Segunda, 15 de Maio de 2017 - 14:00

Crise na saúde: parceria entre operadoras de planos privados e SUS seria solução

por Cadri Massuda

Crise na saúde: parceria entre operadoras de planos privados e SUS seria solução

A crise econômica tem feito os brasileiros cortarem custos em todas as áreas. Os planos de saúde, apontados como o terceiro item na lista dos desejos dos brasileiros, é um dos setores mais afetados. Nos últimos 18 meses, 2,1 milhões de associados deixaram de contar com a assistência de saúde privada e passaram a depender da rede pública.
 
Como consequência, houve o aumento da demanda de serviços no SUS, instituição essa já com graves problemas para suprir as próprias necessidades. Embora o governo não tenha realizado cortes no orçamento da saúde, o valor não é suficiente para oferecer um serviço de qualidade para os novos clientes. Muito pelo contrário, a falta de investimento no orçamento já representa em si um corte. Isso porque os custos nesta área crescem constantemente por razões como novas tecnologias e o surgimento de modernos medicamentos e aumento da longevidade das pessoas. Estima-se que a inflação médica seja o dobro da inflação geral.
 
Com custos mais altos e com o aumento da quantidade de pessoas que dependem do SUS, o orçamento do governo não fecha. Esses novos usuários representam a necessidade de incluir anualmente cerca de 12,6 milhões de consultas, 31,5 milhões de exames e 210 mil internações Fica evidente a urgência de maior investimento na saúde pública para absorver esses novos usuários.
 
Tentando oferecer uma solução, o Ministério da Saúde lançou a ideia que chamou de “plano acessível” que seria um plano popular com cobertura restrita. Porém, a proposta ainda está em discussão e vem recebendo críticas severas dos órgãos de defesa do consumidor e órgãos de classe, que alegam ser um retrocesso por cortar benefícios antes oferecidos.
 
Então, fica a pergunta: qual seria a solução imediata para atender esses usuários e adequar-se às necessidades da população, do governo e das operadoras de saúde? Aí entra uma nova discussão: o estimulo à comercialização do plano ambulatorial. Esse plano já é regulamentado pela Agência Nacional de Saúde, tem um custo para o consumidor cerca de 30% menor e atenderá 95% das necessidades.
 
Porém, o entrave é que, atualmente, a comercialização desse plano não é sustentável economicamente para as operadoras de saúde. Isso porque quando ocorre um caso de emergência ou urgência, o judiciário determina que os planos de saúde atendam o paciente, mesmo que esse atendimento não esteja incluso no contrato. Por isso, o plano não é comercializado.
 
A solução proposta que poderia atender a essa necessidade atual de forma rápida e eficiente é  a criação de um “novo modelo” de parceria entre operadoras de saúde e governo federal. Elas voltariam a comercializar esse plano, trazendo de volta à saúde privada para os usuários que precisaram deixar este segmento. Nos casos de emergência e urgência dos beneficiários do plano ambulatorial, estes poderiam optar por serem atendidos na rede pública ou privada. Neste último caso, a empresa detentora do contrato do associado paga o procedimento ao hospital, que por sua vez é ressarcido pelo SUS, utilizando como parâmetro de pagamento a tabela TUNEP.
 
Mas como isso seria vantajoso para o governo? O estado já tem essa função de oferecer o atendimento nos casos de urgências e emergências. Isso possibilitaria que o usuário optasse entre o público e o privado. Além disso, desafogaria o sistema de internamento do SUS, podendo oferecer um atendimento de qualidade para a população e ainda traria a economia resultante das consultas e exames dos milhares de brasileiros que voltariam a poder pagar por um plano de saúde. A proposta é uma solução prática e viável para resolver uma parte importante dos problemas de saúde atuais da população.


CADRI MASSUDA
presidente da regional PR/SC da Abramge- Associação Brasileira de Planos de Saúde.

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Segunda, 01 de Maio de 2017 - 14:00

A importância do odontopediatra na vida de uma criança

por Sandra Kalil

A importância do odontopediatra na vida de uma criança

A Odontopediatria vem ganhando cada vez mais importância num cenário em que, aos 12 anos, mais da metade dos brasileiros tem uma ou mais lesões de cárie. Ao longo do tempo, inclusive, houve toda uma transformação do papel do odontopediatra. Muito mais do que um cirurgião-dentista “com jeito para lidar com crianças”, trata-se de um profissional que tem sob sua responsabilidade, em grande parte, todo o desenvolver de um comportamento que poderá resultar em um adulto com dentes saudáveis.
 
Os cuidados com a dentição infantil começam ainda na gestação. Cabe ao odontopediatra orientar as mamães sobre o que podem fazer – desde incorporar novas rotinas de higiene e alimentação, até mudar determinados hábitos nocivos à dentição das crianças – para que seus filhos nasçam com tendência a formar dentes fortes e saudáveis. A periodontite (inflamação na gengiva), por exemplo, vem sendo associada ao nascimento de prematuros e a recém-nascidos com baixo peso. Sendo assim, tudo começa já nos cuidados com a gestante.
 
Ainda há muitos pais, infelizmente, que também desconhecem a importância de tratar da saúde bucal da criança desde seu nascimento. Consideram que dente de leite não tem importância porque vai cair mesmo e que a preocupação em levar o pequeno ao cirurgião-dentista começa por volta dos oito a dez anos. Mas isso é um grande engano. Hoje, o odontopediatra tem uma nova perspectiva sobre a primeira dentição. Ao cuidar desde cedo dos dentes da criança, estimulando-a à correta higienização já nos primeiros anos de vida, também está prospectando um futuro mais saudável para essa pessoa.
 
Vale dizer que existe consenso em preservar o máximo possível os dentes decíduos (primeira dentição) para evitar uma série de problemas, como: desalinhamento resultante da extração precoce de um dente de leite; lesões de cárie que avançam nos dentes permanentes quando não tratadas logo na dentição provisória; infecções; problemas que resultarão na necessidade futura de um tratamento ortodôntico etc. Além do aspecto preventivo, tratar os dentes desde a primeira infância possibilita eliminar um dos grandes obstáculos que encontramos ainda hoje: muito adulto tem “medo de dentista”.
 
Quando a criança se acostuma a frequentar desde cedo o consultório odontológico, incorpora isso naturalmente à sua rotina e passa a tratar o cirurgião-dentista como os demais profissionais de saúde, a exemplo do pediatra. Mais do que isso, crianças acostumadas desde cedo a cuidar da saúde bucal tratam a todos como amigos, desenvolvendo uma saudável relação de confiança. Afinal, há toda uma preocupação por parte dos odontopediatras em receber essas crianças de forma lúdica e acolhedora. Oferecer um ambiente colorido, livros e brinquedos para diferentes idades é uma delicadeza que mostra ao público infantil o quanto ele é importante e contribui para deixar as crianças mais à vontade, mais calmas para compreender o porquê dos procedimentos clínicos.
 
Ao transformar os cuidados com a saúde bucal numa experiência agradável para a criança, o odontopediatra contribui para que ela cresça cuidando bem dos dentes e se alimente corretamente – o que resultará num adulto com boa saúde bucal, com baixa incidência de cárie e outros problemas resultantes da falta de cuidados e escovação apropriada. Uma das primeiras medidas é advertir os pais de que a criança jamais deve ser colocada para dormir com a mamadeira no berço ou na cama. Apesar de parecer familiar para a maioria das pessoas, isso está errado. Seja a fórmula que for, ou ainda um suco, se a criança não higienizar a boca logo depois de mamar, o acúmulo de açúcar contribuirá muito para o aumento de bactérias nocivas na cavidade bucal, levando à formação de lesões de cárie mesmo nos dentes decíduos.
 
Até mesmo por isso, os odontopediatras costumam avaliar os hábitos alimentares da família e da criança. Por exemplo, alguns pais costumam colocar achocolatados e sucos de caixinha nas lancheiras, mas precisam ser advertidos de que também esses líquidos são prejudiciais à saúde bucal. Da mesma forma que o açúcar presente em doces, pães e bolachas, o açúcar dessas bebidas se transforma em ácido e ataca o esmalte dos dentes, provocando cárie e até mesmo inflamações. Grosso modo, os mesmos cuidados que os pais têm para proporcionar uma alimentação mais saudável a seus filhos e evitar a obesidade infantil – que aumenta de modo alarmante no Brasil, superando problemas como a desnutrição – contribuem para que os menores desenvolvam dentes mais saudáveis e um sorriso bonito.
 
Finalmente, ensinar crianças e adultos a escovar corretamente os dentes, pelo tempo mínimo necessário para promover uma limpeza ideal da boca, também é papel do odontopediatra – que, com paciência e gentileza, costuma reforçar essa mensagem a cada consulta. Até que a criança atinja três anos, os pais serão orientados sobre a melhor forma possível de promover essa higienização/escovação. Mas, como a coordenação motora é desenvolvida aos poucos, caberá aos pais supervisionar os rituais de limpeza bucal de seus filhos até que completem 10 ou 11 anos. Isto não quer dizer que, depois disso, poderão eliminar a preocupação com a saúde bucal de seus filhos.  Ainda caberá aos pais checar o bom estado das escovas de dente, agendar consulta com o cirurgião-dentista para aplicação do selante e vigiar os hábitos de seus filhos.
 
Ao menor sinal de ranger de dentes, estalar de mandíbula ou permanecer tempo demais com a boca aberta, vale a pena buscar ajuda especializada. Como as crianças costumam adquirir os mesmos hábitos que os adultos, seu comportamento deve ser constantemente avaliado pelo odontopediatra para checar se o excesso de preocupação e estresse não está impactando a formação e saúde dos dentes. Enfim, esse profissional deverá fazer um acompanhamento bastante personalizado até que essa criança se transforme em adulto – de preferência, com um sorriso saudável e bonito.


SANDRA KALIL
Professora do curso de pós-graduação em Odontopediatria da FAOA – Faculdade de Odontologia da APCD (Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas). 

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Inibindo a proliferação de vírus e bactérias através de higienização de condomínios

O outono já chegou e as temperaturas já começam a cair e o clima fica mais seco, o que propicia a incidência de doenças, como gripes e alergias comuns nas estações frias. A transmissão de vírus normalmente acontece através de tosse ou espirros das pessoas infectadas ou ao passar as mães em superfícies que estejam contaminadas e em seguida tocar os olhos, o nariz ou a boca.

Tanto no inverno como no outono, é muito comum as pessoas preferirem os locais fechados e evitarem a friagem, o que resulta em aglomerações e consequentemente o contágio por vírus. Para evitar, a higiene deve ser redobrada, mas não somente a pessoal é suficiente para combater os monstros invisíveis. Nos condomínios residenciais e comerciais, por exemplo, há grande circulação de pessoas em todas as áreas úteis e comuns aos frequentadores, usuários e moradores. Com isso, aumenta a probabilidade de contaminação de algumas doenças.

Outra reclamação comum nas estações outono e o inverno está relacionada às alergias respiratórias (irritação das vias aéreas). Isso também porque as pessoas ficam mais dentro dos ambientes, seja casa ou apartamento, que ficam mais tempo fechados por causa do frio, impedindo maior circulação de ar. Um dos fatores que provoca a alergia é a poeira, provocada por ácaros que gostam de locais escuros, úmidos e quentes. Os especialistas garantem que independe de época do ano, a limpeza diminui a incidência dessa doença, já que elimina a poeira e as contaminações.

Mas, como viver tranquilamente, sem medo de contrair um vírus ao tocar em corrimões, botões de elevadores e maçanetas das portas dos condomínios? E como confiar a limpeza de um local extenso e de trânsito alto de pessoas a quem não é especializado nesse tipo de trabalho?

Para locais de grande circulação, como nos condomínios, é recomendável a contratação de serviços profissionais, em que as pessoas encarregadas da limpeza tenham conhecimento sobre a melhor forma de higienização e qual frequência ideal para o serviço. Para isso, o mais indicado é a contratação de empresas especializadas, que trabalham com terceirização do serviço e oferecem serviços de limpeza para pequenos, médios e grandes condomínios tanto residenciais como comerciais. Empresas confiáveis possuem funcionários treinados especificamente para este tipo de trabalho, como os auxiliares de limpeza e auxiliares de serviços gerais. Esses profissionais recebem um treinamento com instruções teóricas e práticas sobre atendimento a clientes, postura profissional, cronograma das atividades diárias e programadas, tipos de produtos e suas finalidades e, principalmente, conhecem técnicas de higienizar ambientes. E para garantir o bom resultado, esses profissionais possuem encarregados que fiscalizam se o trabalho está sendo desenvolvendo de acordo com as instruções.

De qualquer forma, cuidar da limpeza é crucial em todos os lugares. Ter um ambiente sempre limpo e bem cuidado mantém uma boa aparência, como também afasta insetos e também evita o perigoso aerys aegypti - que transmite além da dengue, a frebre chikungunya e o vírus zica – e não tem época restrita para se proliferar já que nosso país é tropical. Entre as recomendações está recolher o lixo fora no mínimo uma vez por dia, lavar cestos e latas de lixo sempre que possível e eliminar locais propícios ao acumulo de água parada. Medidas como essas afastam o mau cheiro e evitam que ratos e insetos se proliferem nas áreas condominiais. É recomendada ainda a limpeza de áreas de lazer, como salões de festas, parquinhos e playgrounds.

O síndico e os responsáveis pela manutenção do condomínio devem ficar atentos às áreas mais necessitadas de limpeza, porém também é dever de todos os condôminos contribuir com a organização e a higiene, tanto de seus apartamentos quanto das áreas sociais para que o local esteja limpo e bem apresentável.


AMILTON SARAIVA,
Especialista em condomínios da GS Terceirização

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Segunda, 17 de Abril de 2017 - 14:00

A pancreatite crônica continua sendo uma doença grave com grandes desafios

por José Celso Ardengh

A pancreatite crônica continua sendo uma doença grave com grandes desafios
O pâncreas ao ser submetido constantemente a inflamação torna-se fibrótico, o que pode levar a uma variedade grande de complicações, devido à perda de função ou ao comprometimento da anatomia vascular e/ou luminar adjacente. Normalmente quando isso ocorre, o pâncreas é acometido por uma pancreatite crônica. Ela pode ser clinicamente dividida em: a) pancreatite obstrutiva calcificante, cuja principal etiologia é o alcoolismo; b) pancreatite obstrutiva que é mais rara por obstrução do ducto pancreático principal (tumor na cabeça do pâncreas) e c) pancreatite inflamatória crônica onde existem fatores que influenciam uma agressão crônica sobre a glândula pancreática (mucoviscidose). Existem várias complicações potenciais dessa doença que exigem vigilância ativa pelos médicos dedicados a esses pacientes, incluindo a diabetes, insuficiência pancreática exócrina, doença óssea metabólica e o câncer pancreático.

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Quinta, 06 de Abril de 2017 - 18:30

O século 21 chega à saúde

por Eliane Kihara

O século 21 chega à saúde
Poucos setores da economia mundial estão sendo tão transformados pelo avanço da tecnologia como o de saúde. E não estamos falando apenas de equipamentos de ponta para diagnóstico de doenças, novos exames preventivos ou robôs capazes de conduzir uma cirurgia. A tecnologia está mudando, de forma radical, a relação entre profissionais e pacientes e tornando estes últimos cada vez mais capazes de monitorar as próprias condições de saúde e bem-estar. Nos próximos cinco anos, milhões de pessoas, em países como os Estados Unidos, terão acesso a consultas realizadas com a ajuda da internet e farão uso de aplicativos para celular que monitorarão suas respectivas condições físicas. É o que mostra o estudo Top Health Industry Issues, realizado pela PwC.

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Automação no laboratório de microbiologia: controle de custos e melhoria de produtividade
Diante dos desafios do mercado e de um cenário econômico inseguro, as indústrias de alimentos estão continuamente empenhadas em encontrar caminhos para reduzir seus custos operacionais, melhorar a padronização e eficiência dos seus processos, aumentar a produtividade, liberar o seu produto rapidamente ao mercado, além de garantir que os mesmos sejam entregues com a qualidade desejada por seus consumidores finais.

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Quarta, 15 de Fevereiro de 2017 - 14:20

A vez da Chikungunya

por Julinha Lazaretti

A vez da Chikungunya
De um lado a população, do outro, mosquitos transmissores de doenças que continuam tirando o sono! Diferente do que aconteceu em 2016, quando houve um surto de casos de Zika vírus, este ano a preocupação das autoridades de saúde é com a Chikungunya. As duas doenças, assim como a Dengue, são transmitidas pela picada do mosquito Aedes Aegypti.

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Segunda, 30 de Janeiro de 2017 - 11:08

Verão: Região da cabeça e pescoço é a mais acometida pelo câncer de pele

por Marcus Borba

Verão: Região da cabeça e pescoço é a mais acometida pelo câncer de pele
Verão é tempo de aproveitar o calor e o Sol em atividades ao ar livre, na praia, nos parques, e também de usar roupas com mangas curtas, bermudas, saias. Sentimos o calor na pele, e o uso de protetor solar é um aliado de nossa saúde, principalmente para proteger de queimaduras como do câncer de pele. O que muita gente não sabe é que a região da cabeça e pescoço é a mais exposta aos raios solares e, justamente por isso, a parte do corpo mais acometida pelo câncer de pele.

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Quarta, 04 de Janeiro de 2017 - 09:45

Medicina Fetal, mais uma porta para a vida

por Américo Tângari Júnior

Medicina Fetal, mais uma porta para a vida
O motorista começa a sentir um desconforto no meio do trânsito, de repente o coração acelera e, além da taquicardia, sobrevém o suor e o mal-estar – uma sensação incomum para quem nunca se queixou de nada no coração. Mas é preciso agir rápido, pedir ajuda a outros motoristas em volta, ligar para algum parente ou acionar um aplicativo de emergência pelo celular. Pode ser o início da manifestação de alguma doença cardíaca, da qual nunca suspeitou. Mas agora ela se revela e a situação pode se agravar caso não seja atendido no hospital mais próximo.

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Terça, 27 de Dezembro de 2016 - 20:00

A demonização das relações de trabalho na área médica: CLT x PJ

por Carlos Emanuel Melo

A demonização das relações de trabalho na área médica: CLT x PJ
O mundo vive uma época de extremismos. As pessoas estão se dividindo entre pólos antagônicos, mas a crise clama: é tempo de repensar muitos paradigmas. Nesse cenário, diante do desafio de levar saúde a todos os brasileiros, o SUS não pode mais procrastinar: como se dará a relação de trabalho com os médicos? A resposta não é tão simples. A amplitude e complexidade desta atividade requer um entendimento profundo e desprovido de convicções ideológicas. Trata-se muito mais de aspectos técnicos, mas certamente não haverá apenas uma forma correta.

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