PGR diz que parte de acusações contra Renan prescreveu
Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil
A Procuradoria Geral da República (PGR) enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma manifestação apontando que parte dos crimes de falsidade ideológica e uso de documento falso atribuídos ao presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL) prescreveram. O documento se refere à denúncia oferecida pelo órgão em janeiro de 2013, no qual o parlamentar também foi acusado de crime de peculato por supostamente ter recebido propina para pagamento de despesas de uma filha com a jornalista Mônica Veloso. A prescrição ocorre quando não se pode mais haver punição em razão do tempo decorrido das suspeitas. O STF, no entanto, precisa decidir se houve ou não a prescrição. De acordo com o portal G1, a defesa de Renan pediu esclarecimentos, através de documento enviado ao STF na última segunda-feira (11), sobre quais suspeitas houve prescrição. Os defensores também buscam distinguir quais são os documentos públicos e quais os privados do processo para se compreender as acusações contra o peemedebista.
