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Após a eleição, PMDB busca unidade e novo bloco pode ser criado

Após a eleição, PMDB busca unidade e novo bloco pode ser criado
Foto: Reprodução
Curar feridas e cobrir brechas. A orientação do PMDB após uma concorrida eleição para a Presidência com dois candidatos do mesmo partido — Renan Calheiros, o vencedor, e Luiz Henrique, que teve 31 votos — é a de trazer os dissidentes para perto. Além do próprio Luiz Henrique, os senadores Ricardo Ferraço (ES), Dário Berger (SC) e Waldemir Moka (MS) foram favoráveis à candidatura avulsa. O senador Romero Jucá (PMDB-RR) acredita que a candidatura avulsa não foi boa para o partido, que tinha decidido pelo nome de Renan Calheiros. Contudo, Jucá quer enterrar o assunto. Segundo ele, a eleição ficou para trás e não houve racha dentro da legenda. “Não houve divisão. Nós tivemos 15 votos e o Luiz Henrique teve 4 dentro do PMDB. Encerrada a disputa e a eleição em que o senador Renan ganhou com 18 votos de diferença, nós vamos agora procurar unir o Senado inclusive com a oposição”, disse à Agência Senado. Jucá atribuiu a candidatura de Luiz Henrique a uma tentativa “legítima” de a oposição marcar sua posição política. Mas que não poderia ser interpretada como uma insatisfação com a Presidência de Renan. Como fato novo após a eleição, surgiu a possibilidade — real, segundo o senador Benedito de Lira (AL), líder do PP — de ser formado um bloco independente, formado por PP, PSB e PPS. Na última legislatura, apesar de algumas reclamações pontuais, o PP predominantemente votou com a base governista. O PSB, como teve candidato próprio à Presidência da República, distanciou-se do Planalto e no fim teceu duras críticas a Dilma ao apoiar Aécio. O PPS, agora representado no Senado por José Medeiros (MT), tem sido oposição ao governo federal e também apoiou Aécio nas últimas eleições. Ao todo, o bloco contaria com 12 senadores do total de 81: cinco do PP, seis do PSB  e 1 do PPS.