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Notícia

Debate na Aratu: Postulantes respondem perguntas da plateia

Por Mariele Góes

Debate na Aratu: Postulantes respondem perguntas da plateia
Fotos: Max Haack/ Ag. Haack/ Bahia Notícias
O segundo bloco do debate promovido pela TV Aratu, desta terça-feira (2), foi dedicado a perguntas da plateia, definidas por sorteio. A participante Genilda Gomes Santos foi a primeira a participar e questionou a Hamilton Assis como ele pretendia amenizar os danos ambientais causados pela Copa do Mundo. O candidato declarou que o evento não foi bem pensado, pois não trará benefícios para toda a cidade. O prefeiturável citou medidas que “não vão ser vantajosas para todo o povo”. Na réplica, Genilda lembrou que a Copa trará ganhos e perdas e tornou a questionar como será o plano de governo para amenizar as questões negativas. Assis disse que a gerência da Copa não era competência da prefeitura, e sim dos governos federal e estadual, e que sua intenção era evitar a demagogia e medidas excludentes.
 

 
Em seguida, o espectador Leonel Pinto questionou Mário Kertész sobre a aprovação da Lei de Ordenamento e Uso e da Ocupação do Solo (Louos). O peemedebista disse que era uma "vergonha" que uma questão tão importante fosse resolvida no final da administração, assim como que a licitação para gerência do lixo seja feita no final. “O final da administração de João Henrique é ainda mais vergonhosa que todo o resto”, declarou o candidato. 
 

 
Jaime Barreiros indagou Pelegrino sobre a quantidade de partidos em sua coligação, bem como se partilhar a administração pública entre todos eles não seria um problema, como na administração de João Henrique. O petista afirmou que o problema da atual gestão não era esse, e sim "falta de competência". Ele alegou ter capacidade de administrar a cidade e informou que sua equipe será feita com os melhores técnicos. Na réplica, Jaime questionou se apenas a capacidade técnica será suficiente e se não seria necessário criar diversas secretarias municipais para acomodar todos os apoios políticos que o candidato possui. Pelegrino treplicou ao afirmar que não há necessidade de criar secretarias em demasia, e que não tem necessidade de indicar ninguém que não mereça ocupar o posto.

 
Eliene Bittencourt questionou ACM Neto de onde virão as verbas para melhorar a saúde pública. O democrata afirmou que será preciso uma ação emergencial para colocar os postos de saúde que já existem em funcionamento, para depois criar novas unidades. Os recursos, segundo o prefeiturável, virão do corte de exageros e desperdícios e da boa aplicação do dinheiro público. Ele também citou a necessidade de melhorar a arrecadação do município.
 

 
João dos Santos Castro perguntou para Márcio Marinho quais as suas propostas para o meio ambiente na capital. O prefeiturável disse que a questão era importante, e que seu plano de governo prevê o tratamento de córregos, rios, lagoas e saneamento básico. Além disso, citou a importância da limpeza urbana, que deve priorizar companhias de catadores e usinas para tratamento de lixo.
 

 
Edgar Freitas Neto perguntou a Da Luz se havia algo bom na gestão de João Henrique. O candidato disse que, durante o um ano e meio em que participou da gestão, fez alguns projetos como o passe de meia-passagem para cadeirantes e o aumento de 20% concedido aos professores. Da Luz disse que acreditou no prefeito, mas logo de início percebeu que se tratava de “fogo de palha” e resolveu se retirar.