Com Samuel Celestino

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Curtas do Poder

Curtas do poder

Rapaz, João Leão é um falastrão de marca maior. Andou dizendo que não é ministro de Dilma porque a mulher não deixou. O coroa do “buraco zero” gosta de ser folclórico, gosta de arrancar risadas, mas trabalho que é bom, nada. Falando em folclore, circula nos bastidores da política que a ida de Paulo Souto para a secretária da Fazenda é para que ele se fortaleça para ser candidato a vice no pleito de 2016. Antonio Imbassahy, que anda fechadinho com os irmãos Vieira Lima, está de olho e não está gostando nada desta história. Aí é briga de cachorro grande e eu quero cair fora. Não deixe de ler as Curtas do poder!

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Pérola do dia

Nelson Pelegrino

“Quando o governador me convidou, me convidou para passar quatro anos na secretaria e a minha disposição é essa. Essa é a determinação”

Novo secretário de Turismo, ao ser questionado se seria candidato de Salvador em 2016, pela quinta vez

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Comentários

Ex de Suzana Von Ricthofen, Daniel Cravinhos vai se casar este mês

ele vai matar de novo

21/12/2014 - 13:25

silvano wanderley ferreira

PM homenageia homens mortos por Lampião em 1929

tomar cuidado com a comissão dos direitos dos manos para não ir lá defender Lampião.

21/12/2014 - 10:41

joao pereira da silva

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Entrevistas

Pedro Galvão

Sem convite do governador eleito Rui Costa para continuar no cargo, o secretário de Turismo, Pedro Galvão, faz um balanço da sua curta administração na pasta, em entrevista ao Bahia Notícias. Ele assumiu o cargo na cota de indicação do PR em janeiro deste ano e organizou eventos como o Carnaval e a Copa do Mundo. Galvão afirma que tem "o melhor relacionamento" com o chefe da Secretaria de Desenvolvimento, Turismo e Cultura de Salvador, Guilherme Bellintani, na produção de eventos na capital. O secretário também elogia a futura extinção da Bahiatursa. "O novo governador [Rui Costa], com muita propriedade, entendeu que a Bahiatursa tinha uma série de problemas e que precisava ser requalificada. Acho que vai funcionar perfeitamente bem", avalia. Galvão também adianta que o projeto da Estrada Real da Chapada – roteiro que refaz o caminho aberto pela Coroa Poruguesa para unir a Bahia e Minas Gerais – deve entrar em fase de execução no próximo ano. "Ela está a todo vapor e acredito que em 2015 já esteja levada ao público através de uma propaganda, mostrando no Brasil e exterior que nós temos uma Estrada Real", informou.

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Multimidia

Posse do presidente do Bahia Marcelo Sant'Ana

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Quinta, 27 de Março de 2014 - 00:00

Candidato das oposições: ‘Não pode demorar muito mais’, admite ACM Neto

por Juliana Almirante

Candidato das oposições: ‘Não pode demorar muito mais’, admite ACM Neto
Foto: Max Haack / Agecom
Com a promessa de que o nome do candidato da oposição ao governo estadual fosse divulgado até o final do mês, o prefeito de Salvador ACM Neto (DEM) – coordenador do processo de escolha – afirmou, em conversa com o Bahia Notícias nesta quarta-feira (26), que o comunicado está próximo. “A gente está na reta final. De fato, não pode demorar muito mais. Nos próximos dias, devemos anunciar um desfecho para todo esse processo”, determinou, em entrevista durante a reinauguração da Escola Municipal Artur de Sales, no bairro de Santa Cruz. A prorrogação do prazo para o anúncio, de acordo com o chefe do Executivo municipal, só ocorreria em nome da discussão em favor da união dos contrários. “Eu sempre coloquei que, para mim, gastar uma semana a mais ou uns dias a mais, se for para garantir a unidade, é, na verdade, um investimento, não perda de tempo, e sim ganho de resultados”, considerou. Neto avalia que a uniformidade das siglas opositoras em escolher o ex-governador Paulo Souto (DEM) ou o presidente estadual do PMDB Geddel Vieira Lima como postulante único é o principal fator que deve ser levado em conta. “Os dois candidatos lideram as pesquisas [de intenção de voto]. A pesquisa é um elemento que não pode ser considerado individualmente, até porque é um retrato do agora. O que posso lhe garantir é que várias questões estão sendo consideradas, mas que, para mim, o mais importante é a unidade. Mais importante do que sair com um candidato A, B ou C, é sair com um candidato que possa reunir o apoio de todo mundo”, julga. “Espero que [a decisão] seja em torno de um projeto único e, se não puder, nós vamos ver de que maneira os dois partidos [PMDB e DEM] irão se comportar. Independentemente de qualquer coisa, terão que ser aliados em um objetivo comum de eleger um governador da Bahia”, cogita. O prefeito diz concordar com a afirmação do gestor de Feira de Santana, José Ronaldo (DEM) que, em entrevista ao jornal A Tarde, declarou que a responsabilidade do veredicto deve ser tirada um pouco da mão do administrador da capital. “Evidente que a decisão, quando ela acontecer, não será minha. Tem que ser fruto de uma vontade majoritária, que se construa dentro do ambiente político que nós estamos inseridos. Então, a declaração do prefeito José Ronaldo vai ao encontro do que eu penso e coincide, portanto, com o trabalho que a gente vem fazendo”, avalia. Neto conta que, ao cumprir agenda administrativa nesta terça (25) em Brasília, para se reunir com o ministro da Saúde, Arthur Chioro, aproveitou para conversar sobre as eleições com os presidentes nacionais do PDT, PV e DEM, respectivamente, Carlos Lupi, José Luiz Penna e Agripino Maia, e com o líder do PSDB na Câmara dos Deputados, Antônio Imbassahy (BA). Preterido na definição do deputado federal João Leão (PP) como postulante a vice na chapa do petista Rui Costa, o PDT ainda prioriza o candidato de Jaques Wagner (PT), mas não determinou a quem será direcionado apoio no estado. 

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Ernani Varjão
Escândalo da Petrobras: e como ficam os acionistas minoritários?

O mercado de Ações é considerado, por sua própria natureza, um investimento de alto risco, sujeito as instabilidades do mercado, em face do setor de atuação da empresa. Entretanto, existem empresas que pela “segurança” que transportam e pela estabilidade que demonstram ao longo de anos, dão uma maior garantia aos investidores, que muitas vezes utilizam grande parte do seu patrimônio para a compra de ações. É o caso da PETROBRAS.

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Samuel Celestino, anos atrás
Publicado no jornal A Tarde em 28 de janeiro de 81: Governadores eleitos, e daí?

Em todas as unidades da Federação os políticos de maior expressão já se antecipam e posicionam-se como candidatos aos governos. A emenda constitucional que devolveu ao povo o sagrado direito de escolher, pelo voto, seus governantes, antecipou, em muito, o processo sucessório. Mas eleições diretas, por si só, não bastam, porque são insuficientes para vestir o país com roupas democráticas. É preciso restabelecer, antes do pleito de 82, a autonomia dos estados e dos municípios, perdida na voragem centralizadora do movimento revolucionário. O princípio federativo foi literalmente destroçado, com a demasiada concentração de força do governo da União.

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