Com Samuel Celestino

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Curtas do Poder

Curtas do poder

Essas eleições foram a bagaceira na Bahia e no Brasil. Alguns políticos se deram mal. Mas aqui na terrinha o bicho pegou. Teve candidato achando que tava eleito se ferrando feio. Falando em candidato, com a derrota de Paulo Souto e Aécio, a disputa para a vice do Soberano nas próximas eleições será acirrada. De uma coisa tenho certeza: o deputado Bruno Reis tá fora. O povo não gosta de político que desrespeita as leis municipais e os agentes públicos. Confira os detalhes nas Curtas do poder!

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Lídice da Mata

“Eu defendo que o partido se mantenha independente, mas o partido ainda vai debater essa questão. Cada dia uma agonia”

Lídice da Mata, senadora pelo PSB, ao comentar sobre a situação da sigla após as eleições.

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Marcelo Nilo

Após o término das eleições para o segundo turno, começa nos bastidores a disputa para saber quem assume a presidência da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). E quem já aparece como candidato à reeleição ao cargo é Marcelo Nilo (PDT), eleito para o seu sétimo mandato como deputado estadual, pela segunda vez o mais votado do estado, com 148.690 votos. Em entrevista ao Bahia Notícias, Nilo assume seu início de campanha para ser pela quinta vez presidente da AL-BA, fala sobre suas relações com o atual e o futuro governador do estado, e diz que todas as melhorias recentes na Bahia “passaram por sua caneta”. "Uma coisa que eu me orgulho muito é que tudo que ocorreu de positivo na Bahia tem a tinta da minha caneta. Se o governador fez uma estrada, passou pela assembleia. Se fez um centro tecnológico ou posto de saúde também”. Leia a entrevista completa.

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Quinta, 27 de Março de 2014 - 00:00

Candidato das oposições: ‘Não pode demorar muito mais’, admite ACM Neto

por Juliana Almirante

Candidato das oposições: ‘Não pode demorar muito mais’, admite ACM Neto
Foto: Max Haack / Agecom
Com a promessa de que o nome do candidato da oposição ao governo estadual fosse divulgado até o final do mês, o prefeito de Salvador ACM Neto (DEM) – coordenador do processo de escolha – afirmou, em conversa com o Bahia Notícias nesta quarta-feira (26), que o comunicado está próximo. “A gente está na reta final. De fato, não pode demorar muito mais. Nos próximos dias, devemos anunciar um desfecho para todo esse processo”, determinou, em entrevista durante a reinauguração da Escola Municipal Artur de Sales, no bairro de Santa Cruz. A prorrogação do prazo para o anúncio, de acordo com o chefe do Executivo municipal, só ocorreria em nome da discussão em favor da união dos contrários. “Eu sempre coloquei que, para mim, gastar uma semana a mais ou uns dias a mais, se for para garantir a unidade, é, na verdade, um investimento, não perda de tempo, e sim ganho de resultados”, considerou. Neto avalia que a uniformidade das siglas opositoras em escolher o ex-governador Paulo Souto (DEM) ou o presidente estadual do PMDB Geddel Vieira Lima como postulante único é o principal fator que deve ser levado em conta. “Os dois candidatos lideram as pesquisas [de intenção de voto]. A pesquisa é um elemento que não pode ser considerado individualmente, até porque é um retrato do agora. O que posso lhe garantir é que várias questões estão sendo consideradas, mas que, para mim, o mais importante é a unidade. Mais importante do que sair com um candidato A, B ou C, é sair com um candidato que possa reunir o apoio de todo mundo”, julga. “Espero que [a decisão] seja em torno de um projeto único e, se não puder, nós vamos ver de que maneira os dois partidos [PMDB e DEM] irão se comportar. Independentemente de qualquer coisa, terão que ser aliados em um objetivo comum de eleger um governador da Bahia”, cogita. O prefeito diz concordar com a afirmação do gestor de Feira de Santana, José Ronaldo (DEM) que, em entrevista ao jornal A Tarde, declarou que a responsabilidade do veredicto deve ser tirada um pouco da mão do administrador da capital. “Evidente que a decisão, quando ela acontecer, não será minha. Tem que ser fruto de uma vontade majoritária, que se construa dentro do ambiente político que nós estamos inseridos. Então, a declaração do prefeito José Ronaldo vai ao encontro do que eu penso e coincide, portanto, com o trabalho que a gente vem fazendo”, avalia. Neto conta que, ao cumprir agenda administrativa nesta terça (25) em Brasília, para se reunir com o ministro da Saúde, Arthur Chioro, aproveitou para conversar sobre as eleições com os presidentes nacionais do PDT, PV e DEM, respectivamente, Carlos Lupi, José Luiz Penna e Agripino Maia, e com o líder do PSDB na Câmara dos Deputados, Antônio Imbassahy (BA). Preterido na definição do deputado federal João Leão (PP) como postulante a vice na chapa do petista Rui Costa, o PDT ainda prioriza o candidato de Jaques Wagner (PT), mas não determinou a quem será direcionado apoio no estado. 

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Pablo Reis
O que será?

O que será de nós, agora que a eleição acabou? Passaremos de eleitores irascíveis e combativos, duelando mais por nomes do que por projetos concretos, a cidadãos atuantes, vigilantes da lei e da aplicação delas? Vamos continuar indignados com escândalos de corrupção, mas usando aplicativo de geolocalização para desviarmos da blitz de alcoolemia após umas bebidinhas sociais? Vamos manter o padrão de usar vida pessoal como argumento contrário a esse ou aquele político, enquanto exigimos que nossa privacidade seja preservada por nossos empregadores?

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Samuel Celestino, anos atrás
Publicado no jornal A Tarde em 25 de novembro de 1982 - O que será do PMDB baiano?

Não era o líder oposicionista de Feira quem estava, na segunda-feira última, na casa de Roberto Santos. O deputado Francisco Pinto estava lá, sobretudo, como secretário nacional do PMDB e sua missão, mais do que discutir o resultado das eleições, era sentir o ânimo do candidato Roberto Santos, que já não tinha qualquer esperança de uma mudança no quadro das apurações. Mário Kertész havia chegado pouco antes e, embora triste, não estava abatido.

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