Com Samuel Celestino

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Curtas do Poder

Curtas do poder

Não se desesperem! Trago aqui soluções viáveis para o impasse da Arena Fonte Nova, que, sem o Bahia, vai precisar arranjar outra utilidade. Tem um secretário que reclamou das minhas revelações e, na verdade, deveria me agradecer pelo conselho. Enquanto isso, o Primeiro Passo continua fadado ao tropeço por causa de uma pistola Taser e mais uma conta que não fecha no governo do Correria. Duvida?

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Pérola do dia

Fabíola Mansur

“Todos os novatos vivem uma situação um pouco constrangedora"

Deputada estadual pelo PSB, ao tentar justificar o voto favorável ao reajuste de R$ 14 mil das verbas de gabinete da Assembleia Legislativa

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Entrevistas

James Correia

Entre os governos de Jaques Wagner e Rui Costa, já se passaram seis anos como secretário de Indústria, Comércio e Mineração, e a experiência faz James Correia ter a confiança necessária para garantir que tem contato fácil com alguns dos principais empresários do país. Nesta entrevista ao Bahia Notícias, ele conta que vai seguir usando desse bom relacionamento para atrair investimentos à Bahia, com o apoio do atual governador e da Superintendência de Desenvolvimento Industrial e Comercial. O secretário destaca que dos R$ 74 bilhões que o governo planeja investir em indústria nos próximos quatro anos, R$ 59 bilhões serão destinados para o interior do estado, e enumera alguns projetos que já estão em andamento e gerando empregos nas cidades de Feira de Santana, Jequié e Caetité, por exemplo. No entanto, Correia ressalta que ainda existem grandes obstáculos de infraestrutura que precisam ser derrubados para permitir à economia baiana um crescimento maior: "Os portos são o grande desafio na Região Metropolitana, e no interior é a Fiol e o Porto Sul. Esses são os desafios para a gente continuar atraindo empresas e desenvolvendo o estado".

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Multimidia

Veja os gols de Vitória 4x2 América (RN)

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Quinta, 10 de Fevereiro de 2011 - 07:02

Trabalhadores da Construção Civil em greve

por (Rafael Rodrigues)

Os canteiros de obras amanheceram vazios na manhã desta quinta-feira (10), em toda a Bahia, devido à greve dos trabalhadores da construção civil. Do lado de fora dos empreendimentos, os funcionários se mobilizam em protestos, mas não há registro de paralisações de trânsito. Os grevistas realizarão uma passeata que sairá do Campo Grande à partir das 9h, rumo ao largo de São Bento, onde haverá uma assembleia. O Sintracom-BA, sindicato que representa a categoria, estima que 140 mil trabalhadores cruzaram os braços nesta quinta. A greve, por tempo indeterminado, se deve ao insucesso nas negociações para o reajuste salarial. Enquanto os sindicalistas pedem um aumento de 18,7%, que incorpora a correção da inflação (de 6,91%) e o índice de crescimento do setor no ano passado (11%), as construtoras oferecem 1% de majoração além da correção inflacionária. Uma reunião para negociar uma acordo está marcada para às 11h.


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João Doria Jr.
Antes que seja tarde

O Brasil que foi às ruas em 15 de março para protestar contra a Dilma Rousseff, a corrupção e o PT é bem diferente daquele que se mobilizou em 16 de abril de 1984, quando mais de um milhão e meio de pessoas se juntaram, no Anhangabaú, em São Paulo, na esteira do movimento em prol das Diretas Já. Naquele ciclo, a luta cívica tinha como alvo a defesa das liberdades e a escolha, pelo povo, do seu mandatário. Hoje, esses direitos se consagram na nossa Constituição. Também difere do país que, em 20 de junho de 2013, registrou mais de 1,5 milhão de pessoas nas ruas, protestando contra taxas dos transportes públicos e serviços precários nas áreas de saúde, educação e segurança, entre outros temas.

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Samuel Celestino, anos atrás
Publicada no Jornal "A Tarde" em 28 de março de 1999: Uma jovem senhora que nasceu na política

A cidade de Salvador festeja, amanhã, 450 anos. A coluna, por não ser editada às segundas-feiras, antecipa a homenagem que deseja a ela prestar, com uma crônica que escrevi para a revista “Neon”. Transcrevo-a. O fracasso de Francisco Pereira Coutinho como donatário da capitania hereditária da Bahia, impeliu D. João III a criar um Governo Geral, com jurisdição sobre todo o território, e para aqui mandou Thomé de Souza, primeiro governador-geral, que desembarcou no dia 29 de março de 1549 para fundar Salvador.

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