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OAB crítica sigilo de lista de políticos investigados na operação Lava Jato entregue ao STF

OAB crítica sigilo de lista de políticos investigados na operação Lava Jato entregue ao STF
Foto: Angelino de Jesus / OAB-BA
O Colégio de Presidentes da Ordem dos Advogados do Brasil (CFOAB) criticou nesta sexta-feira (6) o sigilo dos pedidos de abertura de inquérito e de arquivamento envolvendo políticos investigados na operação Lava Jato, feitos pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal (STF). Em nota, os presidentes das seccionais pediram  “ampla publicidade” dos procedimentos e dos “fatos e razões que os motivaram” a abertura e arquivamento dos inquéritos. Os presidentes afirmam que os governantes não podem ter o privilégio do sigilo judicial, quando os brasileiros, em geral, não se beneficiam deste instrumento. A nota reitera a defesa dos princípios da inocência e o respeito ao devido processo legal, e que a “a sociedade brasileira espera que o inquérito se processe em um ambiente de transparência”. Nesta quinta, a OAB lançou uma campanha nacional de Combate à Corrupção, em Florianópolis, Santa Catarina, durante o Colégio de Presidentes. A ação pretende combater a corrupção nas esferas públicas e privadas. O presidente da OAB, Marcus Vinicius Coêlho, afirma que “os desvios de recursos drenam os recursos que deveriam ser usados em educação, saúde e a sociedade fica no desejo de ser ouvida”. Para Coêlho, é necessário uma promover uma reforma política no país. Segundo ele, um dos objetivos da campanha é combater abuso de poder político e econômico. “A corrupção eleitoral é o germe da corrupção da política”, destacou. A OAB pede a criminalização do 'caixa dois' de campanhas eleitorais e quer o fim do financiamento empresarial de candidatos e partidos políticos.