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Planalto admite 'distribuição de cargos' para negociação de apoio parlamentar

Planalto admite 'distribuição de cargos' para negociação de apoio parlamentar
Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil
Na tentativa de se reaproximar do presidente da Câmara Federal recém-eleito, Eduardo Cunha (PMDB), o Planalto admitiu que deve redistribuir cargos para remontar sua base de apoio no Congresso. "O segundo escalão começa a ser montado agora no mês de fevereiro, sob a condução da presidenta Dilma, ela que evidentemente vai decidir toda essa distribuição de cargos", disse o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, durante a solenidade de abertura dos trabalhos do Congresso, realizada nesta segunda-feira (2). Segundo informações do jornal Folha de S. Paulo, Mercadante afirmou que a cúpula do governo já recebeu as solicitações dos partidos e que deve iniciar as negociações, de forma a “combinar o critério técnico da competência com o critério político do apoio parlamentar no Congresso”. Ainda segundo Folha, depois da eleição de Cunha, seu grupo já tem uma lista de cargos desejados, o que inclui diretorias do setor elétrico, como Eletrobras e Furnas e a manutenção do comando do Departamento Nacional de Obras Contras as Secas. Para sinalizar a vontade de acordo, Mercadante negou ver Cunha como “desafeto” do Planalto. "Não reconhecemos essa expressão [Cunha como 'desafeto' do Planalto], ele é um parlamentar destacado, foi líder de sua bancada, soube negociar matérias importantes e todos os nossos projetos mais importantes foram aprovados", disse. Já o ministro de Relações Institucionais, Pepe Vargas, comparou a relação do parlamentar com uma partida de futebol. "Num jogo de futebol tem carrinho, tem puxão na camisa e até canelada. Mas termina o jogo e os amigos tomam uma cervejinha. É mais ou menos isso", disse Vargas.