

20/05/2012 - 09:00
17/05/2012 - 09:55
"Vejo uma preocupação dos jornalistas, da imprensa em geral. Não vejo desconfiança da sociedade. Não acho que as pessoas estão duvidando que o Brasil não possa fazer uma Copa à altura das expectativas do mundo."
Ministro do Esporte. otimista em relação ao mundial de futebol de 2014.
21/05/2012 - 12:04
Rasquim
21/05/2012 - 11:35
Mariana Lins Almeida
Médica cardiologista, MBA em gestão de saúde e primeira-dama da capital baiana, Tatiana Maria Paraíso, 41 anos, é a titular da Secretaria de Saúde de Salvador desde o afastamento de Gilberto José (PDT) para disputar as eleições deste ano. Em entrevista ao Bahia Notícias, Paraíso falou das dificuldades encontradas na gestão da pasta, a relação com empresas filantrópicas, dos planos para sua vida pós-prefeitura, comentou sobre a virada no comportamento do maridão e chefe, o prefeito João Henrique. Tatiana se posicionou também sobre o episódio protagonizado pela deputada Maria Luiza Carneiro, que soltou o verbo na Assembleia Legislativa da Bahia ao expor o seu caso extraconjugal com JH e admitiu: “Meu paraíso é João Henrique”.
Paulo César Carpegiani foi confirmado como o novo técnico do Vitória.
Segunda, 06 de Fevereiro de 2012 - 09:22
por Patrícia Conceição

A prisão do empresário César Santana, da Mastermed, encerra o caso Colombiano?

19/05/2012 00:00
O Brasil, definitivamente, vive a escalada dos grandes eventos esportivos internacionais. Até 2016, com a realização de megaeventos, como Copa FIFA 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, que mobilizarão multidões e grandes volumes de recursos. Com a aproximação dessas realizações, o setor de turismo precisa aprofundar o debate sobre os impactos e oportunidades que têm surgido, como esses eventos podem impactar na imagem do país e das cidades e como eles podem contribuir para mudar a indústria de viagens, especialmente do turismo receptivo.
14/05/2012 08:49
Os dois últimos dias foram de grande importância para o saneamento da vida pública brasileira. Permitindo o retorno de uma expectativa positiva em relação senão ao fim, mas, pelo menos, à diminuição da corrupção nas instituições públicas. Na quarta-feira, a Câmara cumpriu o que dela se esperava: cassou três corruptos que venderam os seus mandatos, mudando-se de partido, e, ontem, foi a esperada vez de Collor. As duas decisões abrem expectativa em torno do epílogo do megaescândalo da Comissão do Orçamento que envolve dezenas de parlamentares gatunos.