Com Samuel Celestino

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Curtas do Poder

Curtas do poder

Essas eleições foram a bagaceira na Bahia e no Brasil. Alguns políticos se deram mal. Mas aqui na terrinha o bicho pegou. Teve candidato achando que tava eleito se ferrando feio. Falando em candidato, com a derrota de Paulo Souto e Aécio, a disputa para a vice do Soberano nas próximas eleições será acirrada. De uma coisa tenho certeza: o deputado Bruno Reis tá fora. O povo não gosta de político que desrespeita as leis municipais e os agentes públicos. Confira os detalhes nas Curtas do poder!

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Lídice da Mata

“Eu defendo que o partido se mantenha independente, mas o partido ainda vai debater essa questão. Cada dia uma agonia”

Lídice da Mata, senadora pelo PSB, ao comentar sobre a situação da sigla após as eleições.

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Marcelo Nilo

Após o término das eleições para o segundo turno, começa nos bastidores a disputa para saber quem assume a presidência da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). E quem já aparece como candidato à reeleição ao cargo é Marcelo Nilo (PDT), eleito para o seu sétimo mandato como deputado estadual, pela segunda vez o mais votado do estado, com 148.690 votos. Em entrevista ao Bahia Notícias, Nilo assume seu início de campanha para ser pela quinta vez presidente da AL-BA, fala sobre suas relações com o atual e o futuro governador do estado, e diz que todas as melhorias recentes na Bahia “passaram por sua caneta”. "Uma coisa que eu me orgulho muito é que tudo que ocorreu de positivo na Bahia tem a tinta da minha caneta. Se o governador fez uma estrada, passou pela assembleia. Se fez um centro tecnológico ou posto de saúde também”. Leia a entrevista completa.

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Quarta, 31 de Dezembro de 1969 - 21:00

ARMAMENTO DA GUARDA MUNICIPAL GERA POLÊMICA

por (Evilásio Júnior)

Foto: Secom

João Henrique prometeu armar Guarda Municipal de Salvador

A Constituição Federal do Brasil determina, em seu artigo 144, que a segurança pública é um dever do Estado, mas admite em seu parágrafo 8º que “os Municípios poderão constituir guardas municipais destinadas à proteção de seus bens, serviços e instalações, conforme dispuser a lei”. Entretanto, baseado na Lei Complementar N° 03/2010, que admite o armamento dos agentes em cidades com mais de 50 mil moradores que façam convênio com a Polícia Federal, o prefeito de Salvador, João Henrique Carneiro (PMDB), anunciou nesta terça-feira (18) que equipará a Superintendência de Segurança Urbana de Prevenção à Violência (Susprev) com pistolas (ver nota). O tema é polêmico, já que envolve a discussão sobre a disseminação de artefatos de fogo, bem como a responsabilidade dos profissionais que os empunham. Projetos semelhantes já foram alvo de críticas em cidades de outros estados como São Paulo e Paraná.  

Foto: Google

Rita Tourinho teme que Guarda Municipal atue como Polícia Militar

Na capital baiana, antes mesmo da oficialização da norma, o Ministério Público da Bahia (MP-BA) contesta a medida por temer que a Guarda Municipal de Salvador (GMS) exceda as suas atribuições e exerça funções típicas da Polícia Militar. “É inconstitucional. A segurança armada é atribuição da PM. O prefeito pode até armar a Guarda para o fim correto, mas o questionamento é se essas pessoas têm preparo suficiente para utilizar armas. Mesmo na PM, há acidentes com policiais devido ao uso de armas. Essa medida coloca em risco tanto os agentes quanto a população. Sem contar a possibilidade de consequências nefastas para o próprio Município, que é o responsável pela Guarda”, alerta a promotora Rita Tourinho. O MP-BA, contudo, tem esperança de que o discurso do prefeito João Henrique de armar a GMS não seja implementado. Mas avisa que, caso não haja desistência, o Município será acionado. “Se porventura a medida vier a ser efetivada, o MP adotará providências, assim como o próprio Estado. Antes do Ministério público, ele (JH) deverá se entender com a PM. Nós estamos até no aguardo de que o prefeito tenha dito isso na fala, mas que faça uma reflexão maior e o bom senso prevaleça”, ressaltou.  

Foto: Divulgação

“É uma decisão do prefeito. O que é que eu tenho a dizer? É perfeitamente legal", diz César Nunes

Embora a promotora Rita Tourinho acredite também em uma interferência do Estado, o secretário de Segurança Pública, César Nunes, minimizou a questão. Ele apenas faz ressalva à capacitação dos guardas municipais que usarão as armas. “É uma decisão do prefeito. O que é que eu tenho a dizer? É perfeitamente legal, desde que se insira no campo de atividades da Guarda Municipal. Acredito que o prefeito deve ter a cautela devida para fazer os treinamentos necessários”, ponderou. De acordo com a assessoria de João Henrique, ainda não há prazo para que a medida seja instaurada.


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Pablo Reis
O que será?

O que será de nós, agora que a eleição acabou? Passaremos de eleitores irascíveis e combativos, duelando mais por nomes do que por projetos concretos, a cidadãos atuantes, vigilantes da lei e da aplicação delas? Vamos continuar indignados com escândalos de corrupção, mas usando aplicativo de geolocalização para desviarmos da blitz de alcoolemia após umas bebidinhas sociais? Vamos manter o padrão de usar vida pessoal como argumento contrário a esse ou aquele político, enquanto exigimos que nossa privacidade seja preservada por nossos empregadores?

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Samuel Celestino, anos atrás
Publicado no jornal A Tarde em 25 de novembro de 1982 - O que será do PMDB baiano?

Não era o líder oposicionista de Feira quem estava, na segunda-feira última, na casa de Roberto Santos. O deputado Francisco Pinto estava lá, sobretudo, como secretário nacional do PMDB e sua missão, mais do que discutir o resultado das eleições, era sentir o ânimo do candidato Roberto Santos, que já não tinha qualquer esperança de uma mudança no quadro das apurações. Mário Kertész havia chegado pouco antes e, embora triste, não estava abatido.

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