Com Samuel Celestino

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Curtas do Poder

Curtas do poder

A pesquisa Ibope saiu na última quarta, mas trago hoje meus comentários sobre os números. Começo alertando que o DataNilo, o instituto de Marcelo Nilo que não é dele, mais uma vez enganou o Galego (JW). Falando em galego, me lembrei do propagandista Sidônio, que com a pesquisa e a derrota do Bahia deve ter tido uma das piores noites de sua vida. Posso definir a pesquisa com a mesma sensação que eu tive com Alemanha 5 e Brasil 0 aos 30 minutos do primeiro tempo. Não deixe de ler as Curtas do poder!

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Pérola do dia

José Rocha

“O partido não está envolvido de maneira nenhuma nisso.”

Deputado federal e presidente do PR na Bahia, sobre a denúncia de que o parlamentar João Carlos Bacelar cobraria "pedágio" de 8% no fechamento de contratos de empreiteiras com o Ministério dos Transportes.

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Francamente

Baleado em atentado, prefeito de Itagimirim morre em hospital

Rielson Lima, um grande prefeito e um amigo Leal. Corria célere o ano de 2008 quando fui apresentado ao então eleito prefeito de Itagimirim – Rielson Lima, um negro esquio, de voz calma e serena, revelando um caráter solidário e fiel às pessoas que lhe ajudaram em sua caminhada ate a Prefeitura. Nossa simpatia foi mutua, logo me contratou para fazer um curso com todos os seus futuros secretários e diretores, o mais bonito é que ele assistiu às aulas, ali aprofundamos uma amizade e ficamos mais próximos, aprendi a ter um carinho especial pela cidade, pelo grande Rielson e por todos que estavam no curso. Homem correto, um grande pai de família, um amigo generoso e correto. Revelou-se um grande gestor e procurava sempre acomodar as pessoas de forma justa, não era um político perseguidor, tanto que aproveitou bons quadros de gestões anteriores. Tive o privilégio de desfrutar da sua amizade junto aos seus familiares, era sempre uma alegria viajar com ele, como fomos várias vezes a Brasília e Salvador para buscar recursos para sua querida Itagimirim. Quando vim embora para Salvador o Rielson com sua costumeira gentileza ligava-me para almoçar e ia ao gabinete dos deputados que trabalhava para me visitar, era sempre um prazer, pois sua humildade era contagiante. Fico muito sentido pelo povo de Itagimirim que perdeu um grande líder, fico angustiado pela sua família que perdeu um grande esposo, filho, pai, tio e irmão, fico com um grande vazio pela sua perda e com a certeza que não vai ser mais possível encontrá-lo para conversarmos as coisas da vida e da política que sempre detalhávamos e ele tinha muita confiança no que conversávamos, sentirei muita falta amigo. A política amanheceu mais pobre, perde um homem correto e político sereno e justo, cabe aos que fica honrar seu nome e a forma de conduzir a coisa pública. Resta-me dizer apenas aos familiares: Deus os conforte e que Ele seja justo na busca dos culpados ou dos interessados em tirar uma vida tão honesta, em pleno momento produtivo e com muitos objetivos ainda a alcançar. Do amigo Erivaldo Oliveira.

30/07/2014 - 11:28

Erivaldo Oliveira da Silva

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Entrevistas

Maurício Barbosa

O secretário de Segurança Pública da Bahia, Maurício Barbosa, está desde o início da gestão Jaques Wagner ligado ao governo do estado. Quatro anos como chefe de inteligência e os últimos quatro no comando da pasta de segurança, uma das criticadas, especialmente pelos rivais do governador baiano, que apontam a violência como um dos principais problemas a serem enfrentados nos próximos anos. Barbosa não deixa de reconhecer que ainda precisa se avançar muito no tema da segurança na Bahia, mas responde aos críticos que já estiveram no governo em outras gestões. "Falta? Falta muito. Mas nenhum outro governo contratou tantos policiais quanto o nosso. Temos indicadores para provar que nossa gestão na segurança pública foi muito melhor do que as gestões anteriores. Antigamente não se tinha gestão de segurança. Não vou entrar em seara de outros governadores que passaram porque segurança pública era feita por medidas meramente de respostas daquilo que estava acontecendo. Não tinha planejamento, não tinha absolutamente nada", diz em entrevista ao Bahia Notícias. O titular da SSP, que passou por duas greves de policiais, em 2012 e 2014, também alerta para o caráter eleitoral das paralisações e o risco de novos casos. "Já tivemos aqui duas greves, em outros estados até três greves. Vamos esperar o quê para tomarmos uma providência em relação a isso? Independentemente do governo que venha, daqui para frente está arriscado ter outra greve". Seja qual for o resultado das eleições em outubro, Barbosa indica que não deve continuar no cargo em caso de uma vitória da chapa da situação. "Tenho mais 15 anos na Polícia Federal. Então acho que tenho que procurar uma projeção de fazer algo diferente na minha carreira". Leia a entrevista completa:

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Multimidia

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Quarta, 31 de Dezembro de 1969 - 21:00

ARMAMENTO DA GUARDA MUNICIPAL GERA POLÊMICA

por (Evilásio Júnior)

Foto: Secom

João Henrique prometeu armar Guarda Municipal de Salvador

A Constituição Federal do Brasil determina, em seu artigo 144, que a segurança pública é um dever do Estado, mas admite em seu parágrafo 8º que “os Municípios poderão constituir guardas municipais destinadas à proteção de seus bens, serviços e instalações, conforme dispuser a lei”. Entretanto, baseado na Lei Complementar N° 03/2010, que admite o armamento dos agentes em cidades com mais de 50 mil moradores que façam convênio com a Polícia Federal, o prefeito de Salvador, João Henrique Carneiro (PMDB), anunciou nesta terça-feira (18) que equipará a Superintendência de Segurança Urbana de Prevenção à Violência (Susprev) com pistolas (ver nota). O tema é polêmico, já que envolve a discussão sobre a disseminação de artefatos de fogo, bem como a responsabilidade dos profissionais que os empunham. Projetos semelhantes já foram alvo de críticas em cidades de outros estados como São Paulo e Paraná.  

Foto: Google

Rita Tourinho teme que Guarda Municipal atue como Polícia Militar

Na capital baiana, antes mesmo da oficialização da norma, o Ministério Público da Bahia (MP-BA) contesta a medida por temer que a Guarda Municipal de Salvador (GMS) exceda as suas atribuições e exerça funções típicas da Polícia Militar. “É inconstitucional. A segurança armada é atribuição da PM. O prefeito pode até armar a Guarda para o fim correto, mas o questionamento é se essas pessoas têm preparo suficiente para utilizar armas. Mesmo na PM, há acidentes com policiais devido ao uso de armas. Essa medida coloca em risco tanto os agentes quanto a população. Sem contar a possibilidade de consequências nefastas para o próprio Município, que é o responsável pela Guarda”, alerta a promotora Rita Tourinho. O MP-BA, contudo, tem esperança de que o discurso do prefeito João Henrique de armar a GMS não seja implementado. Mas avisa que, caso não haja desistência, o Município será acionado. “Se porventura a medida vier a ser efetivada, o MP adotará providências, assim como o próprio Estado. Antes do Ministério público, ele (JH) deverá se entender com a PM. Nós estamos até no aguardo de que o prefeito tenha dito isso na fala, mas que faça uma reflexão maior e o bom senso prevaleça”, ressaltou.  

Foto: Divulgação

“É uma decisão do prefeito. O que é que eu tenho a dizer? É perfeitamente legal", diz César Nunes

Embora a promotora Rita Tourinho acredite também em uma interferência do Estado, o secretário de Segurança Pública, César Nunes, minimizou a questão. Ele apenas faz ressalva à capacitação dos guardas municipais que usarão as armas. “É uma decisão do prefeito. O que é que eu tenho a dizer? É perfeitamente legal, desde que se insira no campo de atividades da Guarda Municipal. Acredito que o prefeito deve ter a cautela devida para fazer os treinamentos necessários”, ponderou. De acordo com a assessoria de João Henrique, ainda não há prazo para que a medida seja instaurada.


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