Com Samuel Celestino

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Curtas do Poder

Curtas do poder

Sei que o Brasil tem gerado uns empreguinhos a mais, mas a situação na prática é periclitante. E com a derrota de alguns medalhões nessas e- Tleições, eu, prestativo e com boas sacadas, dou dicas de empregos. Marcos Medrado, Robinson Almeida, Edmundo Filho, Tatiana Paraíso, Capitão Tadeu, Deraldo Damasceno e Uziel Bueno podem ficar tranquilos se seguirem minhas dicas. De miliciano a eletricista, todos terão emprego durante o tempo fora do poder. Falando em poder, aviso logo aos navegantes: não se enganem, o Língua Plesa (Rui Costa) não é nem um pouco republicano como o Galego. Não deixe de ler as Curtas do poder!

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Pérola do dia

Guilherme Menezes

"Eu nunca perguntei, que seria inclusive ridículo, em quem ou a quem vota ou deixa de votar. É estupidez de quem inventou isso e se alguém provar que uma pessoa dentro do Governo colocou isso como condição para contratar hoje mesmo eu tiro do Governo”

Guilherme Menezes, prefeito de Vitória da Conquista, ao se defender da acusação de Fafá de Belém de que teria cancelado um suposto show da cantora na cidade por ela apoiar Aécio Neves.

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Entrevistas

Sidônio Palmeira

O marqueteiro Sidônio Palmeira saiu-se vitorioso nas eleições estaduais pela terceira vez consecutiva. Apesar de não ser petista nem militante do partido, Sidônio confessa que tem simpatia pelo estilo de governo do PT. Sem se considerar um milagreiro, o publicitário recorre até ao nazismo para exemplificar porque suas estratégias de campanha sempre se baseiam na verdade, o que facilita o trabalho. Sidônio, assim como boa parte da base governista, questionou as pesquisas, que apontavam derrota do PT para o governo do estado e para o Senado, mas se revelaram incorretas, notoriamente as do Ibope. Sobre Rui Costa, o marqueteiro é só elogios, chamando-o de “estudioso, trabalhador, CDF e correria” para fazer valer as promessas de campanha.

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Multimidia

Veja o gol de Bahia 0x1 Chapecoense

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Quinta, 02 de Fevereiro de 2012 - 22:56

Arrastão e morte na Estação Pirajá são flagrados por equipe de Uziel

por Evilásio Júnior

Uma pessoa foi morta em frente à equipe de TV do programa Brasil Urgente, da Band, por volta das 21h, enquanto a reportagem coletava depoimentos sobre o clima de insegurança que tomou conta da Estação Pirajá nesta quinta-feira (2). Após o fortalecimento do movimento grevista de parte da Polícia Militar da Bahia, o terminal foi alvo atos de violência, tumulto e vandalismo. “Foi um caos. Tiroteio, morte, arrastão, gente passando mal. Um campo de guerra. Nós filmamos um arrastão com mais ou menos 20 pessoas. Eu estava gravando a matéria, pegando depoimento do pessoal, e só vi quando um menino pequeno, aparentando ser menor de idade, armado, atirou em um rapaz em frente à nossa câmera”, relatou o jornalista Uziel Bueno, em entrevista ao Bahia Notícias. A vítima ainda não foi identificada. Minutos antes, no mesmo local, uma mulher de aproximadamente 60 anos, também teria sido atingida por uma garrafa na cabeça e socorrida pelo atendimento do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu). O pânico na área foi gerado pela propagação de boatos sobre ações criminosas, antes mesmo de elas ocorrerem, o que fez as empresas de ônibus recolherem os coletivos às suas garagens, ainda por volta das 17h. “A nossa equipe presenciou o recolhimento dos ônibus. As empresas recolheram os veículos com o argumento de que era para evitar depredação. O povo ficou sem ônibus”, testemunhou Uziel.

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Artigos

Samuelita Santana Santana
A força da indignação

"Não temos mais ilusões em relação ao governo, mas temos fé em nós mesmos. E estamos dispostos a pagar o preço da democracia." Essa frase, dita ontem pelo jovem chinês Alex Chow, da Federação de Estudantes de Hong Kong, me golpeou. Cá com meus botões brasileiros, fiquei refletindo sobre a greve dos milhares de estudantes de Hong Kong que invadiram as ruas em protesto contra a decisão de Pequim de limitar as reformas eleitorais. As imagens estampadas na mídia hoje impressionaram pela força da manifestação. A luta dos universitários de Hong Kong é pela democracia, pela legítima representatividade política.

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Viagem no tempo

Samuel Celestino, anos atrás
Publicado no jornal A Tarde em 22 de março de 1989 - A semelhança dos grandes

Os dois principais partidos políticos brasileiros vivem praticamente o mesmo drama: não têm candidatos à Presidência da República e estão imersos numa grande crise. Ulysses Guimarães está para o PMDB assim como Aureliano Chaves está para o PFL. São dois políticos experientes e hábeis e ambos se julgam em condições de representar suas legendas, mas há generalizada opinião de que as duas agremiações estão fadadas a um insucesso eleitoral se eles forem, de fato, candidatos.

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