou um documentário. “Illegal”, de Tarço Araújo e Raphael Erichsen, foi lançado nesta quinta-feira (27). Informações da Marie Claire.

Comentar

   

Histórico de Conteudo