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Documentos provam financiamento brasileiro à ditadura de Pinochet

Documentos provam financiamento brasileiro à ditadura de Pinochet
Uma série de 266 telegramas confidenciais de diplomatas brasileiros entre 1973 e 1976 prova que o Brasil deu grande subsistência para a ditadura do general Augusto Pinochet no Chile. De acordo com as correspondências, recebidas pela Embaixada do Brasil em Santiago e liberados pelo Itamaraty ao jornal Folha de S. Paulo, o suporte ao ditador foi político e econômico. Em novembro de 1973, após o golpe no Chile, o Brasil, também governado por um ditador, Emílio Médici (1905-1985), liberou US$ 50 milhões ao Banco Central chileno para estimular exportações. O Brasil estimulou a venda de açúcar, ônibus, caminhões e fragatas e acelerou a aquisição de cobre das jazidas chilenas, chegando, em 76, ao posto de maior comprador externo de cobre, desbancando a Alemanha. No campo diplomático, o Brasil, a pedido da Junta Militar chilena, ocupou o status oficial de "protetor dos interesses do Chile" no México, na Polônia e na extinta Iugoslávia.