Com Samuel Celestino

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Curtas do Poder

Curtas do Poder

As bolsas distribuídas por Marcelo Nilo são mais caras que as legítimas Louis Vuitton. É Eduardo Cunha dando passagem para as dondocas e Marcelo as bolsas. Muitos gabinetes dos poderosos têm aplicado à risca o ensinamento do filósofo Kannário em momento de meditação profunda no vaso sanitário: “Tudo no$$o, nada deles”. Clique aqui e não deixe de ler as Curtas e venenosas do poder!

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Pérola do dia

Antônio Olívio

"Não dá para fazer oposição à prefeitura e ao governo do Estado."

Presidente estadual do PSL, ao justificar a adesão ao governo de ACM Neto (DEM) em Salvador.

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Comentários

Coluna A Tade: Por que o impeachment?

Quem não concorda é idiota.

03/03/2015 - 15:51

João Borges

Em nota, Márcio Marinho nega ter recebido bolsas de estudos da AL-BA

Uma pequena observação: Bem que eu percebei que tinha alguma coisa estranha, pois se o cara é federal, ele não tem nada com a Assembleia Legislativa.

03/03/2015 - 14:58

Marta Fonseca

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Entrevistas

Anselmo Brandão

Defensor de uma polícia mais próxima da sociedade, o comandante-geral da Polícia Millitar da Bahia (PM-BA), coronel Anselmo Brandão, quer que o policial não perca “a ternura”, citando a célebre frase de Che Guevara. “Não é o fato de você estar portando uma farda que vai deixar que você seja humano ou desumano”, afirmou o coronel, em entrevista ao Bahia Notícias. Segundo ele, a morte de 12 pessoas no Cabula, o deixou entristecido, porém as informações disponíveis confirmam a versão do enfrentamento apresentada por ele e pelo governador Rui Costa. Sobre o caso do Cabula, Brandão avaliou que “todo mundo dá uma de policiólogo”, porém naturalizou a repercussão do caso. Para ele, é importante “uma polícia que saiba diferenciar o traficante do dependente químico”.

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Multimidia

Veja os gols de Vitória 1x1 Bahia

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Quinta, 02 de Fevereiro de 2012 - 22:56

Arrastão e morte na Estação Pirajá são flagrados por equipe de Uziel

por Evilásio Júnior

Uma pessoa foi morta em frente à equipe de TV do programa Brasil Urgente, da Band, por volta das 21h, enquanto a reportagem coletava depoimentos sobre o clima de insegurança que tomou conta da Estação Pirajá nesta quinta-feira (2). Após o fortalecimento do movimento grevista de parte da Polícia Militar da Bahia, o terminal foi alvo atos de violência, tumulto e vandalismo. “Foi um caos. Tiroteio, morte, arrastão, gente passando mal. Um campo de guerra. Nós filmamos um arrastão com mais ou menos 20 pessoas. Eu estava gravando a matéria, pegando depoimento do pessoal, e só vi quando um menino pequeno, aparentando ser menor de idade, armado, atirou em um rapaz em frente à nossa câmera”, relatou o jornalista Uziel Bueno, em entrevista ao Bahia Notícias. A vítima ainda não foi identificada. Minutos antes, no mesmo local, uma mulher de aproximadamente 60 anos, também teria sido atingida por uma garrafa na cabeça e socorrida pelo atendimento do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu). O pânico na área foi gerado pela propagação de boatos sobre ações criminosas, antes mesmo de elas ocorrerem, o que fez as empresas de ônibus recolherem os coletivos às suas garagens, ainda por volta das 17h. “A nossa equipe presenciou o recolhimento dos ônibus. As empresas recolheram os veículos com o argumento de que era para evitar depredação. O povo ficou sem ônibus”, testemunhou Uziel.

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Artigos

Adilson Fonsêca
Efeito colateral

Há alguns dias um comentário do articulista Kennedy Alencar, dava conta que como consequência dos respingos provocados pela Operação Lava Jato, dezenas de empresas que, de alguma forma, têm ou tinham ligação com a Petrobras enfrentam dificuldades e podem demitir até 100 mil funcionários nos próximos meses.

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Viagem no tempo

Samuel Celestino, anos atrás
Publicada no Jornal 'A Tarde' em 02 de março de 2005: Ironia ou sabedoria

Enquanto o País, atônito, perplexo e indignado, acompanha as estripulias do presidente da Câmara, Severino Cavalcanti, com a sua indecente proposta de aumentar em 67% os salários dos deputados, passando-os de pouco mais de R$ 12 mil para R$ 21,5 mil, além da verba do gabinete que sairia de R$ 35 mil para R$ 45 mil, o presidente Lula aparece em cena e propõe 0,1% de aumento para os servidores da União.

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