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Notícia

Debate na Aratu: Candidatos se questionam no primeiro bloco

Por Mariele Góes

Debate na Aratu: Candidatos se questionam no primeiro bloco
Fotos: Max Haack/ Ag. Haack/ Bahia Notícias
No primeiro bloco do debate realizado nesta terça-feira (2) pela TV Aratu, os candidatos fizeram perguntas livres entre si. A ordem de quem questionava quem foi decidida por sorteio e os postulantes tinham o direito de escolher a quem dirigir a pergunta. Márcio Marinho (PRB) indagou Nelson Pelegrino (PT) sobre as medidas necessárias para melhorar a saúde na capital. O petista respondeu que, atualmente, o setor vive um drama e sua primeira medida, caso eleito, seria botar os postos de saúde para funcionar. Pelegrino também falou de um projeto em parceria com o governo estadual para construir dois novos hospitais na Região Metropolitana de Salvador, além de UPAs, clínicas e policlínicas na cidade. Tadeu Da Luz (PRTB) pediu que Mário Kertész (PMDB) esclarecesse o atrito com a instituição Fundação Doutor Jesus, causado por uma matéria publicada no Jornal da Metrópole. O peemedebista foi curto na resposta. “Não conheci, não participei e não tenho nada a ver com o que o Jornal da Metrópole faz. Já é a segunda vez que o senhor tenta trazer esse assunto”, disse. Kertész aproveitou o tempo restante para ponderar que o debate deveria ser um embate em que todos pudessem expor seus pensamentos sem medo.


 
Em seguida, Mário Kertész direcionou a questão a ACM Neto (DEM). Ele se disse alarmado com a cobrança dos policiais militares, feita nesta terça, sobre um reajuste da gratificação da categoria. Ele questionou ao democrata o que estaria por trás desse anúncio. Neto se esquivou e respondeu que “quem entende de sindicato da Polícia Militar e dos professores é o PT”. O postulante afirmou que nunca fez política em associação com entidades de classe e acredita que a prática seja perigosa. Em seguida, foi a vez do democrata questionar Marinho sobre o que ele considerava mais importante: levar o metrô à Paralela ou a Cajazeiras. Em resposta, o prefeiturável disse acreditar que o modal deve chegar até onde as pessoas mais precisam e que mobilidade não se limita ao metrô. Em réplica, Neto declarou que levar o transporte até Cajazeiras, que tem mais demanda e mais concentração demográfica, é mais importante do que levá-lo à Paralela. Na sequência, Pelegrino questionou Hamilton Assis (PSOL) sobre as suas propostas para mobilidade. O postulante disse que construir o metrô até Cajazeiras era sua prioridade e que não entendia porque não foi originalmente estendido até lá. Segundo Assis, a insistência em construir uma linha na Avenida Paralela serve para atender à especulação imobiliária no local. Por último, Assis questionou Da Luz sobre a apreciação das contas de João Henrique. Da Luz respondeu que acha que, se há erros nas contas, elas devem ser reprovadas. Ele ponderou que o espaço deveria ser usado para debater propostas de Salvador e aproveitou a deixa para falar de seus projetos para mobilidade urbana. Hamilton replicou falando da importância da Câmara de Vereadores para a administração municipal.