Entrevistas

'Precisa mudar esse conceito que só velhinho sofre de hipertensão', diz especialista

A Dra. Frida Plavnik é nefrologista e diretora científica da Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH). Em entrevista ao Bahia Notícias, a médica fala sobre o aumento dos casos de hipertensão, principalmente em pessoas cada vez mais jovens, o que pode fazer com que a sociedade sofra impactos econômicos e sociais mais graves do que se imagina. "As pessoas têm que se conscientizar que enfartar ou ter um AVC aos 40, 45 anos, não é uma coisa rara, não é uma exceção à regra. É muito mais frequente do que se possa imaginar. E isso compromete a renda, dinheiro de saúde pública, a qualidade de vida da família, vai fazer com que os filhos tenham que sair da escola para trabalhar mais cedo e sustentar a casa... Então esse é um problema socioeconômico muito grande. E precisa mudar esse conceito de que é só o velhinho que sofre do problema". Ao BN, Frida ainda dá dicas de como conviver com o problema, alerta para o desenvolvimento da doença em crianças e adolescentes e explica os mitos que envolvem a pressão alta.

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Multicentro de Saúde em Amaralina promete atender até 30 mil por mês

gostaria de saber como conseguir uma consulta com o cardiologista em arretimia pois não consigo nós posto de saúde muito obrigada.

26/08/2014 - 22:18

valdeci de barros da silva

Família de homem achado vivo em necrotério acredita em milagre e defende hospital

A familia pode até falar que é milagre, coisa de Deus, Jesus cristo, etc. Mas a realidade é incompetência médica mesmo. Que venha os cubanos.

26/08/2014 - 11:47

Juarez Lopes

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Sexta, 28 de Março de 2014 - 18:40

Mãe luta na Justiça por liberação de remédio de maconha para filha de 5 anos

Mãe luta na Justiça por liberação de remédio de maconha para filha de 5 anos
Foto: Divulgação
A pequena Any, de 5 anos, nasceu com uma síndrome rara que provoca convulsões de duas em duas horas. Por isso, ela não consegue falar e, apesar de ter aprendido a andar, seu progresso regrediu quando as crises pioraram. Há alguns meses, sua mãe Katiele Fischer descobriu que um composto a base de maconha tinha resultados muito positivos. Em janeiro, a menina teria passado três semanas inteiras sem uma única convulsão, quando em outubro chegou a sessenta delas semanalmente. “O canabidiol devolveu a ela suas funções”, diz Katiele, que conheceu o produto em um fórum na internet.
 
O problema é que, por causa de questões burocráticas com a Anvisa e os Correios, suas encomendas foram barradas, já que no Brasil a maconha é ilegal. Quando Any voltou a ter várias convulsões já nos primeiros dias sem o remédio, sua mãe decidiu pedir na Justiça a liberação da substância. Se o pedido for aceito, a criança de Brasília será a primeira paciente a utilizar maconha medicinal no Brasil. Sua história virou um documentário. “Illegal”, de Tarço Araújo e Raphael Erichsen, foi lançado nesta quinta-feira (27). Informações da Marie Claire.

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