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Pense Direito

Em audiência, diretor da FTC diz que quer fazer acordo global para quitar débitos trabalhistas

Nós professores demitidos desde 2010 aguardamos ansiosos que esta mesa de dialogo seja aberta, uma vez que nossos processos já passaram inclusive da fase de execução.

16/09/2014 - 15:57

Tailson Jeferson

Em audiência, diretor da FTC diz que quer fazer acordo global para quitar débitos trabalhistas

Aguardemos que acordos sejam feitos e cumpridos para o bem dos trabalhadores e ex-trabalhadores da instituição

16/09/2014 - 15:49

Vera Nathália

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Terça, 14 de Maio de 2013 - 11:40

Líder da 'igreja da maconha' é condenado por tráfico de drogas

Líder da 'igreja da maconha' é condenado por tráfico de drogas
Rás Geraldinho Rastafári foi condenado a 14 anos de prisão | Foto: Reprodução
O líder da Primeira Igreja Niubingui Etíope Coptic de Sião do Brasil, conhecida como "igreja da maconha", foi condenado pela Justiça de Americana, no interior de São Paulo, a 14 anos, dois meses e 20 dias de prisão por tráfico de drogas. Geraldo Antonio Baptista, conhecido como Rás Geraldinho Rastafári, 53, teve sua pena ampliada por ter participação de menor e por associação ao tráfico. A condenação ainda prevê que Rás Geraldinho pague 2.132 dias multa, equivalente a R$ 48,1 mil, e determinou que o réu não possa recorrer em liberdade. A defesa afirmou que vai apelar da decisão. Geraldinho foi preso em flagrante no dia 15 de agosto de 2012, em sua casa, quando foram encontrados 37 pés de maconha. Na época, dois jovens de 18 anos foram presos e um adolescente foi apreendido. Em sua defesa, o líder da igreja da maconha afirmou que a planta é cultivada para uso religioso, o que é permitido pela legislação brasileira, e consumida apenas no culto. O juiz Eugênio Augusto Clementi Júnior não acolheu a sustentação. Para o magistrado, há "farta prova produzida no processo que desmente a alegação da defesa de que o consumo da maconha era feito de forma ritual". A mulher de Geraldinho, Marlene Martim, que comanda a igreja desde que o marido foi preso, afirmou que não imaginava que “o juiz seria tão cruel na sentença, sem levar em consideração a questão religiosa”. Ela ainda disse que há uma mobilização nas redes sociais em defesa do líder religioso, e que irão promover uma marcha em Campinas. Informações do UOL.

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