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Riacho de Santana: MPF pede bloqueio de bens do prefeito preso em operação

Riacho de Santana: MPF pede bloqueio de bens do prefeito preso em operação
Foto: Reprodução / Brumado Notícias
O Ministério Público Federal ajuizou três ações de improbidade administrativa contra o prefeito de Riacho de Santana, Tito Eugênio Cardoso (PDT), e mais 16 pessoas suspeitas de envolvimento em fraudes na Educação investigadas pela Operação Imperador (leia aqui
). Ele foi preso na ação da Polícia Federal e da Controladoria-Geral da União (CGU). Em uma das ações, o MPF pediu o bloqueio de R$ 14,5 milhões em bens dos réus, além do ressarcimento dos valores desviados, perda de bens, suspensão dos direitos políticos de 8 a 10 anos e proibição de contratar com o poder público por até dez anos. Dentre as medidas cautelares já autorizadas contra os envolvidos, além da prisão preventiva, incluem-se: suspensão do mandato e de atividade econômica, além proibição de celebrar contratos com a gestão municipal, direta ou indiretamente.