Entrevistas

'Alta complexidade é a maior necessidade da população', diz gestor do Hospital da Bahia

O médico Marcelo Zollinger está como superintendente executivo do Hospital da Bahia desde junho de 2010, onde orgulha-se de ter transformado o espaço em um exemplo de gestão hospitalar. "Quando nós chegamos lá era um hospital desacreditado", assume Zollinger. Mas hoje, garante que a situação é outra. Com um faturamento que deve atingir R$ 20 milhões em 2014, Zollinger conta em entrevista ao Bahia Notícias que o segredo do êxito é a parceria entre todos os envolvidos apesar dos problemas nas equações entre hospitais priviados, o Sistema de Saúde (SUS), planos de saúde, médicos e prestadores de serviço em geral. "A conjuntora está aí, não podemos mudar. A minha relação com as operadoras é a melhor possível. Nós estamos juntos, somos irmãos siameses. As operadoras têm que diminuir sua sinistralidade. Os hospitais têm que ter gestões arrochadas, gestões muito próximas, mesmo que um tanto centralizadas, mas tem que ser muito rígidas. Os preços precisam melhorar? Precisam! Mas a realidade é esta", revela. Zollinger, médico formado pela Universidade Federal da Bahia, ainda destaca que o bom resultado do Hospital da Bahia também está relacionado com uma reorganização na estrutura, deixando de ser um hospital "apenas para o público A", abrindo espaços para clientes de planos de saúde, além do foco no servico de alta complexidade. "O Hospital da Bahia não é um hospital para atender pequena e média complexidade, é para atender a alta complexidade. Porque é uma estrutura cara, apesar de jovem no ponto de vista de espaço físico. A tecnologia embarcada que tem ali não nos permite ficar trabalhando com procedimentos de média e pequena complexidade, e sim de alta complexidade, porque é a maior necessidade da população". Leia a entrevista completa.

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Sexta, 28 de Março de 2014 - 18:40

Mãe luta na Justiça por liberação de remédio de maconha para filha de 5 anos

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Foto: Divulgação
A pequena Any, de 5 anos, nasceu com uma síndrome rara que provoca convulsões de duas em duas horas. Por isso, ela não consegue falar e, apesar de ter aprendido a andar, seu progresso regrediu quando as crises pioraram. Há alguns meses, sua mãe Katiele Fischer descobriu que um composto a base de maconha tinha resultados muito positivos. Em janeiro, a menina teria passado três semanas inteiras sem uma única convulsão, quando em outubro chegou a sessenta delas semanalmente. “O canabidiol devolveu a ela suas funções”, diz Katiele, que conheceu o produto em um fórum na internet.
 
O problema é que, por causa de questões burocráticas com a Anvisa e os Correios, suas encomendas foram barradas, já que no Brasil a maconha é ilegal. Quando Any voltou a ter várias convulsões já nos primeiros dias sem o remédio, sua mãe decidiu pedir na Justiça a liberação da substância. Se o pedido for aceito, a criança de Brasília será a primeira paciente a utilizar maconha medicinal no Brasil. Sua história virou um documentário. “Illegal”, de Tarço Araújo e Raphael Erichsen, foi lançado nesta quinta-feira (27). Informações da Marie Claire.

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