Entrevistas

Representantes do método Ravenna, usado por Dilma, explicam funcionamento e rebatem críticas

Criado em 1991, em Buenos Aires, pelo médico e terapeuta argentino Máximo Ravenna, o método que leva seu nome chegou ao Brasil em 2009, com a criação da primeira clínica em Salvador. Recentemente muito divulgado por conta da adesão da presidente Dilma Rousseff, o método Ravenna ganha cada vez mais adeptos no país e já conta com outras duas clínicas, uma em São Paulo e outra em Brasília. Em entrevista ao Bahia Notícias, a diretora executiva do Método Ravenna no Brasil, Moema Soares, que trouxe o sistema de emagrecimento para o país, e o diretor médico das Clínicas de Salvador e Brasília, Marcos Barojas, explicaram o funcionamento do método que pode ser utilizado por pessoas dos cinco até cerca de 85 anos. Eles ainda rebateram críticas que nutricionistas fazem, como cardápios com muitos itens industrializados, como gelatina, consumo de apenas 800 calorias por dia e proporções inadequadas entre os grupos alimentares. "O que adoeceu as pessoas foi o tamanho das porções. E ninguém prega que não se tenha prazer pela comida", disse Moema. Para aderir ao Ravenna, em Salvador, o paciente deve desembolsar R$ 1.670 no primeiro mês e uma mensalidade de R$ 1.100 nos meses seguintes.

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Baiano presente em estudo em Cuba que descobriu HIV mais agressivo fala sobre pesquisa

Estou surpreso e chocado sempre com o grande milagre que aconteceu na minha família, meu marido e eu fui a vários hospitais e I foram testados HIV positivo no ano passado em outubro e meu marido era HIV negativo Fiquei tão surpreso porque eu ainda estava doente na época e que nos levam para o hospital, mas o médico confirmou que ele tinha problemas renais. desde que gastaram dinheiro em torno de obter drogas de um hospital diferente, eu estava olhando através da internet para obter ajuda quando eu vi um comentário de pessoas falando sobre como Dr. Anthony Odia ajudou a curar sua doença HIV e outras doenças, I don 't acreditar, mas eu basta escolher para experimentar as ervas e entrei em contato com ele pelo e-mail (odincurahiv@gmail.com) e me digam o que fazer, mesmo que o meu foi mais estressante do que meu marido diferentes ervas foi enviado para nós. Para minha surpresa, meu marido e eu esperei pacientemente para o tratamento e as instruções dadas a nós por este homem chamado Odia e fomos para um exame médico e o resultado foi negativo e meu marido reconfirmou e foi bastante correta, mesmo o nosso médico foi confuso, ele disse que nunca viu esse tipo de milagre antes. Dr. Anthony Odia muito obrigado pelo bom trabalho em nossas vidas e Deus irá abençoá-lo para o bom trabalho que você fez. você também entrar em contato com o grande e poderoso homem, se você tem um problema, você pode ligar +2349032913215. enviar e-mail me se não pode chegar lucyawuah5@gmail.com ele.

01/04/2015 - 01:22

Lucy

Salvador terá 7 novas USFs ao custo de R$ 6 mi; primo do prefeito construirá unidade

Ridículo a manchete - Primo do Prefeito, devia investigar se existe irregularidade, ai sim, denuncie, mais insinuação, ou é inveja ou quer JABA

31/03/2015 - 14:01

Paulo vieira

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Sexta, 28 de Março de 2014 - 18:40

Mãe luta na Justiça por liberação de remédio de maconha para filha de 5 anos

Mãe luta na Justiça por liberação de remédio de maconha para filha de 5 anos
Foto: Divulgação
A pequena Any, de 5 anos, nasceu com uma síndrome rara que provoca convulsões de duas em duas horas. Por isso, ela não consegue falar e, apesar de ter aprendido a andar, seu progresso regrediu quando as crises pioraram. Há alguns meses, sua mãe Katiele Fischer descobriu que um composto a base de maconha tinha resultados muito positivos. Em janeiro, a menina teria passado três semanas inteiras sem uma única convulsão, quando em outubro chegou a sessenta delas semanalmente. “O canabidiol devolveu a ela suas funções”, diz Katiele, que conheceu o produto em um fórum na internet.
 
O problema é que, por causa de questões burocráticas com a Anvisa e os Correios, suas encomendas foram barradas, já que no Brasil a maconha é ilegal. Quando Any voltou a ter várias convulsões já nos primeiros dias sem o remédio, sua mãe decidiu pedir na Justiça a liberação da substância. Se o pedido for aceito, a criança de Brasília será a primeira paciente a utilizar maconha medicinal no Brasil. Sua história virou um documentário. “Illegal”, de Tarço Araújo e Raphael Erichsen, foi lançado nesta quinta-feira (27). Informações da Marie Claire.

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